segunda-feira, 28 de junho de 2010

#7: Emma (Jane Austen)

Postado por Luciana Mara às 20:33:00 4 comentários Links para esta postagem
Sinopse: Certa de que permanecerá solteira pelo resto da vida, Emma Woodhouse esquece os próprios anseios amorosos e passa a se dedicar aos sentimentos dos rapazes e moças que a cercam. Em sua atuação como "casamenteira", incorpora os costumes da Inglaterra vitoriana: apóia, aprova ou desaprova namoros conforme seu juízo de valores - fundamentado nas rígidas normas morais da época. Mas o amor escolhe caminhos que nada têm a ver com preconceitos sociais, e esta é uma verdade que Emma sequer desconfia que terá de enfrentar.

Comentários: Eu gosto de Jane Austen. Orgulho e Preconceito é uma história belíssima, daquelas que você não consegue largar e quando terminar tem vontade de ler novamente. Os personagens são cativantes, Elizabeth Bennet tem personalidade marcante e Mr. Darcy... ah Mr. Darcy. Razão e Sensibilidade é ótimo também. Teve história, aconteceu alguma coisa. O que não senti ao terminar de ler Emma.

Não senti emoção, não suspirei e tenho que admitir, até o capítulo XIII me senti lendo um livro da série Gossip Girl. Cadê o romance? Vi só intromissão na vida alheia.

Emma só influência Harriet a ser ambiciosa, faz especulações e fofoca sobre a vida dos outros e pensa apenas nos passeios que vai dar e visitas que tem que fazer. 

Não aguentava mais os looooongos discursos da Srta Bates, as asneiras da Sra Elton e os ‘pobre fulana de tal’ do Sr Woodhouse. Os galanteios de Frank Churchill eram estranhos e o comportamento de Jane Fairfax mais estranho ainda.

Mas admito que gostei do Mr. Knightley. Claro que nem nascendo uma n vezes ele será como o Mr. Darcy, mas ele pelo menos é racional e coerente. Faz observações acertadas e tem bom senso. 

Confesso que terminei de ler e fui ver o filme de Orgulho e Preconceito. Por quê? Porque tive que ver algo da Austen que me fizesse suspirar. Emma não cumpriu este papel.

Classificação:

Onde comprar: Saraiva

domingo, 27 de junho de 2010

#6: Família Walsh - Tem alguém aí?

Postado por Luciana Mara às 23:00:00 2 comentários Links para esta postagem

Sinopse (Tem alguém aí?): Este livro nos conta a história de Anna, que, após sofrer um grave acidente de carro em Nova York, volta para Irlanda a fim de se recuperar ao lado da família. Contudo, após um tempo com os pais, ela decide que é hora de voltar para os Estados Unidos e reencontrar o marido Aidan, os amigos, e retomar seu emprego como relações públicas da Candy Grrrl, poderosa empresa de cosméticos. Chegando a Nova York, Anna não encontra Aidan - ele não retorna seus telefonemas, emails e mensagens de voz. O que terá acontecido com ele?

Comentários: Já comecei o livro com vontade de chorar. Anna Walsh, a irmã mais parecida com a Helen fisicamente (que por sinal é a minha Walsh preferida, MK escreve um livro sobre ela por favor!!!) está destruída física e emocionalmente. Para se recuperar do acidente de carro que sofreu ela vai para junto da família, em Dublin. Mas é possível ter descanso e sossego na casa da família Walsh? Eu tenho certeza que diversão e risadas têm de sobra. 

Durante o processo de recuperação Anna nos conta da sua vida em Nova York, de como conseguiu o emprego dos sonhos (se você for mulher, gay ou metrossexual) em uma empresa de cosméticos onde não se pode apenas usar os produtos, mas também despachá-los para toda a família e como, devido ao trabalho, conheceu O Cara Perfeito, Aidan.   

Mas alguma coisa estranha estava acontecendo e ela precisava voltar urgente para NY, para sua vida. Precisava fugir de Dublin e da sua família louca, voltar para o trabalho e retomar seu casamento. Mas a ficha não caía... E quando caiu foi um choque.

O que eu mais gostei foi que este livro fala bastante do que acontece com as outras irmãs. Claire vestida de piriguete, Rachel casando, Maggie com seus medos vencidos e Helen investido em um novo ramo: a investigação. Isto mesmo, agora ela é detetive particular e tem como assistente a mamãe Walsh. Estas cenas são hilárias.

Este livro além de grandes risadas nos trás uma lição. Lição de superação, de que e necessário dar um passo de cada vez e sempre seguir em frente por mais adversas que sejam as situações que o destino nos impõe.

Ah... Juro que pensei que no grupo de apoio foi acontecer algo mais.

Assim como aconteceu com The Corrs o lema é: veio da Irlanda me conquistou.

Aprovado com louvor pela escala Rachel Berry (Glee)!

Onde comprar:  Americanas, Saraiva, Submarino

sábado, 26 de junho de 2010

#5: Família Walsh - Los Angeles

Postado por Luciana Mara às 22:27:00 3 comentários Links para esta postagem


Sinopse (Los Angeles): Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh... até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas - a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão!

Comentários: Los Angeles, terceiro livro da família Walsh, conta a história de Maggie, em minha opinião, a irmã Walsh mais sem graça (e infelizmente a mais parecida comigo ¬ ¬).

Maggie parece a filha perfeita. Mas nem tudo é o que aparenta. Ela engravida, aborta e acaba por perder o filho e o namorado. Casa-se com um homem perfeito, visto como rabugento e chato por toda a família por ser certinho, mas o tempo inteiro é perseguida pela lembrança do aborto que fez e por isso tem horror de engravidar. É ‘chifrada’ e resolve revolucionar: muda para Hollywood!  

Em meio a compras, bebedeiras, mudanças de visual (cabeleireiro que erra na mão, como eu sei como ela deve ter sofrido!), festas cheias de ‘estrelas fracassadas’, e alguns relacionamentos (e não só com homens o.O) Maggie faz um balanço de sua vida e vê que as coisas não eram exatamente como ela imaginava.
 
Apesar de não ser o meu preferido, o livro tem cenas bem engraçadas (principalmente as que envolvem o restante dos Walsh) o que já garantem minha recomendação. O essencial é ver que Maggie precisa revirar sua vida para se (re)descobrir e decidir o que ela quer para a sua vida.

Aprovado pela escala Rachel Berry (Glee)! 

  
Onde comprar: Americanas, Saraiva, Submarino
Leia antes: Melancia, Férias!

Ps.: Não é essencial ler os livros na ordem, mas é super recomendado ;)
 

#4: Família Walsh - Férias!

Postado por Luciana Mara às 20:42:00 2 comentários Links para esta postagem


Sinopse (Férias!): Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas (e que a divide com os seus amigos o.O). E é amiga - pode-se mesmo dizer muy amiga - de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro, uma clínica de reabilitação. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). E não é que ela está precisando de umas férias?Mas nada é como ela esperava...

Comentários: De todos os livros da Marian Keyes que eu já li (e já li os sete publicados no Brasil) este é o meu preferido. Achei incrível como um tema tão pesado como dependência química pode se transformar em um chick-lit. 
 
Morando em Nova York, Rachel acredita que sofisticação e glamour são as únicas características necessárias para ser aceita na sociedade. Assim, ela abusa das drogas porque é ‘normal e todos usam’ e cai na farra o tempo inteiro. Até que perde o emprego, o namorado e sofre um pequeno (grande) acidente (=overdose).

Depois de escrever um bilhete de despedida (sem saber ou lembrar) e quase morrer, Rachel volta para Irlanda e sua hilária família a encaminha direto para o Claustro. Rachel se anima toda, pois nada melhor como passar umas férias em um SPA chiquérrimo cheio de famosos. Mas nada é o que parece. A clínica na verdade tem um monte de velhos viciados e muitas sessões de terapia em grupo, atividade tratada com preconceito pela Rachel, uma vez que ela não admitia estar doente.

As visitas da família Walsh na clínica são diversão garantia (para os leitores e tristeza para Rachel) e a Helen, como sempre, está impagável. Paralelamente às histórias do Claustro, temos a recapitulação da história passada em Nova York, quando a Rachel conhece Luke (um dos homens de verdade).

Entre uma ida a sauna (cof...cof...cof...) com Chris, um dos internos não-velhos-de-casaco-marrom, e o confronto direto com as pessoas que ama e suas opiniões em relação ao seu vício ,Rachel começa a mudar e amadurecer rumo a superação dos problemas.

Mas será que ainda restará chance de reconquistar o lindo, romântico, carinhoso e divertidíssimo Luke e sua calça de couro? Ela conseguirá resistir ao vício, ao Chris, e, enfim retomar o rumo de sua vida?

E admito: a última frase do Luke no livro é a minha preferida (mas é proibida para menores = D)!

Aprovado com louvor pela escala Rachel Berry (Glee)!

Onde comprar: Americanas, Saraiva, Submarino 
Leia antes:  Melancia (Leia de preferência na sequência de publicação)

#3: Família Walsh - Melancia

Postado por Luciana Mara às 18:09:00 4 comentários Links para esta postagem

O abandono após dar a luz, internação em uma clínica de reabilitação, 'fim' de um casamento morno e aborto, recuperação após acidente de carro...
Isto deveria resultar em drama, mas acaba em comédia. Como? Através da (ótima, espetacular, genial, salve e salve) Marian Keyes (escreva até a mão cair, por favor!!!). 



Estas são as histórias das irmãs família Walsh: Claire (Melancia), Rachel (Férias!), Maggie (Los Angeles), Anna (Tem Alguém Aí?), Helen (sem livro publicado). Elas vão sempre de um extremo ao outro, choram d+, riem d+, pensam d+, falam bobagem d+, bebem além da conta e nos divertem (ou nos fazem chorar) mais ainda.

Sinopse (Melancia):Aos 29 anos, Claire após o parto é abandonada pelo marido que a estava traindo com a vizinha, também casada, ha 6 meses. Neste momento, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais de gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Nada tendo em vista que a anime, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, a mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e o pai, à beira de um ataque de nervos. Após passar alguns dias em depressão, bebendo e chorando, Claire decide avaliar os prós e os contras de um casamento de três anos. É justamente nessa hora que James, seu ex-marido, reaparece. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa.

Comentários: Este foi o primeiro chick-lit que eu li e a partir dele foi que aprendi a curtir este tipo de livro chamando na maioria das vezes de 'livro de mulherzinha'.

No início do livro Claire está destruída. Com a filha pequena e sozinha ela volta p/ Irlanda para a casa dos pais e passa váriassss páginas se lamentando da vida. O que tenho que admitir é que em um momento essa lamúria toda enjoa e foi neste ponto que várias amigas que eu indiquei este livro quase me mataram dizendo que a história era ruim.

É na Irlanda que começam a brilhar os demais personagens desta família louca: a irmã Anna, a obcecada pelo ocultismo; a irmã Helen, a conquistadora e demolidora de corações; sua mãe viciada em televisão e aversão à cozinha (minha parente – rs) e seu pai sempre tendo ataques devido ao número excessivo de mulheres que o cercam (fora a Maggie e a Rachel que não moram com os Walsh). 

Todos a apóiam e a incentivam a sair do poço em que ela está e é ai que Claire emagrece, compra novas roupas, começa realmente a se cuidar e é descoberta pelo Adam (para mim ele é o Tom Welling!), só que ela acredita que, na verdade ele está apaixonado é pela Helen. 

Quando tudo parece estar se acertando, surge James, seu ex-marido, querendo retomar a vida com Claire. Ela volta para casa, poderosa e ele não sabe a surpresa que o espera.

ps.: As cenas de bebedeira e pegação são ótimas!!!

Aprovado com louvor pela escala Rachel Berry (Glee)!

Onde comprar: Americanas, Saraiva, Submarino

#2: Fazendo meu filme 2 - Fani na Terra da Rainha

Postado por Luciana Mara às 13:38:00 5 comentários Links para esta postagem
Autora: Paula Pimenta, Editora: Gutenberg, 1ª edição, 2009, 328 páginas.

Sinopse: Depois de conquistar milhares de leitores e leitoras, a nossa doce e querida Fani volta ainda mais divertida e encantadora. O segundo volume do livro Fazendo meu filme apresenta as aventuras de Estefânia Castelino Belluz na terra da rainha. Sim, na Inglaterra! Longe do grande amor, ela passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.
 
Mais do que a história de uma adolescente que se encoraja a fazer intercâmbio e morar fora por um ano, este livro fala de um grande e delicado amor. Em meio a uma avalanche de sentimentos e acontecimentos surpreendentes, ela consegue viver intensamente na Inglaterra, conhecendo pessoas que conquistam seu coração e sua amizade para toda a vida. Porém, o melhor filme de sua vida ainda está para ser contado, ou melhor, vivido…


Comentários: Fazendo Meu Filme 2 conta a história de Fani em seu intercâmbio na Inglaterra, suas descobertas, experiências, novas amizades, nova família e antigas emoções. O livro inicia justamente onde FMF1 parou.

De início, Fani se sente dividida entre a possibilidade de viver novas experiências e a saudade de tudo (e principalmente quem) ela deixou no Brasil. Ela chora muito e acaba decidindo que bloquear aquele sentimento era a única solução para resistir a este um  ano longe do Brasil.

Mas ela não se mantém totalmente afastada de todos. O recurso de escrever e-mails e apresentar conversas no msn foi uma ótima saída para nos atualizar sobre a vida dos personagens no Brasil. Assim foi possível acompanhar a vida dos amigos de Fani, personagens que também aprendemos a amar.

Mas admito que os e-mails do Leo no início do livro e a conversa dele com a Fani no telefone quase me arrancaram lágrimas. Mas chorar, lendo dentro do ônibus, seria meio incompreensível e vergonhoso aos olhos dos demais passageiros (rs).

Em relação à família inglesa, não posso deixar de falar da Tracy, a irmã de intercâmbio. Juro que ri quando li que ela era mais doidinha do que a Natália, o que acabou se confirmando e me matando de vergonha.

Durante toda a leitura me senti dividida. Sabia que tinha algo estranho nas histórias do Brasil, mas não pude deixar de curtir (nem que fosse um pouquinho) o Christian. Fofíssimo também. Oh Fani que tem sorte!!!

Mas tenho que admitir que aquela cutucada no ombro no fim do livro deixou o gostinho de quero mais.
Esperando FMF3! Que venha outubro. 
Onde comprar: Saraiva
Leia antes: Fazendo meu filme

#1: Fazendo meu filme - A estreia de Fani

Postado por Luciana Mara às 12:48:00 5 comentários Links para esta postagem
 
Autora: Paula Pimenta, Editora: Gutenberg, 2ª edição, 2009, 336 páginas.

Sinopse: Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.

"Fazendo meu filme" nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.

Comentários: Então, sempre fui meio preconceituosa com literatura brasileira, mas vi tantos elogios para este livro que acabei me rendendo. Adoro romance e adoro rosa! De cara a capa me conquistou.
 
Fazendo meu filme conta a história da Estefânia, ou Fani como prefere ser chamada, uma mineirinha de BH assim como eu. Ela é uma garota sonhadora e que deseja apenas curtir as oportunidades que a vida oferece.

Ela é apaixonada por filmes (e inicialmente por seu professor de biologia também), adora ir ao cinema/conversar com os amigos seja ao vivo, por telefone, e-mail ou msn. E não há como não falar da Gabi, Natália, Leo, Priscila, Alberto, personagens que também me conquistaram.

Outro ponto que me conquistou foram as citações dos filmes (devo confessar que alguns eu não conhecia, mas me deixaram curiosa e outros estão entre os meus preferidos) que encaixam perfeitamente bem com a situação descrita.

Após a descoberta de uma ex-paixão, ela descobre que havia muitos sentimentos que já estavam crescendo há tempos, mas que só agora tiveram a oportunidade de aflorar. Será que daria tempo de resolver os desencontros antes da viagem para a Inglaterra, onde ela ficaria durante 1 ano?

Voltei no tempo e me diverti muito. Li sobre coisas que eu já fiz/queria fazer/passei com meus amigos quando tinha meus 16 anos. E os presentes dados pelo Leo, sua especialidade, me inspiraram para criar parte do presente que dei para o meu Léo (o meu é sempre com acento ;)) no dia dos namorados. Segue a minha lista (com ajuda da mamys): 

01. In my life - Beatles    
02. Kiss me - Sixpence none the richer
03. Love you till the end - The pogues
04. Our kind of love - Lady Antebellum
05. Thank you for loving me - Bon Jovi
06. I Don't Want To Miss A Thing - Aerosmith
07. All About Lovin' You -Bon Jovi
08. You Are My Home -Vanessa Williams
09. Love Is - Vanessa Williams
10. I Love You - The Cranberries
11. Next To You -Paula Abdul
Três faixas bônus (segredo!!!)

Onde comprar: Saraiva

 

sábado, 19 de junho de 2010

Livros em números

Postado por Luciana Mara às 12:39:00 4 comentários Links para esta postagem
 

Nada mais apropriado do que utilizar de meios estatísticos para descrever sobre meus livros.

Gosto de (quase) tudo, principalmente de romances, livros de fantasia, policial, chick-lit. Sigo palpites de leitoras compulsivas e dou vários pitacos nas compras das minhas amigas. E o essencial, oriento-me pelas palavras chaves: descontos e promoções!!!

Na Figura abaixo ilustrei minhas aquisições por ano. Minha barra de 2010 é um bebê, ainda está em fase de crescimento. Pelos meus cálculos, fiz uma previsão de que preciso comprar mais 35 livros este ano para acompanhar o crescimento dos anos anteriores (preciso de uma nova estante urgente!!!)

 
Em média, gastei R$20,80 por livro, sendo o preço mínimo de R$5,80 (Caçador de Pipas, mega promoção, claro) e máximo de R$56,50 (Nárnia). Dos livros que eu me dei de presente, 93% comprei online.

Do total (n=111), 14% ganhei de presente e 46% são de fantasia. E curiosidade, sabia que os preços dos livros deste gênero são, em média, 5 reais mais caros?

Sim! Fiz as contas... (rs)

Abrindo as portas

Postado por Luciana Mara às 12:15:00 1 comentários Links para esta postagem

Esta garotinha ai abriu uma porta e para ela surgiu um novo mundo.

Um lugar fantástico, repleto de criaturas mitológicas, animais falantes e muita mágica. Local encantado, em que o tempo passou e parou, em que viveu aventuras, cresceu e aprendeu, e que o fim levou ao começo.

O mundo é repleto de portas como esta, tendo os livros como maçanetas. A leitura nos transporta, transforma e recria. Remete-nos a novas experiências, novas visões e várias expectativas.

Neste universo (in)finito de criação é possível reviver uma história real ou viver uma história inventada. É possível sermos heróis ou vilões, mocinhas ou bandidas seja no presente, no passado ou no futuro. É possível viajar.

Às vezes o fim não corresponde ao começo, não do jeito que esperamos, especulamos ou sonhamos. Nestes casos deve-se refletir, fechar esta porta e abrir outra(s). Há n portas por ai. Basta escolher uma e arriscar-se. Uma viagem literária nunca é um tempo perdido.

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