segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

‘Perdoa-me pai, eu comprei’ - Fevereiro (2011)

Postado por Luciana Mara às 20:39:00 16 comentários Links para esta postagem
“Chove lá fora. E aqui tá tanto calor. Me dá vontade de saber...”
A música me veio a cabeça e me vi no direito de adaptá-la.
Estou observando “a rua, a chuva, mas não a fazenda”, enquanto penso no inevitável. Compras.

Diário de uma Garota Nada Popular (Rachel Renée Russell)-Gincana do Viagem Literária
Queimada (P.C Cast, Kristin Cast)
Como Se Livrar de Um Vampiro Apaixonado (Beth Fantaskey)
Julieta (Anne Fortier)
Diário de uma Paixão (Nicholas Sparks)
DVD: Moulin Rouge, Chicago, Dirty Dance, Bones (1-4 temporadas)

Em 15 de agosto de 1986 eu nasci. Eu era uma graça, azul, com um ovo na cabeça e com as pernas tortas como um alicate de unha. Definitivamente aquela frase: “ah... mas tem saúde” se aplicava a mim.
Meus pais me registraram como Luciana e foram muito gentis, porque eu mais parecia um ET. Se tivessem me chamado de Etelvina, eu não estranharia (mas sabendo o motivo eu me emputeceria).
Eu era uma doce criança. Só chorava quando estava acordada (dã) e só ficava calada quando via TV. A mania de DVDs vem do berço (literalmente).

Aos 6 anos, eu era uma graça. E fazia tanta graça que, definitivamente, se pudesse a minha mãe trocaria meu nome para Cida, de Aparecida. Onde tinha uma música, uma máquina ou uma filmadora, lá estava eu.
Na infância, eu nunca brinquei de casinha. Minha mãe guardava as bonecas até com aquelas faixas de plástico na cabeça, para não estragar. Resultado: meus livros só em saquinhos.

Aos 10, idade de rusgas entre meninos e meninas, recebi o ‘nome’ que eu mais abomino na minha história: Maria das Canelas Tortas. Pessoas, entendam! Eu era pequena, magrinha e ainda tinha as pernas levemente arqueadas (gostaram do sinônimo de tortas?) e as expunha com o uniforme da escola. Maldita bermuda!!!

Aos 12, eu cresci (uns 10 cm e parei por aí, atingindo uma grande marca de 1m 59cm e meio!) e começou meu problema que perdurou até pouco tempo atrás. Roupas! Eu odiava comprar roupas! Calças, por exemplo, ou ficavam do tamanho certo na cintura e ficavam pega-frango, ou ficavam do tamanho certo no comprimento, mas cabiam duas Lucianas na cintura. Muito prazer, me chame de Olívia Palito (de dente).

Então, aos 20 eu descobri as bolsas. Magras, gordas, baixas, altas, elas dão certo com qualquer biotipo. Surgiu meu 1º amor. Comprava várias e várias, tantas que nem lembro (puxei a péssima memória do meu pai. Se ele esqueceu minha irmã na maternidade, porque eu não posso esquecer as bolsas que eu comprei? o.O).
 
Eu sempre li. Teve uma época que eu lia duas culturas inúteis por dia (apelido que eu e minha mãe dávamos para os romances de banca). Então comecei a fazer estágio e uma (pouca) grana foi pintando no bolso. Nesta época, meu sobrenome era Bicho-do-Mato (dava 1cm do meu cabelo – que odeio cortar – para não sair de casa).
Daí entrei no mundo das compras virtuais, minha perdição. Mas fala que não é muito mais fácil que comprar roupas? Basta pesquisar (no conforto do lar), pagar e esperar chegar. É super gostoso! A sensação da espera da entrega é ótima.

E, recentemente comecei a olhar um carro e tudo é tão específico (o carro é meu, mas eu só escolhi o modelo, meu pai impôs mais um monte de outras condições) que fico nervosa. E  desesperada.
Estou estressada com isso. Acabei de quebrar a forma de gelo com o cartucho da impressora. Preciso de tinta para imprimir uns boletos.
Ah... Comprei. Válvula de escape.
Muito prazer! Meu novo nome? Becky Bloom!

Sou e já fui várias pessoas em uma só. Doideira? Sorry, este é meu sobrenome! E a música que me veio a cabeça? Salve Raul...
"Prefiro ser. Essa metamorfose ambulante."
 
E psicólogo para que?
Conte-me sua história, eu mesma te analiso e descubro as fontes das suas neuroses.
Forma de pagamento?
Dá uma olhada AQUI e descubra! =)

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E mais uma segunda-feira da sorte!!! Ganhei marcadores da Leitura & Devaneios. Obrigada Lu!

Conheça AQUI  a primeira segunda-feira da sorte.  E aí estão meus mimos. Obrigada Cíntia!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

#48: A Pirâmide Vermelha (Rick Riordan)

Postado por Luciana Mara às 20:34:00 14 comentários Links para esta postagem
Sinopse: Desde a morte de sua mãe, Carter e Sadie viveram perto de estranhos. Enquanto Sadie viveu com os avós, em Londres, seu irmão viajava pelo mundo com seu pai, o egiptólogo brilhante, Dr. Julius Kane.

Uma noite, o Dr. Kane traz os irmãos juntos para uma experiência de “pesquisa” no Museu Britânico, onde ele espera para acertar as coisas para sua família. Ao contrário, ele liberta o deus egípcio Set, que expulsa-lo ao esquecimento e forças das crianças a fugir para salvar suas vidas.

Logo, Sadie e Carter descobre que os deuses do Egito estão acordando e, o pior deles – Set – tem a sua visão sobre o Kanes. Para detê-lo, os irmãos embarcam em uma perigosa viagem em todo o mundo – uma busca que traz os cada vez mais perto da verdade sobre sua família e seus vínculos com uma ordem secreta que existiu desde o tempo dos faraós. 

Comentários: Há algum tempo, quando eu vi que estavam lançando mais um livro do Rick Riordan (autor da série-xodó Percy Jackson) eu pensei: eu PRECISO ter este livro!

Para mim, sempre é PRECISO e nunca eu QUERO. Vida de pessoa compulsiva é assim.
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Sadie e Carter, 12 e 14 anos respectivamente, eram irmãos, mas só se viam duas vezes ao ano. A vida dos dois foi modificada quando, misteriosamente, a mãe deles faleceu e Sadie passou a viver com os avós maternos em Londres, enquanto Carter ficou e viajou com o pai, o famoso arqueólogo Julius Kane, por todo o mundo. 

O natal tinha chegado e era hora dos irmãos Kane se reencontrarem. Mas, nesta viagem, Julius estava estranho. E, enquanto esperava que o filho chamasse sua irmã para um passeio, Julius discutia com um homem misterioso. Impulsiva e rebelde, Sadie arrastou o irmão para escutarem a conversa. Carter e a irmã ouviram fragmentos do que foi dito, mas não compreenderam nada do que estava acontecendo.
Hieróglifos

Então, os três pegaram um táxi e foram para o destino definido para celebrar o natal, o British Museum (que pai - arqueólogo - leva os filhos para comemorar o natal num museu?). Julius procurava um antigo artefato, a Pedra Roseta. E quando a encontrou, ele prometeu aos filhos que tudo ficaria bem e pediu para que eles trancassem o funcionário do museu e ficassem distantes de onde ele estava com a Pedra. E o que a Sadie resolveu fazer? Foi lá, claro! Então, hieróglifos apareceram, e de repente houve uma explosão e Julius foi levado para a terra em um caixão. 

Então, eles viram o Lorde Vermelho, um homem e uma garota e desmairam. E quando acordaram, eles foram  interrogados pela polícia pela destruição da Pedra e desaparecimento do pai, mas ninguém acreditou na versão da história contada pelos irmãos. Eles então foram levados para a casa do avô,  foram deportados, mas misteriosamente acolhidos pelo homem que discutia com Julius antes deles irem ao museu. Qual a ligação deste homem com a sua família? E quem eram os Kane?

Então, as viagens começaram. E em cada lugar, uma nova aventura. Vários personagens apareceram e enriqueceram a história. Seres híbridos, deuses, bichos (babuíno e um crocodilo branco), bonecos de cera, magos...  E onde Bastet, Doughboy, Zia, Desjardins, Khufu, Filipe da Macedônia,  Tot, Apófis, Anúbis, Iskandar, Set, Néftis, Osíris, Hórus, Isis se encaixam nesta história? Para que serviam os amuletos que Sadie e Carter usavam? E o que era a Casa da Vida?

Leia, se divirta e descubra!
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Ao término do livro, senti o mesmo que no fim de qualquer um dos volumes da série do PJ: 'Eu preciso de mais'! Mas infelizmente, este caso PRECISAR não é COMPRAR/LER, mesmo porque a continuação ainda nem foi lançada lá fora.

A história é divertida e viajada (literalmente). E nunca, nunca poderia reclamar que a história é monótona. Há tantas mudanças de cenários, tanta ação que em algumas vezes eu precisava parar, dar uma organizada na história na minha cabeça e só então prosseguir a leitura.

Coisas que eu gostei:

1) o recurso de alternar a narrativa entre os personagens principais. Eu sou suspeita para falar, pois curto história em 1ª pessoa, então alternando os personagens deu para 'sentir' bem cada um. Eu gostei do Carter, mas sou fã de carteirinha da Sadie. Ela tem tiradas engraçadas e é meio doidinha, do jeito que eu gosto. O fato de um interferir na história do outro também ficou um show. Eu tiro o chapéu para o tio Rick.

2) O tio Rick tem o dom de usar a mitologia! (Mas ao contrário da grega que eu tinha um pouquinho de noção, na egípcia eu era totalmente leiga. Acho que estou com alguma defasagem de imaginação. Achei tão difícil imaginar aqueles seres híbridos). ¬¬

3) O desaparecimento, aparecimento, desfecho e reviravoltas de alguns personagens.

4) Os títulos dos capítulos! Eu sou fã dos títulos dos capítulos do tio. Eu fico imaginando onde é que aquela situação entra na história (confesso que eu não consigo me segurar e leio os nomes dos capítulos antes de começar a história).

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, vou tirar uma estrela da avaliação. E a pergunta que fica é: se você gostou tanto do livro, porque não 5 estrelas? Simples! Foi porque o livro vem da mesmíssima fórmula de Percy Jackson. Pré-adolescente tem parente raptado, filho de pessoas 'poderosas', percebe que sua vida é estranha e descobre que tem poderes, tem até uma certa data para finalizar sua tarefa, têm ‘sonhos’ reveladores...

 


Nota mental: Preciso de Tequila Vermelha. Quero conhecer o tio Rick sob outra fórmula.

Sorry, mas foi impossível não comprar o livro com Percy Jackson!

 Ps.: Livro da lista do desafio de férias do Garota It!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Selinhos nº3

Postado por Luciana Mara às 21:28:00 16 comentários Links para esta postagem
Iupi!
Mais um momento narcisista ou tapa-buraco! Interprete como quiser =)
Adoro selinhos! E obrigada Rafa do Fascinada por Histórias e Kellen do Tudo O Que Me interessa por me indicarem.

•    Qual o gênero do livro perfeito?
Chick-lit! Foi assim que conheci a Becky e fui abduzida para seu mundo de compras, mas ‘compramente’  modificada. 
Mas gosto de sobrenatural e romance também.
•    Qual é a época do livro perfeito?
Contemporânea.
•    Qual o mocinho do livro perfeito?
Não vou citar nomes e sim características, senão ia ficar aqui o dia inteiro escrevendo.
Gosto de mocinhos misteriosos, independentes, charmosos e já que é tudo ficção mesmo, lindos e irresistíveis!
•    Qual a mocinha do livro perfeito?
Não sendo pateta, passada e resmungona para mim está ótimo!
•    Qual o vilão do livro perfeito?
Tenho uma queda enoooorme por vilões. Gosto daqueles que não medem esforços para se dar bem. Um vilão charmoso também ajuda.
•    Qual o enredo do livro perfeito?
Aquele que não me deixa dormir porque não consigo desgrudar do livro.
•    Qual o público do livro perfeito?
Juvenil e adulto. (Sacolinha!!! Porque nunca consigo responder com uma opção só?)
•    Qual o escritor do livro perfeito?
Apesar dela enrolar um tanto bom, gosto da Marian Keyes.
E para não perder o costume, gosto da J.K., Rick Riordan, Stieg Larsson (porque você morreu deixando só 3 livros?) e mais outros tantos.
•    Quem seria você no livro perfeito?
A vilã que se dá bem no final, ou a mocinha linda e perfeita que se dá bem no final. Claro que em ambos os casos eu ficaria com o mocinho gato, com o vilão gato ou com os dois =P
•    Qual a capa do livro perfeito?
Aquela que me faz esperar ansiosamente a cena do livro em que aquele desenho da capa acontece.
•    Qual o título do livro perfeito?
Cara, que pergunta doida. ‘Eu sou maluquinha, mas sou feliz’ tá bom? Não, né?! Está parecendo título de auto-ajuda. Então, sei não...
•    Quem merece fazer seu livro? (indique blogs amigos para este meme!)
No fim do post!

•    1.Qual o seu objetivo mais pessoal?
Lá vem o ‘qual’ de novo. Se for ‘qual’ é ser feliz, mas se forem ‘quais’ podem ser: crescer profissionalmente, juntar os trapinhos com o bem, ter uns catarrentos e viajar bastante.
•    2. Que tipo de música você prefere?
Pop, rock. Vai de The Corrs a Nirvana (passando longe de funk, pagode, sertanejo e bandinhas de emo).
•    3. Tem alguma música em especial?
Tenho, mas deixa para lá =)
•    4. Gosta de ver fotos?
Adoro. Principalmente impressas.
•    5. Último filme que viu no cinema:
Crônicas de Nárnia: Viagem do Peregrino da Alvorada.
Meu Deus! Tem muito tempo...
•    6. Você é convencido?
Não, eu acho.
•     7. Quais os problemas mundiais que te preocupam mais?
Desigualdade, fome.
•    8. Até onde você é capaz de ir por amor?
Eu queria poder fazer loucuras, mas sou meio seca para estas coisas.
•    9. Gosta de ler?
Oh pergunta. Claro!
•    10. O que acha mais romântico?
O Léo é o que eu conheço de mais romântico (estou fazendo tanta propaganda que até eu fico com medo).
•    11. Você é capaz de morrer por alguém?
Sim.
•    12. Você acredita em horóscopo?
Acho que as características das pessoas estão relacionadas aos seus signos. Mas não acredito naquelas previsões coletivas, tipo:
Horóscopo de Fevereiro: signo Leão
Você será promovido. Viagens estão previstas para este mês. No amor, você passa por um período de calmaria.
Pelo amor de Deus! E quem não trabalha? E quem não viaja? E quem de Leão está solteiro? Tudo papo furado =P
•    13. Você é organizado?
Só com meus livros e DVDs. Se você abrir meu guarda-roupa ele pode cair em cima de você.
•    14. Você tem medo de andar de avião?
Nunca andei, então ainda não sei.
•    15. Gosta de sol, praia?
Gosto, mas prefiro um friozinho nas montanhas.
•    16. Você usa óculos?
Sim.
•    17. O que faz aos sábados pela manhã?
Durmo até tarde, escrevo, visito blogs e saio com a mamys para fazer compras.
•    18. Você vê muita TV?
Um bocado, viu?! Sempre que eu estou em casa a TV do meu quarto está ligada.
•    19. Tem algum fetiche?
Não que eu me lembre.
•    20. O que você mudaria no mundo?
Como uma boa candidata a miss: desigualdade social e pediria a paz mundial.
•    21. Você é vaidosa?
Só um pouquinho, pouquinho mesmo. Tenho muita paciência com isso não.
•    22. Você gosta de seus vizinhos?
Tanto faz. Não tenho muito contato mesmo.
•    23. Gosta de sopa?
Huahuahua... Que pergunta! Mas gosto, com bastante legume.
•    24. A que horas você se levanta?
6h da matina. Tenho preguiça só de pensar.
•    25. Partilhas teu quarto com alguém?
Não.
•    26. Você é uma pessoa simples?
Sim.
•    27. Você tem boa memória?
Definitivamente não. Puxei meu pai.
•    28. Você vê desenho animado?
Adoro! Vejo todo sábado de manhã.
•    29. Tem jeito pra escolher presente?
Sei lá, ninguém nunca reclamou. Sei que tenho jeito de ganhar (rs).
•    30. Você já acampou?
Não.
•    31. O que faz nas férias de verão?
Leio, assisto filmes e seriados, saio com amigos e durmo muito.
•    32. Sai à noite? Aonde costuma ir?
Esporadicamente com os amigos e com o Léo (uma vez por semana) para enchermos nossas pochetes (vulgo barrigas). Vamos à Shoppings ou restaurantes.
•    33. Primeira coisa que você lava no banho?
Mãos.
•    34. Com quem você vai estar hoje à noite?
Com meus pais e minha irmã.
•    35. O que vai fazer amanha?
Trabalhar e comer pizza!
•    36. Qual foi a última vez que você chorou?
Não lembro.
•    37. Estação preferida?
Inverno
•    38. Já bateu em alguém?
Não que eu lembre.
•    39. Qual a última música que você fez para você mesmo?
Nunca fiz.
•    40. Você fala o que vem na sua cabeça?
Falo! Não consigo guardar.

 

 •    1°- Indicar a 10 blogs
No fim do post.
•    2°- Conte um sonho que você tem:
Sempre sonho que estou descendo escada e acordo mexendo as pernas.
•    3°- Uma frase que te veio agora na cabeça:
‘Que fome!’
•    4° - Seu maior medo:
Ficar sozinha.
•    5°- Um livro que você leu e ficou sonhando:
Crepúsculo (mas foi há muitoooo tempo, em 2008).
•    6º - Seu melhor amigo?
No plural, por favor. E aleatório: Léo, Mamys, Louise, Gi, Fê, Ana, Reje e Lívia.
•    7°- Uma música que te faz sonhar:
Cri, cri, cri...
•    8°- Você tem um amuleto? Qual é?
Não tenho.
•    9°- Conte um sonho que você teve e ficou com medo:
Sonhei com o pai de uma amiga, já falecido. Ele me disse para falar uma coisa com ela e eu não lembrei quando acordei. Acordei desesperada! No meu sonho eu encontrei com ela, ela e eu sabíamos que ele estava morto, eu conversei com o pai dela, ela me perguntou a cor da blusa que ele estava usando, eu falei ‘azul escura’ e disse: ‘ele pediu para eu te falar que....’. Eu acho que era coisa boa. Queria ter lembrado para falar com ela de verdade.

 

Regras para quem recebe o selo?
•    1. Exiba a imagem do prêmio (selo)
•    2. Post o link do blog que o premiou: Rafa do Fascinada por Histórias e Kellen do Tudo O Que Me interessa
•    3. Publique as regras;
•    4. Indique 10 blogs para receberem o selo
•    5. Avise os indicados.

Indico estes selinhos para todos os meus parceiros (dá uma olhada no ‘visite’ que ainda não responderam).

Ps.: 99 seguidores!!! \o/
Quem será o número 100, hein?!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

#47: Comer, Rezar, Amar (Elizabeth Gilbert)

Postado por Luciana Mara às 20:26:00 26 comentários Links para esta postagem
Sinopse: Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. "Comer, Rezar, Amar" é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal. 

Comentários: Há vários anos atrás (que coisa de velha) o Léo me emprestou 'Uma Mente Brilhante'. Naquela época, eu estava de férias e era uma estudante consideravelmente falida, o que significa que eu não fui até a biblioteca ou comprei outro livro, e sim, simplesmente comecei a ler o que eu tinha conseguido emprestado. 

O fato é que abandonei a leitura logo de início. O que mais me incomodou foi a falta de travessões, um dos requisitos básicos na hora de eu escolher um livro. 

Neste dia, ao abandonar este livro, eu comecei a falar que odiava biografias. Não que eu possa dizer que este é um dos meus gêneros favoritos, longe disso. Mas agora posso dizer que é melhor não generalizar. Comer, Rezar, Amar provou isto.
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Tem algumas pessoas que podem fazer da sua vida um livro e Elizabeth é uma delas. 

Liz é uma escritora bem sucedida, independente financeiramente, casada, dona de uma big casa, mas decididamente infeliz. 

Seu casamento estava desmoronando. Ela passava as noites em claro chorando no banheiro, e a conclusão que chegou foi de que ela não queria estar casada, mas também não sabia o que fazer. Então, em uma destas noites de tormenta, ela começou a rezar e ouviu uma voz dentro dela mandando-a voltar para cama, e que esta voz a amava. Era tudo o que ela precisava.


Em seguida, ela decidiu se divorciar. Mas o que era para ser um período de libertação, acabou sendo mais um período de sofrimento, pois seu marido não queria assinar os papéis. O processo durou anos, e neste tempo, Liz conheceu David. 

Mas ela acabou se dedicando demais ao relacionamento que vivia em altos e baixos. Eles ficavam juntos, ela ficava dependente, eles terminavam, ela sofria e quando se  fortalecia, ele a procurava novamente, fazendo da relação um círculo vicioso. 

Então, ela decidiu dedicar um tempo a si mesma e sua recuperação. Vendeu antecipadamente os direitos do livro que escreveria  e decidiu viajar por um ano (que vida difícil, ai, ai...). 

Itália
Primeira parada, Itália. Liz amava a língua do país e resolveu passar 4 meses para aprendê-la. Ela entrou em um curso de italiano, mas acabou aprendendo mais com os amigos que fez no país. E na Itália ela aproveitou para comer. Ela saiu em busca dos melhores pratos, em busca apenas do prazer. Mas prazer apenas alimentício, porque ela decidiu não se envolver com ninguém nesta viagem (e deixou os italianos lá!!! Doida varrida). 
 
Índia
Então, depois de muito se entupir de pizza, segunda parada: Índia. Ela que ia ficar em um ashram (comunidade que promove a evolução espiritual) por apenas algumas semanas e depois visitar outras partes do país, resolveu passar os 4 meses lá. Ela trabalhou, faz amigos e meditou muito (acordava 3 horas da manhã para meditar, socorro!!!). Aqui, ela se purificou. 


Indonésia

E finalmente, a Indonésia, onde ela foi atrás do xamã que conheceu em sua primeira viagem a Bali dois anos antes. O xamã prometeu ensiná-la outras técnicas de meditação em troca de treinarem o inglês dele.
Em Bali, ela também conheceu Wayan, uma xamã divorciada que criava uma filha e duas garotas com o pouco que recebia. Liz e Wayan se tornaram amigas, e Wayan prometeu que encontraria um namorado para Liz. 

E juro, que as coisas se encaixaram tão bem que às vezes, apenas às vezes, desconfiei de que tudo aquilo aconteceu de verdade. Leia e tire suas próprias conclusões.
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Antes mesmo de iniciar o livro, eu já preparava umas três pedras na mão para detonar cada uma das três partes da história.

Eu já havia lido no Skoob resenhas de pessoas que não gostaram, que a acharam parada demais e que a parte do 'Rezar' era um porre. Eu não achei nada disso simplesmente porque a história é REAL. Esta é a história de alguém que reconheceu que tinha problemas e fez o que precisava para se recuperar e evoluir. E a vida da Liz é mais agitada do que a de muita gente. Se eu fosse escrever uma história da minha vida provavelmente ela se chamaria 'Ler, Comprar, Navegar' e isto sim seria um porre.

Este foi um livro que me fez sentir. Eu quis viajar, comer pizza (juro que quando ela descreveu a sensação de comer a melhor pizza da vida dela, minha boca salivou), conhecer Roma, fazer amigos, meditar (mas não três da manhã), viajar sem rumo e sem planejamento, ajudar alguém e passar o dia em uma ilha.

A história é suave e serena, se é que estes podem ser adjetivos de um livro. Há várias descrições das cidades e um pouco de sua história, seus rituais e crenças, então é preciso estar preparado e aguentar uma enxurrada de informação. Mas longe disso ser ruim, eu acho que por serem culturas pouco conhecidas pela maioria das pessoas (exceto sobre a Itália que todo mundo sabe um pouquinho) estas informações eram necessárias. Talvez isto faça com que a narrativa seja lenta e muita gente meta o p@#.

E devo dar um destaque aos amigos que a Liz tinha e nos que fez pela sua andança no mundo. Ela teve o dom de conhecer pessoas leais, legais, simpáticas e engraçadas que acrescentaram e muito na história.

E após o meu momento de reflexão (coisa que dura, em média, 5 segundos) eu aprendi:

1) Em 'Comer' que é essencial fazer o que se deseja em busca do prazer. Se quer comer, coma (mas se ao contrário da Liz você não quer engordar 11 quilos em 4 meses faça um exerciciozinho), se quer aprender uma língua porque você a acha bonita, o faça. Satisfaça a você mesmo.
2) Em 'Rezar' que Deus está dentro de mim. Aprendi que é essencial eu estar em paz comigo mesma para entender meus problemas e buscar soluções.
3) Em 'Amar' que devemos buscar o equilíbrio em todos os aspectos da vida e que quando alguma coisa ou alguém tiver que aparecer isso acontecerá.

E eu li o 'Comer' e o 'Rezar' correndo doida para chegar no 'Amar'. E nesta parte fui apresentada ao 'Felipe' vulgo José (nome verdadeiro do amor da Liz - conheça-o AQUI) lá na página 270 e poucas. Ele é brasileiro, e isto é citado tantas vezes como motivo para tudo que o 'Felipe' fizesse que me enjoou.. Então, posso dizer que o 'Amar' foi incrivelmente a parte que menos gostei.

Com certeza, é um livro que se o crescimento exponencial da minha fila permitir, eu lerei de novo. Ainda tenho muita coisa a absorver dali.

E também tem um filme baseado no livro, mas eu ainda não vi. Mas vou remediar isto assim que possível.



Este livro faz parte da lista do desafio de férias e do desafio literário (Clique nos nomes dos desafios para conhecer a lista completa).

 E para o livro:



Obs. 1) Li 'Beber, Jogar, F@#er', a história de um homem corneado e abandonado que resolve buscar diversão bebendo na Irlanda (sonho ir lá), jogando em Las Vegas e f@#&*#@ na Tailândia. A semelhança entre os dois livros está apenas no título ser composto de verbos. É quase um Opúsculo em relação à Crepúsculo. Irgh...
          2) Escreve menos Luciana!!!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

'Perdoa-me pai, eu ganhei... E vou lotar minha estante'

Postado por Luciana Mara às 13:02:00 26 comentários Links para esta postagem
Esta é uma edição especial e extraordinária!!!

Canso de reclamar do meu azar no jogo (Dá uma olhadinha no texto de Promoções na barra principal).

Rifa? Meu número nem raspava na trave
Bingo? Nem uma linhazinha eu completava.
Sorteio? Participo de vários e até hoje só tinha ganhado marcadores da Thanny.
 
Então, eis que a sorte se revela.
 
Toda a segunda-feira é um porre! Acordar cedo, pegar engarrafamento, assar no serviço. Segunda é sinônimo de saco! Domingo já é um pré-saco, então segunda é um saco inteiro! Tenho horror a segunda-feira!!!

Pois então, estava eu preparando para mais um dia daqueles, quando a Desa do twitter me perguntou se eu tinha ganhado no sorteio do Free to be me. Eu-ganhando-um-sorteio? Ha! Devia ser engano.

Então entrei no blog da Cíntia.

1ª boa notícia: Sorteio de um kit com dois marcadores, um bottom e um calendário do livro "Entre o amor e a amizade". Li:

'Agora o resultado. Foram 61 comentários, mas contei apenas quem disse que queria participar, o que deu 22 participantes. E quem ganhou foi...

Parabéns, Luciana Mara!

Ô, doidinha... Quero dizer, Luciana, me manda seu endereço, por favor. Ou então vamos marcar de encontrar, talvez seja mais fácil ;)'

Tá ok! Já estava super feliz!!! Adoro bottom! \o/

Fui descendo o post, e descendo e descendo...

2ª boa notícia: Sorteio de TODAS as temporadas de Gilmore Girls de aniversários do blog da Cíntia. Então, li:

'Foram 1423 números. Um recorde! Mas também, eu fui muito boazinha com tantas chances extras. E quem ganhou foi...

Quê? Luciana de novo???

Caraca, tô boba. Sim, a mesma pessoa ganhou os dois sorteios. A mesma pessoa que disse que não tem sorte pra ganhar nada. Imagina se tivesse! Oh, Luciana, lembre-se de mim quando você resolver jogar na mega-sena, tá?'

Se você tá boba, imagine eu?
Vou jogar na mega-sena hoje!!!

Caraca!!! Eu não ganhei um sorteio e sim dois no mesmo dia no mesmo blog!!!

Eu sou estatística, e não quero nem pensar na chance destes eventos ocorrerem (deve-se levar em conta que tenho propensão a não ganhar, o que dá um certo peso neste cálculo).

Dois marcadores, um bottom, um calendário do livro e TODAS as temporadas de Gilmore Girls (que eu já tenho, mas AMEI ganhar!!!). Fala sério! Hoje, não seria de se espantar se me dissessem que eu nasci com o asterisco para lua.

Cara!!! Acabo de mudar minha opinião sobre segunda-feira. Eu AMO segunda-feira assim!!!

Mas a história ainda não acabou.

Vamos recapitular...

Nesta última semana, fiquei mais careca que o Tio Chico por causa da Gincana de Férias do blog da Nanda (Viagem Literária). Deixei a minha irmã louca também: 'Procura isso, procura aquilo, confere aquele outro' (ninguém mandou que ela ainda estivesse de férias da faculdade).

Os prêmios eram: Pureza Mortal, Mundo das Sombras, Diário de uma garota nada popular, Sociedade Secreta 3: Ritos da Primavera, A batalha do apocalipse e Ovelha Negra.

O resultado saiu ontem. Quase quebrei o F5 do meu teclado de tanto atualizar a página. Fiquei em 4º!!! O que significa que eu tinha ganhado um livro, mas eu tinha que esperar os três primeiros escolherem e eu ficaria com o último.

Durante a tarde, saí. Fui assistir a mudança de nível da minha prima de uma academia de dança do ventre. Fiquei a tarde toda lá, foi super divertido. Só não sabia que agora até a música-chiclete Panamericano era trilha sonora de dança do ventre o.O

Cheguei e fui acabar de quebrar o F5 nos comentários para saber se os 3 primeiros ganhadores tinham escolhido os livros.Foi nessa hora que eu comecei a recitar o mantra: 'Alguém tinha que escolher 'A Batalha do Apocalipse', 'Alguém tinha que escolher 'A Batalha do Apocalipse'. Deixe-me explicar. Eu já tinha este livro (autografado - conheça a história do dia AQUI) então queria qualquer um outro (de preferência Ritos da Primavera).

Dormi sem saber.
Eis que hoje começo a receber e-mail dos ganhadores:
1º lugar, Luciara: Ritos da Primavera e Ovelha Negra.
2º lugar, Janaina: Mundo das Sombras e Pureza Mortal.

E cadê o e-mail do 3º lugar??? Socorro!!!

Será que eu ficaria com o livro repetido de novo? Na gincana do ano passado, eu ganhei. E eu já tinha os três livros Wake, Sussurro e Último Olimpiano, e escolhi Sussurro.

Será que eu estava destinada a ser premiada/sorteada, em raros eventos, com coisas iguais???

Então o Lucas, 3º lugar respondeu que queria 'A Batalha do Apocalipse'.
Gente, foi a hora do meu 2º surto de felicidade!

Eu não estou destinada a ser premiada com coisas repetidas. Alívio... Isto não é um carma.

Amo segunda-feira^2!!!
Obrigada Cíntia e Nanda!

E excepcionalmente hoje, após contar as novidades ao Léo recebi a mensagem: 'Não vou conversar com vc hj não, vc tá com mta sorte'.

Então hoje, apenas hoje amor, não me ligue.

Já quebrei regras demais na minha história hoje. Acho que não vou quebrar o ditado: 'Sorte no jogo, azar no amor'.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

#46: Gone (Lisa McMann)

Postado por Luciana Mara às 13:15:00 12 comentários Links para esta postagem
Sinopse: No início Janie acreditava que já sabia o que o futuro lhe reservava e pensou que estava em paz com isto. Mas, o que Janie não suportou, foi ver Cabel afundando com ela. Janie só vê uma maneira de dar a Cabel a vida que ele merece – ela precisa desaparecer. Mas isto pode destruir os dois. Então, um estranho entra em sua vida – e tudo se desfaz. Seu futuro, antes previsto, sofre uma reviravolta trágica e suas escolhas se tornam mais terríveis do que Janie jamais imaginou. Ela só precisa escolher o menor dos dois males. E o tempo está se esgotando…

Comentários: E finalmente o desfecho de uma série. É quase raro hoje em dia encontrar um filho único. São sempre trigêmeos, quadrigêmeos (no mínimo) que quando a gente encontra um filho único (bom) é uma felicidade sem tamanho (o que não vem ao caso, mas me veio a cabeça, então escrevi =P). 
A vantagem desta série é que ela já tinha sido lançada no exterior, então foi só esperar a boa vontade da editora para lançar cada livro da trilogia aqui, o que aconteceu muito rápido comparando a outras séries (neste momento quero dar um viva as traduções do Orkut \o/, que me socorrem quando a série é muitooo boa e sem previsão de lançamento da continuação).

Gone é o último livro da trilogia iniciada por Wake (Resenha completa AQUI) e seguida de Fade (Resenha AQUI).

Esta resenha contém SPOILERS da série.
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Após descobrir seu dom de entrar nos sonhos alheios, podendo explorá-los e modificá-los (Wake), Janie acaba se tornando detetive graças ao seu (agora e gato) namorado Cabel. Sua primeira missão oficial é descobrir a origem de uma ligação estranha recebida pela central e o que aconteceu de bizarro no lugar em que a ligação foi feita (Fade).

Em Gone, Janie está de férias com Cabel quando recebe ligações de sua amiga e vizinha Carrie. A mãe de Janie foi para o hospital. Então, o casal resolve terminar as férias antecipadamente e volta para casa, e é quando Janie descobre que Dorothea, sua mãe, não foi para o hospital e sim ao hospital visitar ninguém menos do que Henry, o até então desconhecido pai de Janie.

Ela não sabia nada sobre seu pai e foi um choque saber que ele estava tão perto e debilitado. Os médicos não sabiam ao certo o que seu pai tinha, só o que sabiam é que ele tinha alguma doença no cérebro, um tumor talvez.

Após a descoberta, Janie aborda a mãe sobre o que aconteceu com Henry, mas a Dorothea não quer falar nem saber de nada, a não ser que seja algo destilado servido num copo.

Janie decide não se intrometer. Ela não quer se apegar a alguém que está morrendo, já tem problemas demais na sua vida. E ainda tem a descoberta feita no caderno verde entregue pela Capitã (sua chefe) de que, se continuar a usar seu dom, ela ficará cega e torta (final de Fade). A opção mais simples, seria se afastar, fugir de todos, inclusive Cabel, para que ela não seja sugada para os sonhos de mais ninguém. Mas ela conseguiria viver sem ele?

Contudo Cabel é tão fofo, que é impossível ficar longe dele. Ele está sempre perto e disposto a ajudar e a incentiva a saber mais sobre o pai. Após a resistência inicial, Janie acaba cedendo. E na visita ao pai, ela é sugada para o sonho dele. É uma mistura de cores e um barulho insuportável e há um homem, Henry, pedindo ajuda diretamente a Janie, mas ela não sabe como ajudá-lo. Então, ela descobre o segredo do pai , seu passado e suas escolhas e precisa tomar uma decisão.

Após alguns acontecimentos (que não vou entrar em detalhes) Janie descobre que sua escolha pode piorar. E entre duas coisas ruins, qual era a pior? 'Merda ou bosta?' (Palavras da Janie e que eu jamais irei esquecer)

Descubra em Gone!
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E o que eu achei da trilogia? Eu a achei boa, só boa mesmo. Nem ótima, nem excelente, nada. Não terminei de ler o terceiro livro querendo mais um volume, nem fiquei desesperada para a publicação dos livros no Brasil (o que já disse, aconteceu muito rápido).

Os livros são fininhos, com margens imensas e letras enormes. Facinho de ler. E outra vantagem, são baratinhos, paguei no máximo 15 reais em cada (com uns cambalachos, claro!).

Coincidência ou não, é o segundo livro seguido que aborda o alcoolismo (primeiro foi Cheio de Charme). Mas juro que em Gone eu mesma fiquei com vontade de pegar a Dorothea pelos cabelos e levá-la para AA. Oh mulher chata! Minha vontade era de trancar a velha no quarto e jogar a chave fora num buraco negro.

O Cabel com certeza entraria na lista de caras apaixonantes. Ele quase lambe o chão para a Janie pisar e não sujar os pés. O considero um personagem muito fofo, mas não um capacho, como alguns poderiam pensar. Ele já sofreu demais na vida, conviveu com muito ódio, então, nada melhor e mais óbvio do que se dedicar a alguém que ama (e que o ama também).

Eu gostei, mas esperava mais. Gostaria que tivesse tido um caso policial em paralelo com a história/decisão de Janie. Acho que teria mais emoção na história e menos enrolação. Ah... Outra coisa que eu queria era ver o casal na faculdade.

E ao contrário das resenhas que li no Skoob e que comentei no post de Fade, eu não derramei nenhuma lagrimazinha, nem enchi os olhos d’água. Triste isso, porque se tivesse chorado certamente me lembraria sempre da história, como por exemplo, em A Última Música. Assim, Gone está destinado a desaparecer da minha memória... 
Ah... e Carpie Diem!
 


Ps.: Livro extra da lista do desafio de férias, do Garota It!

Ahhh... E alguém reparou em algo diferente por aqui? =)
Obrigada mana!!!
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