quinta-feira, 30 de junho de 2011

‘Perdoa-me pai, eu comprei'- Junho (2011)

Postado por Luciana Mara às 20:58:00 30 comentários Links para esta postagem
Casamento é uma coisa séria e, como sou uma pessoa com esta característica bem apurada, resolvi fazer um contrato pré-nupcial e gostaria de requisitar algumas testemunhas para assiná-lo. Alguém se habilita?
Foram dias e dias de muita reflexão e encontros com advogados, mas enfim consegui redigir o documento. Tenho consciência de que ele agradará inteiramente 50% do casal interessado.
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ACORDO PRÉ-NUPCIAL

Este instrumento particular de Contrato pre-nupcial define os acordos celebrados neste dia 30 de Junho 2011,entre a Primeira Parte, Luciana Mara S., Brasileira, Estatística, portadora do RG nº MG-12345-678, C.P.F. nº 123456789-01, residente e domiciliada no Marco 0km e a Segunda Parte, Léo C., Brasileiro, Engenheiro Civil, portador do RG nº MG 87654-321, C.P.F. nº 109876543-21 residente e domiciliado 16km após o marco 0km.

Seguem os termos que, após a assinatura do contrato, passam a ser válidos não podendo em hipótese alguma serem revogados.

1- A Primeira Parte requer que a Segunda Parte providencie, no futuro apartamento, uma parede completamente tomada por estantes, do chão ao teto, com portas de vidro e ambiente climatizado. A Primeira Parte concede a Segunda 1/100 do total do espaço, como um ato caridoso, da pessoa bondosa, generosa, desinteressada e humilde que a Primeira parte é.

2- A Segunda Parte se compromete a não remover/emprestar livros ou DVD’s sem o consentimento da Primeira Parte.

3- A Segunda Parte se restringirá a fazer refeições a uma distância segura dos livros, tão pouco os pegará antes de esterilizar as mãos.

4- Caixas e sacolas pesadas com encomendas de DVD’s e livros serão recebidos pela Segunda Parte, itens como os apresentados abaixo. As caixas NUNCA poderão ser abertas na ausência da Primeira Parte.

Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg
Harry e Seus Fãs - Melissa Anelli 
Estrela Píer - Kamila Denlescki (Ganhei no Pronto. Falei!)
Tequila Vermelha - Rick Riordan
Senho Nikki - Meg Cabot
Um Amor para Recordar - Nicholas Sparks
Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins

5- A Segunda Parte se compromete a presentear à Primeira em dias temáticos como dia dos caminhoneiros, dos atletas, das cozinheiras e etc com tantos livros quanto forem possíveis. Vale destacar que todo dia se comemora alguma coisa.

6- E por fim, sobre a divisão das despesas:
   a. A Segunda Parte se compromete a pagar: contas de água, luz, telefone, TV a cabo, condomínio,    seguro do carro, combustível e viagens;
   b. A Primeira Parte se compromete a pagar: contas da Saraiva, Americanas, Submarino, FNAC contando que as compras tenham sido realizadas pela parte pagadora.

Primeira e Segunda Parte, com a intenção de estarem legalmente obrigados, assinaram o presente Acordo, de sua própria vontade, na data estabelecida acima.
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 Assinatura da Primeira Parte          Assinatura da Segunda Parte

O REFERIDO É VERDADE E DOU FÉ.
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Testemunha

Comarca de Belo Horizonte, em 30/06/2011. 
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Pronto! Agora é só imprimir. Quem vai assinar?
Porque por aqui é assim, eu ponho com uma mão e tiro com outra =P

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Em Gramado: Mudança de status

Postado por Luciana Mara às 20:37:00 29 comentários Links para esta postagem
Em alguns momentos, como os que acabei de passar, eu gostaria que houvesse uma câmera escondida, observando e registrando cada palavra dita, filmando cada movimento. Porque talvez, por mais que as lembranças estejam vívidas e presentes na minha memória, eu não consiga transmitir em palavras um dos capítulos mais bonitos e inesquecíveis do grande livro em construção que é a minha vida.

Tudo começou com um presente: o livro nº200.

De lá para cá foram dois meses de planejamento, de muitas compras e ansiedade. Traçamos o roteiro e cronograma, tentando organizar e otimizar o tempo. Mas acabamos abandonando todo o esquema no fundo da mala e deixamos a cidade nos guiar.

Estávamos em Gramado-RS, mas parecia Forks. Tempo fechado e muita névoa o dia inteiro. O Léo queria alugar um Volvo, para entrar no clima da história, mas decidimos explorar a cidade a pé, observar a arquitetura, as lojas e tirar centenas de fotos.

Era dia 24 de junho e completávamos 8 anos e 8 meses de namoro. Mal sabia eu que encerraríamos nosso namoro naquela tarde.

Conhecemos a Igreja de Pedra (entrei e fiz um pedido!), a Rua Coberta, o centro da cidade e o Mini-mundo na manhã do primeiro dia. Babamos na cidade. Começamos até a apontar as imobiliárias que visitaríamos, preparados para comprar uma casa lá. Só faltava ganharmos na mega sena, porque Gramado, de acordo com um dos donos do hotel, é uma cidade que você paga para respirar.

Antes de almoçarmos, num restaurante italiano maravilhoso, o Léo pediu para passarmos no hotel porque ele precisava se agasalhar mais. Como fui inocente. Mal eu imaginava que ele queria pegar um certo par de itens.

Segura esta Moccia!

Após o almoço, fomos ao Lago Joaquina Rita Bier. Estávamos completamente sozinhos. A névoa encobria o lago e toda a paisagem. Não enxergávamos 20m a frente. Mas o que importava era enxergarmos quem estava ao nosso lado, um ao outro, o tempo inteiro. Naquele momento era o que bastava.

Havia uma ponte de madeira que ligava a margem do lago a uma ilha ao meio. Atravessamos e ficamos abraçados, vendo nossas únicas testemunhas, dois passarinhos que estavam por ali. Foi quando ele começou a falar. Ele disse como tinha sido gostoso planejar nossa primeira viagem juntos, como era importante e bom termos um ao outro sempre e outras coisas que nem consigo mais lembrar. O Léo é pisciano, então imaginem... Ele falando coisas maravilhosas no meu ouvido e eu chorando, porque foi impossível não me emocionar.

Foi então que ele colocou a música (dê play!)
Ele me contou que a escutava desde que começou a planejar a viagem. Disse que ouvia indo para aula do mestrado ou para o trabalho, e que todas as vezes que eu estava no carro com ele e ela começava a tocar ele pedia para eu passá-la, porque queria deixá-la reservada para a viagem. Eu simplesmente pulava a faixa, nunca suspeitando de nada. Ela é suave, calma e mesmo que naquele momento eu não soubesse do que ela falava, o Léo me garantiu que a letra tinha tudo com aquele momento. Eu acreditei.

Foi então que ele abaixou. Eu juro que pensei que ele fosse amarrar o sapato, juro mesmo! Mas ele olhou para baixo, ajoelhou, virou para mim e disse que seria rápido e direto semelhante à primeira vez, quando começamos a namorar e falou: “Quer se casar comigo?”.

Eu olhei para caixinha preta, com as duas alianças e olhei para frente, tentando ver o lago encoberto pela névoa. Meu coração disparou. Ele queria sair pela boca e ir nadar no lago hiper gelado. Fiquei em choque! Minha garganta estava travada, mas saiu um “Claro!”.

Substituímos nossas alianças de compromisso pelas alianças de noivado com bordas douradas e o restante de ouro branco. Eu já falei aqui que odeio dourado e nunca uso nada desta cor, lembram? Meu noivo (ai que chique falar isso) sempre soube disso e lembrou na hora que foi escolher. Sim, ele escolheu sozinho! Eu disse que queria data, local e aliança surpresa desde sempre e queria que fôssemos só nós dois, queria que fosse um momento só nosso, único e inesquecível.

Nos beijamos a música inteira da segunda vez que tocou. Eu não consegui me conter e lágrimas escorreram como um rio. Quando a música terminou, olhei para ele. Os olhos estavam marejados. Sempre fomos assim, até na hora de chorar, choramos juntos.

As alianças são lindas, como sempre sonhei! E por falar em sonho, foi assim que tudo começou.

Eu sempre gosto de saber dos bastidores, de tudo que ele pensou enquanto executava cada etapa e de como tudo aconteceu. E ele me disse que tinha sonhado com aquele momento. Na verdade, não sabia se tinha sonhado ou pensado nisso. Só sabia que durante uma noite inteira em janeiro foi só isto que ele fez: pensou/sonhou com o dia que iria me pedir em casamento. Estávamos em um lago, à noite (o que segundo ele era substituto da névoa) e ele viu uma placa escrito Gramado. A primeira coisa que fez quando acordou foi pesquisar se Gramado tinha lago e quando viu que tinha o plano já tinha sido todo arquitetado na cabeça.

Daí para frente foi só colocá-lo em prática e escondê-lo de mim, o que ele jurou que foi dificílimo. Estamos acostumados a contar tudo um para o outro (desde já aviso: tudo que conversamos amigos(as) o Léo sabe), TUDO. A língua coçou várias vezes, mas tanto ele, quanto nossas famílias que sabiam de tudo, guardaram segredo.

E segredo, foi algo que não consegui guardar sobre como tudo aconteceu, porque estou tão feliz, tão feliz, que a minha vontade é contar para todo mundo.

Eu posso afirmar que, com certeza, já encontrei meu príncipe encantado e ele é real, só pertence a uma história, a nossa, juntos.

Ai... Deixe-me ali pegar um lencinho.

Pronto! Se já choro escrevendo sobre o noivado, imagine no dia do casamento?

Maquiagem à prova d’água, vários florais... Vai ser ano que vem! Melhor começar a planejar, não é? E desta vez juntos! Vai ser uma delícia...

Ps.: AMO VOCÊ! Agora e sempre até o infinito. 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Rapidinhas

Postado por Luciana Mara às 16:12:00 15 comentários Links para esta postagem


Checklist

Unhas - Ok!
Cabelos - Ok!
Sobrancelhas - Ok!
Mala super-ultra-mega-power-gigante com todos os looks arquitetados - Ok!

Ufa!!! Que canseira é arrumar tudo para uma viagem!
Na próxima encarnação vou entrar na fila para vir homem. São menos coisas para se preocupar. Então vá se preparando Senhor aí de cima!!!

E eu juro que tentei!
Eu tentei escrever sobre A Mediadora, uma das séries mais fofas (com o fantasma mais bacana, bacana para não falar outra coisa pirigueteira) que já li, para publicar antes de viajar, mas não deu. Minha cabeça e principalmente meu tempo (cadê meu vira-tempo?) estavam voltados para os preparativos da viagem \o/ (que contei AQUI) e por isto optei por deixar para depois, quando eu poderia fazer comentários melhores. Mas já adiantando, o texto vai ser enooorme porque decidi falar de todos os livros num post só, então se preparem!

Ahhh estava esquecendo de um item da lista!
Sombrinha - Ok!
Pois é, vai chover (ai minha chapa! Quando invento de alisar o cabelo para deixá-lo solto, chove =P). 

Então, passei mesmo só para desejar ótimo feriado prolongado para todo mundo e dizer que vou sumir por uns dias. 
E galerinha, não postem muitoooo para encher meu reader, please! Aproveitem o feriado!!! ^^

Ahhh... E as rapidinhas:
1- não tinha mencionado isto por aqui ainda, mas você conhece o SELÃO? É meu projeto para tornar o mundo melhor. Meu projeto até rendeu um livro da tia Meg!!! Conheça-o aqui: Fechei com ele.
2- agora sou colunista do Universo Literário! Tem texto meu lá. Para quem ainda não viu: 10 maneiras de (não) conseguir um namorado

E como assim???
Eu estava esquecendo um item muitoooo importante da lista da viagem: um livro.
O problema vai ser escolher. Acho melhor ir logo namorar a estante para ver qual livro brilhará hoje. Tenho só umas 3 horas para escolher. Sou muito decidida, como já puderam notar. ¬¬

sábado, 18 de junho de 2011

Top Top #4

Postado por Luciana Mara às 12:30:00 24 comentários Links para esta postagem
Há algum tempo, se você me perguntasse qual é a minha série de livros favorita, eu te mandaria ir pastar, ir fazer outra coisa que não me amolar. Achava que esta pergunta fosse impossível responder. Mas de uns tempos para cá, venho pensando, pensando e descobri. Minha série de livros preferida é aquela que a franquia de filmes chega ao fim em 15 de julho: Harry Potter.

E ao contrário do que você possa imaginar, se eu pudesse levar uma série de livros para ilha deserta seria esta.

Sei que você pensou que eu levaria uns vampiros safadões ou algo do gênero. Todo mundo me leva para o lado da piriguetagem literária tsc, tsc, tsc...

Mas não! Eu levaria HP porque foi a série que me fez gostar de fantasia. Foi a série que mais me prendeu, que mais me deixou ansiosa, e a série pela qual eu passava madrugadas em claro esperando o pessoal do orkut traduzir mais um paragrafozinho antes de dormir.

E se eu me permitisse, escolheria só itens de HP para este Top Top. Mas como sou eu mesma que ponho limites no que vai aparecer por aqui (ou não, dado que sempre saem coisas sem noção) eu resolvi inserir mais algumas histórias.

#4 Top Top: Itens mágicos desejados

1- Vira-tempo (Harry Potter): Meu item mágico mais desejado de todos. Queria ter mais tempo de ler e assistir seriados. Então uma de mim poderia ir trabalhar, pegar trânsito e ficar emburrada. Em seguida a outra poderia voltar no tempo e ficar em casa lendo e assistindo TV (e tirando aquele cochilinho básico depois do almoço).

2- Accio (Harry Potter): Eu não precisava de ter a varinha, só precisava do feitiço Accio. Perco tanta coisa que um Ctrl+L mágico cairia muito bem.

3- AutoChef (Série Mortal): Eu não sei cozinhar. Na trama futurística da Nora Roberts, sob pseudônimo de J. D. Robb, os personagens só abastecem a cozinha. Deu fome? Basta fazer o pedido, apertar um botãozinho e voilà! Comida pronta e quentinha!!!

4- Moto voadora (Série Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos): Eu pego um trânsito infernal todo dia. Então, nada melhor que driblá-lo voando, correto? Mas só EU poderia ter uma moto assim. Se todo mundo tivesse, teria congestionamento no céu daí não resolveria meu problema. O fato da moto ser movida a energia demoníaca é um mero detalhe.
 
5- Guarda-roupa (Nárnia): Imagine poder ir a outro mundo, viver uma vida lá e depois voltar para viver a sua? Imagine fazer isto todo dia? É praticamente viver para sempre!!!


6- Boné (Série Percy Jackson): Sabe aquela situação constrangedora, que a única coisa que você quer é cuspir e sair nadando? O boné mágico do Yankees dado para Annabeth por sua mãe (deusa Atenas) viria muito a calhar nestes momentos. É só colocar na cabeça que você se tornaria invisível. Meu sonho!!!

(Que unha feia Lyra!)

 7- Aletiômetro (Série Fronteiras do Universo): Com o uso do aletiomêtro, ou bússola de ouro como é mais conhecido, ninguém mentiria para mim. Bastava fazer uma pergunta, interpretar os símbolos (o que seria um mega problema, sei lá como a Lyra lia aquilo) e lá estaria a verdade. Com um desses a afirmação “Eu juro! Não fui eu que peguei” quando algo some do meu guarda-roupa seria sempre checada (e em 99,99% das vezes, aposto que ele falaria que a afirmação era falsa).

E antes que você fale: “Ohhh... Ela esqueceu do anel!!!
Sei que é o anel do poder e coisa e tal, mas eu odeio dourado, então dispenso.

E o maior post-scriptum de todos os tempos:
PS.: Eu tentei! Mudei as histórias na tentativa de fugir o máximo de Harry Potter, mas para ter estes itens bastava entrar na série do bruxinho mais amado de todos os tempos.
  • Autochef? Há elfos domésticos para cozinhar e com um estalar de dedos haveria comida na mesa.
  • Moto voadora? Como é que o Hagrid levou o Harry para a casa dos Dursley, hein?! E como levou da casa dos Dursley para a Toca?
  • Guarda-roupa? O mundo mágico de HP é outro mundo! Entre no Caldeirão Furado, acerte os tijolinhos certos e saberá (o fato de não viver várias vidas é um mero detalhe, facilmente superado).
  • Boné? Simples! Só roubar do Harry uma das relíquias da morte...
  • Aletiômetro? Para saber a verdade, bastavam três gotas da poção Veritaserum.
Harry Potter tem tudo que eu precisava do mundo mágico, tudo!
Pena que minha cartinha com ‘bem vinda à Hogwarts’ não chegou ¬¬
Se o Tio Dumb estivesse vivo, ele iria se ver comigo.

terça-feira, 14 de junho de 2011

#65: Quando cai o raio (Meg Cabot)

Postado por Luciana Mara às 21:33:00 18 comentários Links para esta postagem

Sinopse: Jéssica era uma menina normal até ser atingida por um raio enquanto saía da escola. Mas, apesar de não ter ficado nem mesmo chamuscada, acaba descobrindo que ganhou um poder especial: ela agora sabe exatamente onde se encontram as crianças cujas fotos estampam o Disque-Desaparecidos. O problema é que, ao pensar que estava fazendo uma boa ação ligando para o telefone da instituição, ela acaba levantando suspeitas das autoridades... Agora só precisa convencer o FBI a acreditar nela.

Comentários: Preciso de uma rehab. Estou tendo overdose de Meg Cabot.
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Jessica Mastriani tinha 16 anos e desde cedo aprendeu uma grande lição: se alguém provocar, dê porrada!

E foi assim que ela conseguiu semanas ininterruptas de detenção na escola. Ela era punida por diversos motivos, sendo o último deles por retribuir com socos o comentário que Jeff, um de seus colegas de escola, fez sobre a forma física de sua melhor amiga, Ruth. A história é um relato, um depoimento e neste documento Jess, inicialmente, culpa Ruth por tudo que lhe aconteceu.

Se não fosse Ruth, que insistiu em ir buscá-la após a detenção a pé porque precisava emagrecer, elas não teriam se protegido da tempestade embaixo de uma arquibancada metálica e Jess não teria recebido a enorme descarga elétrica do raio que caiu na arquibancada. Se não fosse a presença de Ruth, Jess poderia ter ido de carona com Rob Winkins, seu colega motoqueiro e gato da detenção.

Mas voltando ao raio, tirando o espanto do primeiro momento, nada parecia errado com a garota e tão pouco ela queria ir ao hospital. Ela só desejava ir para casa e foi o que fez.

Lá, Jess foi recebida pela mãe com uma grande notícia: Mike, o irmão do meio, havia passado em Harvard. E depois de tudo que a família passou com Douglas (irmão mais velho) eles tinham mesmo que comemorar esta conquista e foi o que fizeram, em um dos restaurantes da família.

Já em casa, Jess contou ao pai e a Doug (Funny - again) sobre o raio. O pai não deu nenhum crédito ao acidente e nem Doug tinha dado, até que ela mostrou uma cicatriz nova em formato de estrela e ele disse que possivelmente esta era a entrada do raio e que ela deveria ter uma cicatriz similar que indicava a saída. Mas a outra cicatriz esta não encontrada (sim, Ruth investigou cada pedacinho do corpo da amiga o.O). Será que isto indicava que o raio não tinha saído dela?

Mas ela deixou o assunto para lá, foi comer cereal com leite, tocar um pouco de flauta e depois foi dormir (nem escovou os dentes, eu chequei!).

E na manhã seguinte para sua total surpresa ela sabia onde Sean O’Hanahan e Olívia D’Amato estavam. Mas quem eram estas pessoas e porque ela havia sonhado com isso era o que a garota se perguntava. Só depois Jess descobriu que eram crianças da seção ‘Desaparecidos’ da caixa de leite, aquela que ela tinha visto quando comeu o cereal.

Mas apesar da localização exata, Jess precisava checar se não estava ficando doida por ter tido aquele sonho com as crianças e quando Rob a chamou para um passeio, Jess não hesitou e se viu indo para Paoli atrás de Sean, o garoto da caixinha de leite. E supresa!!! O garoto estava realmente lá, mas sua atitude parecia suspeita. Mas ignorando isto, foi neste momento que Jess reconheceu seu dom e passou a ligar para o Disque-desaparecidos para informar a localização das pessoas que ela via na caixa de leite.

Entretanto, estas ligações não passariam despercebidas. O órgão informou à polícia que foi direto até garota. Descoberto seu dom, Jess virou celebridade.

Mas toda a exposição não estava sendo benéfica para Doug que acabou surtando e sendo internado novamente. Então, para o bem da família, Jess resolveu aceitar a proposta do FBI e se mudou para o quartel, onde médicos experientes fariam exames para descobrir mais sobre seu dom.

Esta era mesmo a intenção do FBI? E todas aquelas pessoas que Jess indicou a localização queriam mesmo ser encontradas? E com Rob, sairia romance? Descubra em Quando cai o raio.
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Uma coisa é certa: eu ADORO as protagonistas da Meg. Elas têm atitude, são fortes, espirituosas e super engraçadas (pelo menos nos livros da autora que já li).

E a história é tão divertida e a leitura flui tão bem que quando percebi o livro tinha acabado e eu estava ávida por mais (principalmente porque há várias pendências na história). E isto é ruim, porque até agora não vi previsão de lançamento do 2º volume da série.

Pode ser contraditório, mas o desfecho mesmo me decepcionou um pouco. Esperava algo mais emocionante.

E como não podia deixar de comentar, Rob é um tipão, super misterioso. Se o personagem for um pouquinho mais explorado na série ele pode entrar fácil nos Top 50 (50, né?! A lista tem que ser beeem grande para eu conseguir inserir todos os personagens que eu pirigueto).

Então, gostei do livro e recomendo. E se você é paciente (coisa que eu não sou) espere sair por aqui mais volumes da série. Por falar em volumes, seguem os nomes do demais títulos da série: 2-Code name Cassandra; 3-Safe house; 4-Sanctuary; 5-Missing you.

Para Quando cai o raio:



E sim, estou mesmo tendo overdose de Meg Cabot. Estou devorando a série A Mediadora e adorando. Mas estas são cenas dos próximos capítulos, ops... dos próximos posts.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

#64: Longe Demais (Jennifer Echols)

Postado por Luciana Mara às 22:15:00 17 comentários Links para esta postagem

Sinopse:  Tudo o que Meg sempre quis foi fugir. Fugir do colégio. Fugir da sua pacata cidade. Fugir de seus pais, que pareciam determinados a mantê-la presa em uma vida sem futuro. Mas, em uma noite louca envolvendo trilhos de ferrovia proibidos e desafiadores, ela vai longe demais... e quase não consegue voltar. John escolheu ficar. Para impor o cumprimento das leis. Para servir e proteger. Ele desdenha a rebeldia infantil e quer ensinar a Meg uma lição que ela não esquecerá tão cedo. Mas Meg o leva ao limite ao questionar tudo o que ele aprendeu na academia de polícia. E quando ele a pressiona para saber por que ela não se prende a nada, a resposta os levará a um caminho sem volta...

Comentários: E como avisado, talvez mais cedo do que eu esperava, mais um livro da Jennifer Echols: Longe Demais.
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Meg não era uma garota fácil. Quer dizer, não era fácil de lidar, era rebelde, porque fácil era sim. Pelo menos esta era a sua reputação na escola. Ela bebia, fumava e tinha Eric, um peguete com benefícios (vulgo sexo sem compromisso), que a acompanhava em suas loucuras.

Superado todos os problemas e agora que tinha oportunidade, Meg só tinha como objetivo aproveitar, curtir e viver inconsequentemente. 

Mas naquele momento, ela estava encrencada.

Junto de Eric, Tiffany e Brian, dois colegas da escola, Meg foi para próximo da ponte da cidade, a que passava o trem, para beber e dar um amassos. Foi então que, caindo na pilha de Eric, Meg e o outro casal vai para a parte central da ponte, para os trilhos. Dizia a lenda que um casal havia morrido lá, esmagados pelo trem, mas os quatro jovens desta história não se importavam com os riscos (apesar de Tiffany ser normalmente do grupo dos quietinhos da sala).

Foi quando Meg ouviu um barulho, mas como não sabia se era a bebida, resquícios da maconha ou simplesmente algo/alguém chegando, ela continuou dando uns pegas em Eric. Para ela o que importava era a adrenalina do momento.

Então, no meio dos amassos a polícia chegou. Além de menores de idade alcoolizados os adolescentes estavam em lugar proibido. Os garotos foram algemados e ouviram muito do policial que deu o flagrante. As meninas foram encaminhadas para a viatura. Logo em seguida, os quatro foram para a delegacia.

Mas só Meg ficou por lá. O pai de Eric era um poderoso advogado e o tirou da prisão rapidamente. Os pais de Brian e Tiffany fizeram o mesmo. Mas os pais de Meg, os donos de um restaurante da cidade, não apareceram. Seu pai já estava farto das confusões da filha, ele já tinha desistido dela. Mas o policial John After, aquele que os prendeu, não tinha desistido.

E enquanto esperava amanhecer e ser liberada, Meg dava aquela conferida no policial. Imaginou que ele tivesse 40 anos, fosse casado e tivesse 14 filhos. Sua mente ia longe...

Para tentar conter a rebeldia dos garotos e influenciá-los positivamente, o policial After e seus superiores bolaram um programa em que os adolescentes presos ficariam juntos de policiais, bombeiros e profissionais da área de saúde no turno da noite durante as semanas de férias da primavera. O único problema é que a viagem para Miami, a mini-fuga de Meg daquela cidade que ela odiava, seria cancelada.

E Meg foi a escolhida/sortuda que ficou sob o olhar atento do policial After. O cara que, através de Tiffany, ela descobriu ter 19 anos e ter feito uma matéria com ela no ano anterior o.O

Tudo seria só noites de sono (e uma viagem) perdidas se ela não começasse a sentir alguma coisa por After. O policial era sério, carrancudo e tinha obsessão pela ordem e pela ponte e não iria querer nada com uma garota encrenqueira e de cabelo azul, AZUL. O plano de vida do policial era ficar naquela cidade, zelando pela ordem para sempre, coisa que Meg não aceitaria e por isto achava que o máximo que eles podiam ter era um relacionamento casual.

Mas será que isto daria certo? Para saber os segredos desta dupla, se eles se acertaram e se Meg entrou nos eixos leia Longe Demais.
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Eu sempre simpatizo com os rebeldes, principalmente porque, em geral, eles são do gênero masculino. E confesso que me simpatizei com Meg, apesar do cabelo azul-Marimoon. No meio de tantas protagonistas sem graças, uma de personalidade forte conquista minha simpatia, mesmo que inicialmente não esteja claro o porquê de tanta maluquice.

O After é um fofo! Eu sempre digo que gosto dos caras maus, mas os bonzinhos também me conquistam (momento periguetagem). Mas o lance dele inicialmente parecer ter 40 anos e depois descobrir que ele estudou com a Meg no ano anterior e tem apenas 19 anos achei muito forçado. A parte dele mudar seus planos sobre o futuro também.

E de novo Echols, você não me pegou! Uma das reviravoltas eu saquei no início da história. Mas o finalzinho, finalzinho mesmo, eu achei uma graça! Você ganhou um pontinhos comigo, querida!

Esta é mais uma daquelas histórias que dariam um filme de sessão da tarde (com partes censuradas e que só seriam exibidas quando o filme passe na Tela Quente).

É uma leitura rápida e fluida. E eu gostei dos livros da autora, mas ainda não amei nenhum dos dois livros dela que eu li. Tão pouco sei falar qual mais gostei. Mas pensando nos detalhes, acho que por mais que a Zoey seja um pé-no-saco, e contrariando a maioria das pessoas, eu gostei (um pouquinho, pouquinho mesmo) mais de Como fui esquecer você.

Se você gosta de romances, recomendo!

E vai um recado: Se você tem um filho/sobrinho/conhecido altamente influenciável, não dê a eles livros da Jennifer Echols. Depois não diga que eu não avisei...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

#63: Como fui esquecer você (Jennifer Echols)

Postado por Luciana Mara às 10:11:00 21 comentários Links para esta postagem
Sinopse: Havia muitas coisas que Zoey gostaria de esquecer. Como o fato de seu pai ter engravidado a namorada de vinte e quatro anos. Como o medo de que a cidade inteira descobrisse sobre o colapso nervoso de sua mãe. De como o lindo e temível Doug a insultava na escola. Sentindo que sua vida estava prestes a virar ao avesso, Zoey luta da única maneira que conhece, usando sua famosa atenção aos detalhes para certificar-se de que é a filha, aluna perfeita e namorada do melhor jogador de futebol, Brandon.

Comentários: Sexta-feira: Estou no shopping esperando o Léo chegar, comendo pipoca, ouvindo música e tentando escrever uma resenha. Está difícil!

História do livro, como fui esquecer você?
Já em casa, após ler a sinopse....
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Zoey era a perfeição em pessoa. Bonita, aluna aplicada, capitã da equipe de natação, a única filha de uma família perfeita. Quer dizer, era a filha única.

Seu pai, o dono do parque aquático da cidade, empregador de toda a equipe de natação (com exceção de Doug, o melhor nadador da equipe, mas com o acréscimo de Brandon, capitão do time de futebol e amigo/galinha de Zoey), tinha engravidado uma funcionária e decidiu pedir o divórcio e viver com a garota. A nova madrastra de Zoey tinha apenas 24 anos.

Mas naquele momento, aparentemente, nada disso importava para Zoey. Ela encontrava refúgio no mar, seguido dos braços de Brandon agora seu namorado (que se gabava da nova conquista, de ter conseguido dormir com a garota para todos aqueles que quisessem ouvir) idiota.

Contudo, a mãe da garota, uma defensora pública local, não aceitava sua situação de divorciada, e 3 meses após o ocorrido, tenta se matar. Ela não teve sucesso, mas acabou sendo internada em uma clínica, fato que de acordo com seu autoritário, otário e chato pai, Zoey deveria esconder de todos, inclusive de suas melhores amigas, as gêmeas. E tudo permaneceria apenas entre os dois, se Doug (o excluído do trabalho) não tivesse presenciado a internação da mãe da garota.

E por mais que Zoey quisesse ter certeza que Doug não abriria a boca sobre seu segredo, ela nunca conseguiria falar com ele, com o cara que ela odiava, com o delinquente juvenil da escola (ADORO) que já tinha ido até para o reformatório.

Mas tudo muda no dia do jogo de futebol quando Zoey tinha planos picantes para Brandon, o mesmo dia que Doug queria conversar com ela, explicar que seu segredo estaria a salvo com ele.

Mas naquela noite, Zoey sofreu um acidente. Ela não se lembrava de nada. Com quem tinha estado, com quem tinha conversado e para onde estava indo era uma incógnita. Zoey só sabia que Mike (também da equipe de natação) e Doug (que a retirou do carro, mas tinha quebrado a perna) também estavam vivos.

Mas o que aconteceu naquela noite? Zoey só sabia que não podia ficar louca igual à mãe, senão seria internada também. Ela precisava saber da verdade.
Porque Doug se mostrava tão atencioso enquanto Brandon não estava nem aí para ela?
E os pais da garota? O que aconteceria com eles?

Descubra em “Como fui esquecer você?
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Eu gostei do livro. Achei muito rápido e tranquilo de ler, mas se assim como eu, você achou que este fosse um romance adolescente inocente, me desculpe, mas tudo gira em torno de (selecione abaixo se quiser saber):
 SEXO.

Momento desabafo: ZOEY, SUA IDIOTA, PORQUE NÃO PERGUNTOU AOS SEUS AMIGOS O QUE ACONTECEU? POR QUE TENTOU DESCOBRIR TUDO SOZINHA?
Você não imagina quantas vezes eu quis que ela tivesse morrido no acidente!!!
Pronto! Isto há muito tempo estava entalado.

Enquanto eu quis matar Zoey, eu queria apertar o Doug. Ele é um fofo, uma graça. Senti dó, raiva, compaixão (e piriguetagem) por ele.

Mas senti que o final foi meio corrido, o que aconteceu com a mãe dela pelo menos. É aquele tipo de coisa que acontece para todo mundo ficar bem no final, algo repentino e totalmente sem lógica, mas é história, é ficção e tenho que aceitar isto que estas coisas acontecem mesmo.

O livro tem um momento de revelação, um grande segredo, que muda toda a história. Mas, sinto muito querida Jennifer Echols, você não me pegou.

E só um lembrete: quando for escrever um livro, não dê ao personagem principal o nome de um personagem de desenho animado. Sempre que lia Doug, eu lembrava o Doug Funny. Mas Zoey não era minha Paty Maionese. Ela era Zoey de The House Of Night (menos p#$@, claro).

E “Longe Demais” está perto demais. O outro livro da autora lançado por aqui (e que eu também já li) e em breve (sem data) será visto por aqui.

E para o livro:
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