quinta-feira, 14 de junho de 2018

Só falta uma árvore

Postado por Luciana Mara às 10:30:00 0 comentários Links para esta postagem


Escrevi meu primeiro livro aos 9 anos. Ele chamava O Relógio Tic Tac e tinha como personagens principais a Dara e o Igor (entenda: era o ano da novela Explode Coração). Não faço ideia onde este único exemplar está. Talvez tenha se perdido em algum lugar na casa do interior, onde guardo meus cadernos do colégio, foi reciclado ou ainda está em um lixão em decomposição. Não lembro bem da história, mas sei que foi feito em um mini caderno pautado e era ilustrado (quando quero, até faço uns rabiscos legais. Foi assim que maridón me notou na aula de Artes).

Passei anos sem escrever (inclusive era o maridón que escrevia minhas redações no colégio e ele nunca vai me perdoar por ter tirado mais que ele neste item do vestibular).

Sempre quis escrever um 2o livro (desculpa sociedade por não poder compartilhar a maravilha que era O Relógio Tic Tac com vocês). Fora os textos e crônicas que postava aqui e no Blog da San e das resenhas que já postei no Viagem Literária, só escrevia lista de supermercado. Até que tive AQUELE sonho. Sonhei com ESTA cena. As amigas leram o texto, ficaram curiosas com o desfecho e, em maio de 2016, tomei coragem para escrevê-lo. Na verdade, não foi bem coragem. Os personagens começaram a conversar na minha cabeça enlouquecidamente. Pode parecer clichê, mas é assim que acontece comigo. Não via TV, não lia, mal conversava com o maridón, porque as vozes não deixavam. Eu precisava escrever naquele momento tudo o que elas me diziam, pois tinha medo que elas se calassem e eu perdesse as piadas que elas queriam me contar. Na Batida Perfeita (NBP) teve sua primeira versão, com 50k palavras escritas em 9 dias. Coisa de louco! O que é o NaNoWriMo perto da velocidade com que escrevi meu texto? Mas é aquela ideia, você joga tudo no papel e depois reescreve n vezes para preencher os espaços vazios.

Com o livro "pronto", criei coragem de perguntar a alguém o que achava do NBP. E essa é a parte que dá mais frio na barriga. Se expor é difícil pra caramba. E um livro é como um filho, parte de você. Assim, fui para a versão n+1 e resolvi atacar a família primeiro. A cada capítulo que enviava para minha irmã e mãe, elas pediam mais. As duas gostaram, mas família, né?! Sabe como é... sempre puxarão seu saco (mesmo imaginário). 

Depois, um dia, conversando sobre literatura nacional com a Evelyn das Chocólatras, contei que havia escrito um livro. Ela imediatamente se dispôs a ler. Nessa hora o coração já estava na boca, louca para o feedback. Ela piriguetou, deu algumas sugestões e se empolgou comigo. Ponto para NBP! Então, chegou a hora de mostrar ao maridón, que gosta de ler, mas não o tipo de história que gosto de escrever. Ele leu até a metade devagar, corrigindo os erros de português, mas depois correu com a leitura para chegar ao final e disse que a história tinha potencial... mas eu queria mais. Precisava de mais. 

Assim, no início de 2017, enviei o original para a análise crítica da Increasy. Mais do que família e amigos, eu precisava de uma avaliação profissional. Nessa espera, o botão F5 do teclado quase caiu. 

Até que a resposta chegou! A agência ficou interessada na minha história e me fez uma proposta. EBA!!! Confesso que chorei ao ler o e-mail para a minha mãe ao telefone. Era uma notícia boa, perto de dias difíceis. Eu estava com ascite e há 2 dias vomitava cada pingo de água que bebia. 

Recebi a análise crítica no hospital, após alguns dias de internação. Mal consegui ler. A bomba de medicamentos que tomei para reorganizar meu organismo prejudicou minhas vistas por um tempo. Tive que fazer um esforço sobre-humano para concluir a leitura. Eram mais notícias boas, diante da turbulência. Eu li, reli, rereli a análise e fiz as alterações sugeridas ao longo dos meses. Criei personagens, descrevi melhor cenas e emoções. Enfim, NBP estava < 3 .

Participei de um concurso com ele. Não ganhei, mas assinei o contrato com a agência. Agora a Lívia, minha agente, cuida desse meu bebê. Olha a minha descrição na Increasy AQUI*.* #choralitros

E não satisfeita, já comecei a escrever o volume II, rs. O primeiro livro nem "saiu do papel" e já tive a necessidade de continuar "vivendo" a história dos meus personagens. E é daquele jeitinho que eu gosto, outro casal protagonista, passado no mesmo universo do primeiro. 

Ah... mas eu nem contei do que se trata, né? Segue aí a sinopse de Na Batida Perfeita:

"Melissa tem 18 anos e um sonho: viver da dança. Tudo seria simples se seu pai não exigisse que para continuar custeando seus estudos na Academia Arte e Corpo, a mais tradicional escola de dança da cidade, ela tivesse que cursar na Universidade ao menos um semestre de exatas. Seu pai espera que os números a conquistem e ela assuma a empresa da família, mas a garota só pensa em coreografias e sapatilhas. E tudo daria certo se ela não tivesse um péssimo hábito: deixar os assuntos importantes para resolver na última hora. 
Assim, a consequência dessa terrível mania não poderia ser pior: Mel vai machucar várias pessoas, não só relacionadas à dança, mas também ao seu e outros corações."

Tenho PhD em New Adult (NA), então nada mais junto que escrever um, certo?

O que posso dizer é que é um NA com música e dança, daquele jeitinho que tanto gosto de ler e não tem amor-miojo! \o/ #todoscomemoram 

Agora, depois do nascimento dos J's, só falta plantar uma árvore. 

Eles estão com 5 meses (confere lá no meu insta as fotinhas fofas) e só agora estou começando a me ajeitar com o tempo. Me dividir entre eles e meu trabalho de Estatística ainda é bem complicado. E sobre escrever? As madrugadas de amamentação estão aí para isso!*

*Terminei esse texto às 03:21.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Textão do Facebook aqui no blog

Postado por Luciana Mara às 17:35:00 0 comentários Links para esta postagem
Há exatamente um ano fiz o primeiro rascunho deste texto.
Depois dele, vieram vários e vários outros, no bloco de notas do meu celular, no rascunho do e-mail e dezenas na minha cabeça. 
E demorei a colocá-lo para jogo porque eu precisava estar preparada para falar sobre o assunto sem chorar, não que tenha adiantado alguma coisa, já que acabou de cair um cisco nos meus olhos

Uma vez, há vários anos, uma pessoa me disse que eu planejava minha vida demais e que chegaria um momento em que eu não conseguiria cumprir meu "cronograma". Nunca esqueci desse comentário e várias vezes me perguntei se essa pessoa me falou com conhecimento de causa ou se foi um conselho/praga. 

Sei que essa hora chegou. 
Não era segredo para ninguém que nós dois, eu e o Léo, fizemos vários planos juntos. Iríamos no formar no CEFET, cursar a faculdade, casar dois anos após a conclusão do curso, comprar um apartamento, fazer três viagens para o exterior em três anos e depois, finalmente ter filhos. 

E tudo ocorreu conforme o planejado até a parte do "ter filhos". Criei uma meta no blog em 2015 de cumprir 30 coisas diferentes antes dos 30 anos, que não foi para a frente principalmente pelo fato de que tive que largar os outros objetivos, por mais simples que fossem, e correr atrás da nossa meta de sermos pais, que era o nosso principal tópico. E os 30 se passaram e nada...

Não foi fácil. Por mais que eu tenha contado a história para quem perguntasse, ninguém nunca saberá, apenas nós dois, como foi difícil/sofrido/doloroso todo o processo. 

Mas o tópico principal ao desejar escrever este texto nunca foi "expor" nosso problema. Sempre foi tocar em um ponto que sempre me incomodou: a cobrança das pessoas.


Se você está solteiro, desempregado, namora há muito tempo (ou não), está noivo há muito tempo (ou não), ainda não têm filhos ou tem apenas um, você sabe como é horrível todas as cobranças que as pessoas fazem entre uma conversa e outra. Eu não ligava quando perguntavam "você quer ter filhos?" ou "planeja ter filhos?", mas quando o assunto é tocado em tom de cobrança, a história mudava. 

Ninguém tem obrigação de fazer as coisas na hora que as pessoas esperam que façamos! Nada, em situação nenhuma! "Vocês já estão velhos!", "Vocês já casaram há muito tempo, cadê o bebê?", são apenas algumas das frases que escutamos e que quem as proferiu, não sabia, mas agora têm consciência do quanto nos magoaram. 

Mas "Já desisti, vocês não querem mais ter filhos" é a frase que mais me machucou. "Eu quero, mas não consigo, caramba!" era o que eu queria dizer. Queria gritar isso para o  meu interlocutor, esfregar as inúmeras caixas de hormônios que tomei, todas as injeções que me foram aplicadas. Nesse processo, engordei horrores, perdi 1/3 do meu cabelo, emagreci muito por causa de algumas complicações, tive ondas de calor e momentos de taquicardia causado por medicamentos. E depois disso tudo, ainda ouvir um "você não quer nos dar um bebê! É um absurdo!". Pode ter certeza, que por mais que eu tenha dado um sorriso amarelo na hora, mentalmente, mandei você se foder. 

E se eu não quisesse ter filhos? Ia acontecer o mesmo, porque as pessoas também me encheriam, já que todo mundo quer se intrometer na vida alheia, dar a sua opinião. Todo mundo quer fazer cobranças sobre aquilo que eles acham que é ordem natural das coisas. Às vezes as pessoas não namoram porque não surgiu uma pessoa bacana e ainda é obrigada a ouvir um "encalhada até hoje? Cadê os namorados? Já está velha, daqui a pouco o relógio biológico grita aí e você está solteira". Você já pensou nisso? Ou você está desempregado porque não consegue uma oportunidade e é obrigado a ouvir "para de ser vagabundo. Vai procurar o que fazer!". Fora o "está noivo? Cadê o casamento", o "Casou! Agora cadê os filhos", "E o segundo? Não deixa dar muito tempo entre eles". As cobranças nunca terminam! 

Saiba que se você já ouviu alguma dessas sentenças ou algo do tipo, eu me solidarizo com você, porque sei exatamente o que é ouvir algo que você não tem o poder de mudar imediatamente, por mais que esse seja seu objetivo. 

Seria tão mais saudável se cada um cuidasse da sua própria vida, não é?

Nós já tomamos como lição aprendida em cada uma dessas e inúmeras outras situações. Perguntar não ofende, mas cobrar, com tom pesado ou debochado, é o que mais incomoda. Só quando você está do outro lado é que consegue distinguir isso e sabe o quanto é chato.

Vivam suas vidas!

No mais, é isso. Não me cobrem mais nada, afinal, de cobranças, minha caixa de correio está cheia, já que a Júlia e João Miguel vem aí!!! 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A louca das compras ataca novamente!

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 0 comentários Links para esta postagem
Eu era a louca das agendas
Tenho vários anos da minha vida documentados, com cartas recebidas, ingressos de shows e de cinema e relatos de momentos marcantes, mas com a correria do dia a dia, parei de usá-las como baú de memórias. Quando isso aconteceu e passei a recorrer apenas à minha cabeça como penseira, foi o momento em que comecei a esquecer de tudo.

Aliado a isso, tenho uma grande mania de gostar de planejar. Planejo a vida no geral, planejo as viagens minuciosamente e, quando começou a surgir o burburinho do uso do planner, que alia agenda ao planejamento, comecei a ficar muito interessada no assunto.

Porém, quem aí está disposto a pagar R$460,00 num planner? Eu não tinha/tenho/terei coragem nem nessa ou na próxima encarnação! Então pedi minha irmã para fazer um pra mim, com metas de leituras, informações sobre trabalhos, planejamento mensal e semanal, tudo pra atender às minhas necessidades.

Então comecei a usar o planner em 2017 e tcharam...
 ... virei a louca da papelaria.  

Quando você começa a pesquisar sobre o tema, acha um monte de sites, canais no Youtube e lojas totalmente dedicados a estas fofuras. Então descobre as washi tapes, papéis adesivos, carimbos de silicone (estou esperando receber os que comprei!), diversos acessórios e tudo para deixar seu planner alegre e colorido. É aí que a falência começa. Gente, comprei uma refiladora para cortar adesivos! Eu definitivamente, surtei! Daqui a pouco preciso vender meu rim para pagar as compras que fiz no Aliexpress (estou esperando 14 pacotes, sendo que um deles tem 11 itens #medodesertaxadamodeon).

Refiladora, washi tape, adesivos feito em casa, cartões adesivos
2017 está sendo frenético! 1/4 do ano passou (sendo que março eu nem vi!) e foram tantos perrengues, tantos projetos em andamento que me planejar e principalmente, decorar as minhas semanas virou uma terapia. Já saí espalhando ideias sobre esse hobbie por aí e algumas amigas já foram picadas por este novo (?) mundo. 

No YT tem vídeos de decoração de planner que você não acredita! Coisa de profissional mesmo! Eu ainda estou caminhando devagar, só colando uma coisinha ou outra, mas me divirto.
Algumas das minhas páginas preferidas
Esse ano está meio estranho e foi mal aí... Continuo sem postar com frequência. Mas as leituras estão em dia, obrigada! Por enquanto, 38 livros lidos esse ano, com destaque para As Cores da vida (que te deixa puta da vida com tanta injustiça), Juntando os pedaços (que te dá esperança porque ainda existem pessoas que não se importam com a opinião dos outros), Proibido (que te frustra para c@c**e!), Sem esperança (Colleen é Colleen! Te amo, mulher!) e Cinder & Ella (que te deixa com o coração quentinho). O destaque negativo vai para a série Torn da K. A Robinson Cicatrizes e Recomeços (que te deixa com vontade de jogar o livro na parede e ralar a cara da protagonista no muro de chapisco). 

Faço resenhas em tempo real no histórico do meu skoob. Me acompanhem por lá (e cuidado com os spoilers!). Ah... E tem algumas resenhas no Viagem Literária também!

Bjins e até qualquer hora! ;)

sábado, 31 de dezembro de 2016

Balanço de leituras do ano em que a ressaca acabou! - 2016

Postado por Luciana Mara às 09:30:00 0 comentários Links para esta postagem
E finalmente a ressaca literária que achei que fosse eterna passou! 

Os últimos dois anos foram péssimos de leitura para mim. Em 2014, li apenas 7 e em 2015, apenas 8. Para uma pessoa que se dizia viciada em livros, o resultado final destes dois anos tinha sido um belo desastre. 

Mas esse ano, meus amigos, o que 2016 teve de coisa ruim no mundo esse tem que ser conhecido como Ano Que Durou Três Anos teve de livros lidos. Eu comecei o ano como a nossa digníssima ex-presidentA Dilma sugeriu uma vez: “Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”. 

Então, inicialmente, só queria ler mais que nos anos anteriores. Aí mudei de meta, e ela se transformou em ler 52 livros, um por semana. Ultrapassei o número estabelecido, e porque a gente gosta de emoção e é ousada para cacete, dobrei a meta. HAHA. O máximo de livros que tinha lido no ano tinha sido 65, em 2011. Seria um desafio.

Ter os livros nunca foi o problema. Não sei quantos livros tenho e não li ainda (só sei que são mais de 100, #nãomejulguem), então só com eles já bateria a meta estabelecida.

Mas as pessoas mudam. Eu mudei para caramba. Tem um monte de livros que comprei e hoje em dia não tenho mais vontade de ler (principalmente sobrenatural. Me fala de vampiro e anjo que eu começo a ter coceira). Mas, com amigas leitoras tão viciadas quanto eu, peguei muitooos livros emprestados e isso me ajudou bastante. 

Porém, o acréscimo mais importante para meu aumento considerável de leituras foi o Kindle. Vou cometer uma heresia terrível nessa próxima frase, segurem-se Braseeel: gosto mais de ler e-book que livro físico e leio muito mais rápido nele. #soltaabombaefogeparaasmontanhas

Se a Luciana de uns dois anos atrás lesse isso, ela me bateria e xingaria até a vigésima geração, mas o Kindle é prático, e eu falaria isso para ela. Tem luz própria, é leve, você ajusta o tamanho da letra que quer, leva centenas de livros com você em qualquer viagem e pra passar página só precisa de um toque. Sem abajur aceso incomodando o maridón ou aquele barulho de páginas passando no silêncio da noite. 

Não vou parar de comprar livros físicos, porque afinal, sou uma colecionadora. Mas agora pratico um consumo mais consciente. E mesmo os livros em e-book que leio e que preciso ter na coleção, eu compro. 

Outro fator importante, foi a descoberta dos New Adults (NA). Eu tento sair desse ciclo vicioso de personagens na faculdade, mas não consigo, minha gente! Aí já decidi que vou zerar o gênero, já me dei por vencida. Leio tudo e qualquer coisa do gênero que aparece na minha frente, mesmo que algumas vezes eu queira ralar a cara dos personagens no muro de chapisco.  Acontece que esse é o gênero que eu gosto de escrever, então toda essa leitura desenfreada é como um workshop pra mim. Pronto, segredo revelado.

Então, aí vão os 105 livros lidos em 2016 (li um de brinde), na sequência em que li:



E vamos para algumas estatísticas:
1- Li emprestado: 24 (22,9% do total)
2- Li no Kindle: 37 (35,2% do total)
3- Favoritei (o último favorito tinha sido em 2012): 3 (2,9% do total)  #Ficaadica: Novembro 9, Chá de Amor e A Thousand Boy Kisses
4- Não lançados no Brasil ainda: 15 (14,3% do total) 
5- Me fizeram alagar a sala de tanto de chorar: 2 (1,9%) #Ficaadica: Raio de Sol e A Thousand Boy Kisses
6- New Adults: 64 (60,9%)
7- São 5 estrelas cheias: 7 (6,7%) #Ficaadica: O lado feio do amor, Um caso perdido, Chá de amor, Talvez um dia, A voz do arqueiro, November 9 e A Thousand boy kisses

E não tem clássico nenhum de literatura, não tem poesia e se reclamar, ainda vou ler mais NA! HAHA Leitura é hobbie! Então leio o que dá na telha. É impressionante. O livro brilha na hora de ser lido. É assim que escolho a próxima leitura tooodas as vezes. 

Li 105 livros, mas escrevi poucas resenhas esse ano no TOC. Acho que falo tanto no skoob, que quando percebo, não faz mais sentido escrever a resenha completa aqui, rs. Desculpa meu povo! E não prometo que isso vai ser diferente em 2017, porque provavelmente não será. Só espero que o ritmo de leitura não seja alterado.
Ah... Só lembrando, alguns estão resenhados no Viagem Literária! Veja aqui.

Então é isso!
Feliz 2017 para todo mundo!
Que o ano novo seja cheio de muitas alegrias e livros cinco estrelas para todos vocês!
Bjins

terça-feira, 8 de novembro de 2016

#133: Senhorita Aurora (Babi A. Sette)

Postado por Luciana Mara às 14:10:00 0 comentários Links para esta postagem
Quer me fisgar com um livro/filme/série? 
Coloca música e dança no meio*!
E quando a história tem os dois? #olhosbrilhando
É um prato perfeito, para a leitora exigente que eu sou! Eu sou muita chata para julgar. Já morro de medo da hora em que eu for julgada. HAHA


Nicole é uma adolescente que só deseja uma coisa da vida: dançar. E quando se vê na oportunidade de concorrer a uma bolsa de estudos em uma das melhores escolas de dança de Londres, ela resolve arriscar. E não é que dá certo? 

Alguns anos depois, já formada, a jovem bailarina consegue o papel principal de uma peça da Companhia de Ballet de Londres. Seus sonhos estavam se realizando! E sua trajetória seria perfeita se não fosse um dos diretores do espetáculo: Daniel Hunt, um maestro inglês excepcional que insiste em ser intransigente o tempo inteiro. Dono de uma personalidade peculiar leia-se perfeccionista/exigente/ arrogante, Nicole não entende como pode ao mesmo tempo odiar e se sentir atraída por esse ogro! 

E como sua profissão e relacionamento se desdobram, saiba lendo Senhorita Aurora.
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Aí você pensa: que resenha é essa que você não escreveu nada? 
E eu te digo: vai na fé e leia o livro! Porque as melhores coisas da história devem ser descobertas em sua leitura. A melhor saída neste caso é fazer uma leitura "cega", se é que você me entende, rs

Há algum tempo, depois que postei a resenha da série droga After, fui retribuir ao comentário da Rafa e caí na sua resenha de Senhorita Aurora. Li o texto e fiquei louca para conhecer a história, aí veio a primeira surpresa: o livro só existe em e-book. 

Mas isso não me impediu de ler, porque agora sou a rainha humilde do Kindle! Já li 13 livros lá e agora o céu é o limite. Então, assim que tive o e-book em mãos, devorei. Li o livro inteiro em menos de 24 horas. E depois da leitura, fiz campanha com as amigas, fiz propaganda, fiz panelaço na janela da varanda, manifestação fechando a avenida... Porque o livro é maravilhoso e MERECE ser lançado em sua versão impressa. Senhorita Aurora merece um lugar na minha estante com os meus New Adults preferidos.

Mesmo amando histórias com música e dança, comecei a leitura com pé atras, porque o Daniel era muito mala. Achei que estava participando de um concurso de leitura de protagonistas babacas e não estava sabendo. 

Daí eu li mais. E li e li...
... e me apaixonei. 

Senhorita Aurora parece ser uma história comum, mas de comum não tem nada! É uma surpresa atrás da outra. Você ri, chora, se choca, seu coração se parte em mil pedaços, fica sem esperança, ama, odeia! É um misto de sentimentos sem fim. Senti tudo que um grande romance pode proporcionar.

Nicole é uma personagem forte. Não é qualquer um que consegue ter as mesmas atitudes que ela. Eu não teria! E já conversei com várias amigas e elas estariam no meu time. Não sei se a Nicole que é muito corajosa ou nós que somos muito conservadoras/cagonas.

Quero muito reler para marcar as minhas partes preferidas (que será quase o livro inteiro, rs) e já arrastei algumas amigas para o fã clube mental da história! Quero ler mais livros dessa Babi! #entendedoresentenderão #vouqueimarnomármore literáriodoinferno

Leia! Leia sim!
Senhorita Aurora uma grande lição de superação e de amor! Um tapa na cara da sociedade!
Depois venha aqui me contar o que achou (spoilers livres nos comentários, então cuidado!). 
Quando chegar no 66% da leitura, venha aqui surtar! rs 

Compre aqui!

Nota: 4,5 (no total de 5 estrelas) 

*: mas nem sempre ter um destes dois elementos garante sucesso comigo. Vide aqui.
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