sexta-feira, 30 de setembro de 2011

‘Perdoa-me pai, eu comprei'- Setembro (2011)

Postado por Luciana Mara às 13:06:00 44 comentários Links para esta postagem
Tenho certeza que foi através do folheto a seguir, que a mãe da Melissa descobriu este grupo. 
  
Tudo bem que minha amiga foi enganada acreditando que se tratava de um grupo de novos autores brasileiros, mas conseguiu sair com classe da situação. O que não foi o meu caso. Definitivamente, não foi.

Eu sei! É humilhante! É uma vergonha sem tamanho. Mas a verdade é que...

Sabe em supermercados, lojas de departamentos ou até livrarias/papelarias que sempre tem um quadro (com uma foto horrível) do funcionário do mês? Então, eu sempre me perguntei qual era o critério de escolha.

Será que é sempre aquele que vende em maior quantidade? Porque vai que tem um(a) vendedor(a) bonzudo(boazuda) que atrai todos os compradores e sempre vende mais (tudo bem que eu nunca vi um vendedor(a) do mês bonito (a), mas é uma possibilidade)? Será que seu rosto ficaria lá sempre e os outros não ficariam constrangidos/desmotivados/p. da vida com os(as) bonitões(onas)? Será que é aquele/aquela que dá bola para quem elege o funcionário do mês? Será que é um rodízio, uma escolha aleatória, para incentivar os funcionários a brilharem? Ou será que são aqueles mais elogiados pelos clientes, tipo mister (miss) simpatia?

Sei lá qual o critério, só sei que de alguma forma, o escolhido é sempre aquele que se destaca. E descobri isto da pior forma possível. 

Quando cheguei à reunião do grupo, atrás da recepção havia um quadro de avisos novo, com duas fotos. Eram tantas pessoas observando-o que não pude vê-lo imediatamente, só pude ler a parte superior do quadro:

“Mural da vergonha”
Conheça os (as) fracassados (as) do GABA do mês de setembro

No mural tinha uma foto minha. Uma foto MINHA 3x4 retirada do xerox da carteira de motorista (só quem já viu esta foto consegue sentir o drama completo)! Pelo menos eu não estava sozinha, pois a Kellen estava comigo (amiga, que foto era aquela??? Você tinha acabado de sair da cama sem pentear o cabelo e foi direto tirar a foto? Tadinho do marido ao virar para o lado de manhã). 

Eu e a Kellen nem compramos muito este mês, observe a foto abaixo (e veja a dela AQUI).



A Pirâmide Vermelha, Minha Vida Fora de Série, Ame o que é seu, Além da Vida, Devoção, Coração Apaixonado, Filhos do Éden, Roubada, Cilada (sorteio - Bruna), O que Falta ao Tempo (sorteio - Nanda), Crescendo,  Sangue Quente, A Cruz de Morrigan, O Milagre
* E ainda tenho 7 para receber =X

No meu caso, foram só algumas coisinhas básicas, afinal, fui à Bienal do Rio e não poderia sair de lá de mãos abanando. E eu li um livro da Becky Bloom! Não dizem que a gente viaja para vários lugares e vive a vida de várias pessoas na leitura? Então, eu só estava incorporando a Becky. E tiveram muitas promoções de R$9,90 (com frete grátis! Quem resiste?) e era aniversário do Submarino. Poxa vida, ele já nos deu tantas alegrias que não tinha como não dar dinheiro para ele de aniversário. Eu só fiz uma boa ação e ainda ganhei brindes! Dei dinheiro de presente para ele e recebi as surpresinhas do final da festa (livros), simples assim! Eu não comprei NADA lá! Só dei presente para o Sub e ele me deu brindes em retribuição.

Sério, não sei mesmo como as pessoas ficaram sabendo disso. Eu só falei para o pessoal de casa (exceto meu pai, pelo motivo óbvio), e para o pessoal do twitter, e do trabalho, e para as meninas da faculdade, e para as meninas do clube do chocolate. Só!!! Quase ninguém sabia! Já sei! O pessoal do GABA tem meu link do Skoob, foi isso.

E você me pergunta se vou parar de comprar para não aparecer mais no mural da vergonha? Nãooooo!!! Eu vou é fazer outra conta com um nome falso na rede social de leitores, simples assim! Acho que vou usar o nome da minha amiga Melissa. Ohhh... É segredo, viu?! 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

#78: Mini Becky Bloom - Tal mãe, tal filha (Sophie Kinsela)

Postado por Luciana Mara às 08:10:00 17 comentários Links para esta postagem

Informações:
Título: Mini Becky Bloom - Tal mãe, tal filha
Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record
Número de páginas: 541

Comentários: Como eu estava com saudade desta louca! Demorou, mas finalmente saiu o sexto volume da minha musa das compras, a inspiração para os meus delírios de consumo!!!

Se pensarmos que enquanto eu li o livro comprei 9, NOVE livros, acho que posso concluir que a influência dela deu certo (principalmente se pensarmos que comprei 2 livros iguais e que já tinha - A Pirâmide Vermelha. Mas estava em promoção, em PROMOÇÃO!!! Quem resiste a estas palavrinhas mágicas? E ainda pude comprar outro que eu não tinha com frete grátis!)

Eu não fiz resenha de nenhum dos livros da série da Becky no TOC. Quando comecei a escrever, há muito tempo já tinha lido os livros. Só adianto que este texto tem leves SPOILERS, ou melhor, um apanhando das histórias dos outros cinco volumes da série.
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A Becky Bloomwood conheceu o amor da sua vida e aprontou todas para cima dele (e comprou muito) em Os Delírios de Consumo de Becky Bloom. Ela já foi para Nova York, a pedido do Luke-gatão (e comprou muito) em Delírios De Consumo Na Quinta Avenida. A Becky já ficou indecisa sobre ter um casamento luxuoso no Plaza em NY, bancado pela sogra, ou ter um casamento simples, feito pelos pais na Inglaterra (e comprou muito) em As Listas de Casamento de Becky Bloom. Ela descobriu que tinha uma irmã totalmente avessa às compras (mas ela mesma comprou muito) em A irmã de Becky Bloom. Então, o Luke foi processado, eles tiveram que se mudar para casa dos sogros na Inglaterra, mas tinham uma linda surpresa: a musa das compras estava grávida (e comprou muito para ela e para o bebê) em O Chá de Bebê de Becky Bloom.

Dois anos após o chá de bebê, Luke, Becky e Minnie, a filha do casal, ainda estão morando na casa dos pais da Becky, na Inglaterra. 

Luke, como sempre, estava fissurado no trabalho, tentando resolver os problemas financeiros da empresa e conseguir clientes importantes. Isto era extremamente necessário para que a família pudesse se mudar da casa dos sogros. Mas encontrar a casa ideal não estava fácil (principalmente uma com espaço suficiente para poucas - eufemismo gigantesco - peças do guarda-roupa da Becky). E espaço seria mesmo um problema, se considerarmos que a pequena Minnie herdou um grave talento da mãe: paixão por compras.

A menina tinha 2 anos, mas era um furacão. Tudo que ela via era dela “Bolsa MEEEUUU, sapato MEEEEU”. E o pior, a Becky ainda queria um irmãozinho para ela.

Pelo menos a Becky tinha o emprego dos seus sonhos, ela indicava as roupas certas que as clientes tinham que comprar para cada ocasião. Tudo ia maravilhosamente bem até a economia do país entrar em recessão e as pessoas serem obrigadas a parar de comprar, o que acabava com o trabalho da minha compradora favorita (será?). 

Enquanto tenta domar a Minnie, manter o trabalho (e não comprar – coitada, sei como é difícil), procurar uma casa, aguentar a dedicação ferrenha de Luke ao trabalho (e sua resistência a um novo bebê), Becky pensa em algo que pode animar a todos: fazer uma festa de aniversário inesquecível e surpresa para o marido. Mas como contornar todos os problemas? Como viver sem comprar (SOCORRO!!!)? Como pagar uma festa chiquérrima e mantê-la em segredo do marido? Descubra e se divirta muito em Mini Becky Bloom.
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A série da Becky é diversão garantida! E a melhor série de chick-lits que acompanho. Eu me pego pensando em como aquela mulher é doida e como o marido dela a aguenta. Sério! Eu tenho vergonha alheia, morro de vergonha da Becky! (Léo, se um dia eu ficar como ela, me interne, please! Pode usar este texto como termo de aceitação da internação).

E aquela filha então? Ela é mimada e incontrolável, apesar da Becky querer negar. O Luke tem seus momentos fofos, mas continua a ser um viciado em trabalho (talvez seja por isto que ele ature o comportamento desvairado da Becky em relação ao vício dela, só pode ser porque, no fundo, ele se acha viciado também – o fato dele amá-la é um pequeno detalhe).

Os personagens secundários que aparecem em toda a série (pais da Becky e a vizinha Janice, a Jess – irmã da Becky, e o namorado Tom (filho da vizinha), a mãe do Luke, Suze, Tarkie e as crianças e Danny (estilista)) também estão de volta, trazendo mais diversão à saga da nossa amiga.

E o final? Achei super fofo e surpreendente! Mas, ao terminar, veio uma surpresinha. Eu esperava que este fosse o último livro da série, mas pelo visto não será. A SK deixou vários ganchos para a sequência e confesso que estou ansiosa desde já. Adianto que esta história é completa, só restaram algumas situações que me deixaram com gostinho de quero mais.

Sério! Não recomendo a leitura se você que têm vergonha de rir em qualquer lugar, pois é isso que você fará. As situações que a Becky passa e suas soluções são hilárias! Para as demais pessoas, restam dúvidas de que super recomendo?*



*Também não recomendo para aqueles que não gostam de uma leitura leve, rápida e fútil.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Top Top #7: Escritores de contos no papel higiênico

Postado por Luciana Mara às 08:19:00 36 comentários Links para esta postagem
Ao contrário do que se possa imaginar em um primeiro momento, este Top Top é dedicado aos autores que eu gosto e não aos que eu poderia dar descarga.

Eu sei que o título deste texto é um tanto estranho, mas se você acompanha minhas viagens sabe do que se trata.  

Você já comprou um livro pelo autor?
Eu já e continuarei fazendo. Pelo menos este é um ato mais racional do que comprar um livro apenas pela capa (o que faço também).

Então surgiu a ideia deste Top Top:

#7 Top Top: Escritores de contos no papel higiênico

Estes são alguns escritores que podem escrever até um conto no papel higiênico que compro/leio/indico. 

Os autores não seguem uma ordem de preferência. Eles foram alocados nas posições aleatoriamente (estatístico adora esta palavra). Estes são os primeiros 12 autores que me vieram a cabeça. Então, eu posso ter esquecido de algum e pode ser que eu venha acrescentá-lo futuramente.

1- J. K. Rowling
É, eu sei que ela só lançou Harry Potter e aqueles livrinhos anexos que reverte a venda para caridade. Pode ser que ela nem lance mais nada, com medo de errar e não superar as expectativas. Mas caso ela lance estarei lá, comprando em pré-venda e vendendo meu rim para pagar.

2- Marian Keyes
Eu preciso de livro novo dela todo final de ano. Fui conquistada pela calça de couro do Luke e não importa se é fino ou grosso, ou eu tenha que hipotecar meu outro rim, eu compro os livros dela assim que lançam. Por causa dela, sonho em conhecer a Irlanda.

3- Federico Moccia
Eu já me derreti pelo autor AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. Ele fala de amor de uma forma tão linda que é impossível não se apaixonar.

4- Rick Riordan
O tio Rick é o cara! Ele nos diverte e ainda ensina um pouco de mitologia. E pelo jeito ele será outro, que vai escrever até as mãos caírem. Séries novas e sequências estão sendo lançadas a todo momento. Aguardo a sequência de A Pirâmide Vermelha.

5- Meg Cabot
Eu sei que ela é uma máquina de escrever e se for comprar tudo que ela lança terei que hipotecar meu outro rim pela segunda vez, mas os livros dela são uma delícia de ler. Estou aumentando minha coleção aos poucos.

6- Paula Pimenta
É a minha representante brazuca da lista. Volto a ser adolescente ao ler seus livros. O fato das histórias se passarem em BH, a torna mais real. Faço questão de comprar no lançamento e de ter o livro autografado (meu MVFS não está #chora).


7- Dan Brown
Eu não resisto a uma aventura dos seus personagens. Na verdade, eu acho que tenho mesmo é inveja da inteligência deles. O final de O Símbolo Perdido fez o autor perder uns décimos comigo, mas nada que me faça removê-lo da lista.
8- Sophie Kinsela
Ela criou a Becky, minha musa inspiradora!!! Só de pensar na Becky tenho vontade de comprar, ai, ai... me segurem! Só não tenho um livro da autora, O Segredo de Emma Corrigan
Aceito doações.

9- Carlos Ruiz Zafón
Só dois livros dele foram lançados por aqui e entre eles A Sombra do Vento está na lista dos meus livros preferidos. É um curinga para dar de presente.

10- Ann Brashares
Eu só li um livro dela, Nosso Último Verão. Tenho os livros da série da Irmandade das Calças Viajantes, mas não li com medo de acabar de ler série e eu ficar órfã #muquiraniceliterária. Só ouvi elogios. Tenho a meta de lê-la este ano.


11-Stieg Larsson
Eu sei que a introdução da trilogia Millennium é um porre. É muita História e poucos acontecimentos, mas passado o momento inicial é impossível largar aqueles tijolos. Na metade do primeiro tijolo da série, eu já estava totalmente fisgada.

12- Jane Austen
E tinha que ter alguma representante dos clássicos. Sempre me imagino com aqueles vestidões de época (não morando em BH, porque está um calor que começo a suar só de pensar) e me encanto com os romances inocentes e cheios de suaves cutucões à sociedade na época dela.


Ok, ok... Sei que Jane Austen e Stieg Larsson já faleceram, mas se alguém psicografar um livro deles, só me avisar que eu compro também.

*Fotos retiradas do Skoob.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

#77: Sou louco por Você (Federico Moccia)

Postado por Luciana Mara às 13:02:00 15 comentários Links para esta postagem

Informações:
Título: Sou Louco por Você
Autor: Federico Moccia
Editora: Planeta
Número de páginas: 352

Comentários: É notório que qualquer coisa do Federico Moccia que lançar no Brasil, eu lerei, todo mundo sabe disse! Ele escreve sobre o amor de uma forma tão poética que não resisto, apesar de eu odiar poesia, vai entender.

Sou Louco por Você é continuação de Três Metros Acima do Céu (3MAC – Resenha AQUI). Meu texto contém SPOILERS do final de 3MAC. Cuidado!
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Após 2 anos morando em Nova York, Step volta a Roma. Era de se esperar que neste tempo afastado, em que tentou ao máximo se manter longe de tudo que envolvesse sua terra natal, ele tivesse conseguido superar a morte de Pollo, seu melhor amigo, e o término do namoro com Babi, seu primeiro e grande amor.

Ao retornar, mesmo que amadurecido e com curso de Design concluído, Step não conseguia esquecer. A todo o momento ele recordava os lugares em que esteve com Babi e as armações/crimes/bagunças que aprontava com Pollo. 

Apesar disso, ele estava disposto a recomeçar, a deixar o passado para trás e aproveitar às novas oportunidades. E o primeiro passo, foi se comprometer com o emprego de assistente de design que seu pai arranjou.

Foi então que, de uma forma não convencional, surge Ginevra, ou simplesmente Gin. Temperamental, cheia de artimanhas (ela daria uma ótima instrutora do curso "aprenda a economizar" que eu estou precisando fazer) e linda. Esta foi a definição de Step (exceto a parte do curso) após conhecê-la melhor.

Mesmo inicialmente desejando não se envolver para não sofrer novamente, Step não resistiu. Gin era quase um Step de saias! Eles formavam um casal perfeito (em todos os sentidos – inclusive no ringue, sim Gin lutava o.O)!

Paralelamente à história de Step e Gin, é contado o que está acontecendo na vida da família da Babi. Seus pais e sua irmã estão com uns probleminhas para resolver. Fora a Babi, que está preparando uma grande mudança...

Mesmo completamente envolvido com Gin, Step teme encontrar a Babi e quando a encontra... 

Pronto! Parei por aqui.
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Quando eu soube que teria uma continuação de 3MAC, eu fiquei desesperada, precisava tê-la, lê-la e quantos mais ‘ê-la’ se encaixarem na sentença. Eu precisava que o Step e a Babi se acertassem. Eu torci para isto, até conhecer a Gin (apesar de achar meio psicótica as atitudes dela relatadas ao final) e compreender que ela era a cara metade do meu Bad Boy (com 2 B's maiúsculos) favorito. 

O início do livro é morno. A história engrena mesmo quando Gin aparece e o novo casal se forma. A partir daí é impossível parar de ler. Fiquei empolgada para saber onde Step e Gin se encontrariam e as doideiras que fariam. Também não posso negar que fiquei curiosa para saber do tal encontro com a Babi. É claro que muitas coisas que aconteceram eu não mencionei, para tentar manter o mínimo de surpresa. Só posso garantir que há emoção, ação, romance, cenas calientes e apaixonadas, tudo no irresistível jeito Moccia de escrever.

Em todos os livros que li deste autor, ele divaga sobre a vida dos personagens secundários. Desta vez este recurso se faz menos enfadonho do que quando usado para falar sobre a vida dos amigos do Pietro em Desculpa se te chamo de amor e Desculpa, quero me casar contigo, os dois outros livros do autor lançados no Brasil.

Em 3MAC, Step era um Bad Boy (ADORO!). Já neste novo livro, ele passou a ser 'A Lenda'. Todos conheciam sua fama de garoto malvado, o respeitavam (ou o temiam) por tudo de ruim que ele já tinha aprontado, mas Step mudou muito. Ele faz uma gracinha ou outra, mas agora é um Homem. 

Li várias resenhas dizendo que não é necessário ler 3MAC para ler Sou Louco por Você, mas eu discordo. Eu acho que é preciso entender o quanto o relacionamento com a Babi foi intenso para descobrir porque o Step sofreu tanto quando o namoro acabou. Ele sofreu mais do que eu imaginava, enquanto a vaca da Babi, se preparava para dar um novo rumo à vida. É também importante para saber o quanto ele mudou, o quanto o Step amadureceu. Este é um livro sobre seu crescimento.

Dúvidas de que recomendo?

Ps.: Ahhh... e tem o filme baseado no livro. Confesso que tenho o filme de 3MAC e ainda não assisti. Acho que tenho medo de assistir o final (mesmo sabendo o que acontece, vai entender...).

E mais uma coisa: 3MAC foi lançado pela Rocco (ou seja, custa caro - e dei azar do meu soltar a capa) e Sou Louco por Você pela Planeta. Os livros têm tamanhos diferentes e ficam estranhos juntos na estante. Gosto de séries de livros que mantêm mesmo tamanho e formato para ficar bonitinhos enfileirados, mas fazer o que?! Pelo menos foi publicado...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Era uma vez um blog literário...

Postado por Luciana Mara às 20:57:00 27 comentários Links para esta postagem
... que se tornou um espaço para eu contar minhas experiências, histórias e pensamentos maluquetes.

Domingo cumpri mais um das expectativas para o ano de 2011 relatadas AQUI (utilidade dos memes e selinhos).

Fui a um show internacional (tudo bem que mais parecia uma parada gay, com participação da Rihanna)!!! Esclarecendo: 80% das pessoas que compareceram ao show tinham a mesma preferência sexual que eu, ou seja, gostam de homens. Os outros 20% estavam acompanhando as namoradas.

Voltando para o início...
Acho que se eu fosse um bicho, seria um bicho-preguiça.
Eu estava com preguiça até de escolher uma roupa, mas depois que recebi minha carta de Hogwarts no pottermore (sou da Sonserina #comemora. QuillBronze70, adicionem-me), foi simplesmente usar o accio.

Fui com a minha irmã. Chegamos à fila 15h, levadas por táxi-papys-mamys. Quase rachei minha cabeça por causa do sol (morrendo de calor e eu de bota, pois fiquei com medo do meu All Star branco levar tanto pisão que mudaria de cor). Os portões abririam, hipoteticamente, às 17h (o que é claro não ocorreu, o que justifica o emprego do advérbio).

Ali surgiu a proposta de novo negócio 1: De 5 em 5 minutos, o pessoal nos perguntava que fila era aquela que estávamos. Tinha uma placa enorme escrito PISTA, mas acho que seria mais vantagem dependurar no pescoço a placa: vende-se informação. Ficaria rica!

Fomos andando, andando na fila de 1 em 1 centímetro (que só podia estar crescendo para os lados, uma vez que os portões não tinham sido abertos), o sol se pôs e, de repente, o tempo virou. Grudei no braço na minha irmã para esquentar e quase virei um picolé.

E como tinha povo estranho naquele lugar! Uns cortes de cabelo muito sem noção (raspado embaixo e com uma franja imensa para ser jogada para trás), umas meninas de micro-mini-saia E havaianas (quem vai a um show de Havaianas, meu Deus? E aqui é BH, nem é Rio!!!), váriooooos caras mais femininos que eu, algumas meninas mais masculinas que os caras (os que foram acompanhar as namoradas, claro!) entre outros tipos bemmm diferentes.

Eram 18h quando os portões foram abertos. A única parte relevante deste momento foi os gays revirando os olhos ao serem revistados pelos policiais.
Semi-mortas

A partir daí, seriam mais 2h, hipoteticamente (de novo), até o show começar. O jeito era não sentir sede, não beber nada e segurar a bexiga sabe-se-lá Deus até que hora. Se saíssemos perderíamos os lugares. Conseguimos até bons lugares, ficamos na segunda fileira atrás da grade de proteção.

E surgiu a proposta de novo negócio 2: vender água para quem não tem problemas de perder o lugar no show ou conseguem por freio na bexiga. Um copo de água custava 4 reais!!! Eu e a Louise vamos investir neste negócio em breve (aproveitaremos e assistiremos aos shows de graça).

Então, o DJ começou a tocar. E ele tocou Beyoncé, Kate Perry, Lady Gaga, Shakira, Britney Spears e a diva interior da galera aflorou. Elas sabiam cantar TODAS as músicas. Teve até ‘um cara’ que foi fazer a coreografia de uma música da Beyoncé e deixou o pessoal da arquibancada louco (eu perdi a cena).

Enquanto isso, tuitava e facebookava para fazer o tempo passar. Tinha até um grupo do meu lado lendo o que eu estava postando na cara de pau. Então, minha irmã me avisou eu levantei o celular e digitei: ‘Oi para aqueles bicos que estão pescoçando o que eu estou escrevendo #showRihanna’. Foi uma delícia quando eu ouvi os comentários de que eles não acreditavam o que eu tinha escrito #momentobarraco1.

Tinha até pseudo-celebridades de Malhação (me entendam, não tietei! Só tirei a foto para mostrar aqui e perguntar: vocês conhecem?) na pista Premium.
Pseudo-celebridades
Chapando 
E com 1h25 de atraso, o show começou. Que a Rihanna tem mesmo um corpão (tinha uma mancha roxa enorme na perna, que se fosse em outros tempos eu diria que era uns sopapos do Chris Brown), canta muito e anima a platéia, não se pode negar. Ela foi bem simpática, desceu do palco (levou uma apertada nos seios e soltou um ‘Ohhh my God’) e tudo, mas achei ruim ela não ter falado ‘Belo Horizonte’ ou ao menos BH, só falava ‘Brasil’ (em SP ela falou ‘São Paulo’ o tempo inteiro – não é a toa que mineiros e capixabas são a escória da região Sudeste).

Segue o nome das músicas que ela cantou (cantou mesmo, sem playback):

"Only girl (in the world)"; "Disturbia"; "Shut up and drive"; "Man down"; "S&M"; "Let me"; "Raining man (interlúdio)"; "Hard"; 'Breakin' dishes"; "Glamours life"; "Run this town/Live you life"; "Unfaithful"; "Hate that I love you"; "California king bed"; "Pon the replay (interlúdio)"; "What’s my name"; "Rude boy"; "Cheers (drink to that)"; "Don’t stop the music"; "Love the way you lie (part II)"; "Umbrella".
Clique para ampliar
E já na primeira música, o pessoal começou a pular e a menina atrás de mim começou a me empurrar. Virei para ela e mandei-a parar, porque assim não tava legal. Ela disse que não estava empurrado, mas se bobear tinha até marcas nas minhas costas (a Bones com certeza encontraria as marcas). Depois disso, ela parou #momentobarraco2.

Depois, ‘o’ cara que estava na frente da minha irmã perdeu o lugar e mandou-a para a terceira fileira. O que eu fiz? Fui reclamar com ele #momentobarraco3! Depois disso, ele ficou um doce, até tomava cuidado para não atrapalhá-la ao tirar as fotos.

O show foi super animado, gostei (exceto da parte de mofar na fila). E após o show, cheguei a algumas conclusões:
  • Para as garotas/mulheres/encalhadas de BH, vai um recado: Procurem os homens feios de BH e região, porque os bonitos estão todos se pegando!!!
  • Recado para os homens feios: Entre em contato comigo para eu passar minha conta bancária. Após esta propaganda, eu mereço.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

#76: Minha Vida Fora de Série (Paula Pimenta)

Postado por Luciana Mara às 11:03:00 18 comentários Links para esta postagem

Informações:
Título: Minha Vida Fora de Série - 1ª temporada
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Número de páginas: 408

Comentários: Eu queria meu livro autografado, mas Murphy agiu. Ele fez que com que eu estivesse no Rio enquanto a Paula estava aqui e estivesse aqui enquanto a Paula estava autografando na Bienal. ¬¬

A história é que eu não aguentei! Comprei o livro sem autógrafo na Bienal mesmo e já devorei. Só fui dormir sábado quando terminei, às 02:45 da manhã.
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Priscila tinha acabado de completar 13 anos e seu único pedido, ao assoprar a vela do bolo de aniversário, era voltar a viver em São Paulo. Suas três melhores amigas, seus colegas de condomínio, seu irmão, três dos seus seis bichos de estimação (zoológico) e seu pai tinham ficado lá após a separação. Agora ela morava em Belo Horizonte, minha terrinha querida, com a mãe e seus outros três bichinhos (continuou tendo um zoológico).

Como sua família era daqui, sua prima Marina, aquela que a presenteou com a primeira temporada de Gilmore Girls - e daí surgiu sua paixão por seriados - ficou logo incubida de fazer a garota se ambientar,  sentir em casa. Ela a levou ao Clube, e a apresentou à Clara e a uma velha conhecida de FMF, a Natália. Foi no clube que Priscila viu os primeiros gatinhos em BH e pela primeira vez pensou que morar em aqui poderia valer a pena (safadinha).

E logo de cara ela se encantou por aquele cara um pouquinho mais velho, o Marcelo. Quem sabe não seria nele que ela daria o primeiro beijo? Não custava nada investir. Várias técnicas de sedução aprendidas e que deram resultados, mas ele seria o cara certo? 

Então, as aulas começam. Escola nova, novos colegas de sala. Se adaptar em uma cidade diferente, onde ainda comentam do seu sotaque não era tarefa fácil. E tinha ainda aquele garoto, o Rodrigo, cujo rosto era familiar... Era um garoto tímido, que passava o tempo ouvindo músicas e escrevendo em seu caderno. E ele era amigo do Leo, aquele garoto mesmo que eu ADORO (sósia do meu Léo), que confessou estar esperando a menina certa (achei super fofa esta parte) para se apaixonar (A Fani aparece também, mas pouquíssimas vezes).

Tudo daria certo para aquela garota que gostava de cantar, praticar esportes, tinha um corpão para seus 13 anos e tinha uma cor de cabelo incomum (parecia ruivo, mas chame-a assim que ela te mata)? E seu primeiro beijo rolaria com quem? E como ela se adaptaria em MG, um estado sem mar (o que aqui não tem de mar compensa em bar, conhecem a música)? Descubra em Minha Vida Fora de Série.
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Quando eu leio os livros da Paula Pimenta volto no tempo. Sou novamente uma adolescente, vou à escola, faço trabalhos, vou ao clube e cochicho sobre aquele garoto interessante. Emociono-me com pequenas declarações e sofro junto, mesmo que sejam aqueles pequenos problemas, mas que na cabeça dos adolescentes são enormes. Isto porque a Paula escreve de forma tão gostosa, que por mais que este seja um livro juvenil - acho que até mais que FMF, uma vez que os protagonistas têm 13/14 anos, e FMF1 têm 16 - não há como não se envolver e querer dar uns tabefes em alguns personagens algumas vezes.

O livro é recheado de passagens de seriados como, por exemplo, Gilmore Girls e Dawson’s Creek (que AMO - aceito doações da 4ª, 5ª e 6ª temporadas). Estas passagens se encaixam perfeitamente nos capítulos, tanto que eu as lia e ficava imaginando o que aconteceria em seguida. Há também troca de mensagens, e-mails e cartas como em Fazendo meu Filme, recurso que acho divertidíssimo.

A história é fofa e cheia de surpresas. Reencontrar a Natália, a Fani e o Leo meus amigos de longa data, só que um pouquinho mais novos, foi super bacana.

Entretanto, eu acho que ficaria mais legal se MVFS fosse lido antes de Fazendo meu Filme. Isto se deve tanto porque seguiria a ordem cronológica, como porque há uma passagem em que o Leo vê a Fani que me deixaria curiosíssima para saber o que viria em seguida entre os dois personagens.

Importante! Selecione a seguir apenas se você não importar com SPOILERS: Acredito que MVFS deveria ser lido primeiro porque em FMF3 sabemos que até os 18 anos (pelo menos) a Priscila e o Rodrigo estão juntos e felizes! Então, de certa forma, eu já sabia o que iria acontecer na nova série. Achei a história completa, sem um gancho para o próximo livro da série. Isto acabou não me deixando desesperada, louca e alucinada pelo próximo livro de MVFS como estou por FMF4 (que só vai sair em fevereiro #chora). Porém, acho importante destacar que lerei MVFS2 assim que lançar (Paula Pimenta é da série de autoras que pode escrever até conto em papel higiênico que eu compro – esta aí uma ideia de Top Top).

Masssss... Como a história de MVFS surgiu na cabeça da autora após FMF, vou parar de reclamar e só pedir para Paula escrever até as mãos dela caírem (estou brincando, ou não...rs). Farei minhas futuras filhas lerem na ordem certa (se não gostarem de ler teremos um problema sério já estou fazendo planos =P).

Ok! Eu sei que são duas séries diferentes, mas por terem os mesmo personagens eu não consigo não compará-las. Entretanto, não me peçam para escolher uma. As histórias daquelas meninas loucas por filmes e seriados e daqueles meninos fofos e românticos tem um enorme e igual espaço no meu coração.

Dúvidas de que recomendo?




Este livro faz parte da lista do Desafio Literário (Clique no nome do desafio para conhecer a lista completa).

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

(Des)Aventuras em série

Postado por Luciana Mara às 20:40:00 20 comentários Links para esta postagem
Não, não vou falar da série de livros que sonho um dia ler (mas que continua muito cara). Também não escrevi o nome da série errada. Vim mesmo contar da minha viagem ao Rio.
Sabe aquela frase famosa de que brasileiro deixa tudo para última hora? Então, descobri que sou muito patriota e que honro mesmo as características do povo daqui. Na sexta-feira, saí do serviço às 18h, cheguei em casa às 19h e não tinha nem começado a arrumar a mala. O Léo veio me ver, a Cíntia chegou (depois de descer no ponto errado! Malditos trocadores que não conhecem o trajeto) e nada das minhas roupas saírem de Nárnia para cair na mala.

E quando fui fazer isto, que indecisão. Sério, odeio fazer mala! E se fizer frio? E se fizer muito calor? E se este short for muito de piriguete não literária? Eu não sabia nem que mala levar! Eu tinha uma bem pequena e outra mega grande. Eu, com a minha formação em estatística, só queria fazer uma coisa: tirar a média entre o tamanho das duas.

Infelizmente, não deu e acabei levando a pequena mesmo e uma de mão da Pucca. Coube tudo (depois de precisar da mamys, papys e irmã - sentada na mala -  para conseguir fechá-la). O fato que não usei 1/3 do que levei é um mero detalhe.

Entre arrumar mala, lanchar e fazer a unha, eu e a Cíntia fomos dormir mais de 1h da manhã. Levando-se em consideração que teríamos que acordar às 4h, conclui-se que nós só piscamos. E um detalhe: e para encher o colchão inflável para uma de nós duas 'piscar' sem bomba? A mamys encheu no corredor, fez um barulho do cão e o vizinho do andar debaixo disse para a mamys, no dia seguinte, que a situação lá em casa estava boa, bem caliente... Minha mãe riu e disse que estava rolando orgia no corredor do apartamento. Imaginem a cara do vizinho? (sério, isto aconteceu mesmo!)

Acordei 3:59 com medo do cel não despertar. O táxi-papys nos levou ao aeroporto, e quando chegamos lá a Ana, minha companheira de viagem, me ligou. Ela tinha acabado de acordar! Eu e a Cíntia despachamos a bagagem, subimos para a sala de embarque e só depois a Ana chegou. E quando sentamos no avião, prontas para viajar adivinhem? A Ana tinha esquecido a bolsa com a chave da mala dentro do carro. o.O

No Rio, pegamos o táxi e fomos para o hoStel, com S de Sadia (com qualidade mais para Maria Rosa, Serra, Pena Branca. Pesquisem!). Assim, não é aqueleeeee lugar para ficar, mas pelo preço, compensa... Só de pensar que, no café da manhã eles dão, além dos pães um, apenas um biscoito (não um pacote, um biscoito mesmo) que dá para dobrar a 90 graus e não quebra, dá para ter uma ideia de como era o lugar. Voltando à história, eu e a Ana deixamos as malas no hoStel - no depósito de material de limpeza e papel higiênico - porque nossa reserva seria iniciada às 13h e fomos à Bienal.

De algum jeito pegamos o metrô, o busão, demorou um parto (normal de uns trigêmeos), mas chegamos ao Rio-Centro. Marcamos com a Cíntia lá.

E já na entrada, após pegar o mapa, fiquei chocada com o tamanho do evento. Desorientada como sou, eu ainda nem tinha olhado o mapa dos estandes. Eram três galpões enormes. Em um dia só, não consegui ver tudo, mas acho que uma parcela considerável de culpa foi da Novo Conceito. Definitivamente a editora era o point de encontro da galera, já que era só falar "Adoro ler a Novo Conceito" nas horas pares que você saia de lá feliz e saltitante com um livrinho na mão.

Assim que chegamos, encontrei a Nanda e como não consegui senha para a Alyson Nöel passei meu Para Sempre para ela autografar para mim. Isto foi ótimo, porque ela ficou 2,5h na fila e eu teria rodado bem menos na Bienal.

E, nestas voltas, pegamos a senha para autógrafo da Emily Giffin (para mim, para Ana e hipoteticamente para Cíntia, nossa amiga que estava lá fora estacionando o carro – foi a desculpa que demos). Em seguida "após estacionar o carro invisível dela" a encontramos e conhecemos a Fernanda. Ficamos no vai e vem entre outros estantes e a fila da Novo Conceito e encontramos o Felipe e a Lisa. Mais tarde, encontramos a Rute. Foi um prazer conhecê-los, galera!

Quando meu celular pegava (oohhh sinal ruim daquele lugar) eu mandava sms para encontrar o pessoal. Mais do que conversar, saímos em busca das melhores promoções e dos autógrafos internacionais. E sim, tenho mensagens ilimitadas, o que explica as milhões de sms que mandei.

Audrey Niffenegger
Almocei um Yakisoba+refri por 20 reais o.O (facada nos três olhos) e fomos atrás da Audrey Niffenegger. A gente nem queria ouvi-la, só estávamos atrás dos autógrafos nos nossos A Mulher do Viajante do Tempo (que eu ainda não li). A fila estava minúscula, o que só me fez chegar a duas conclusões: 
1) ou o pessoal não a conhecia; 
2) ou ela não era muito simpática.
Após o autógrafo concluí que era a 2ª opção.

Conversamos, andamos, compramos... não necessariamente nesta ordem, mas na maioria das vezes juntos. Vi alguns outros blogueiros lá, mas nem dava tempo de cumprimentá-los (ou eu não quis mesmo... huahuauha - Blogueiros celebridades). Alguns que queria ver, não vi.

Comecei a não sentir meus membros inferiores.

Enquanto eu ficava em um dilema se comprava ou não Minha Vida Fora de Série mesmo sem autógrafo da Paula Pimenta e esperava a fila de autógrafo da Emily Giffin andar (leia-se, arrastava minha bunda no degrauzinho do estande) olhei para o lado, para a pessoa atrás de mim na fila e disse:

-Eu te conheço.
-Não, você não me conhece. - Ela respondeu.
-Eu te conheço sim!
-Não conhece! Ou melhor, conhece de onde?
-Do twitter! Vc é a @desapd e eu a @lucianamara
-Ohhhhh - Nos abraçamos e tiramos foto. Cara eu tenho mesmo boa memória fotográfica.

Eu tinha marcado de encontrar outra blogueira, a Nataly. Trocamos algumas sms, ela me disse que estava na fila da Emily e eu a reconheci. Só não sabia se o que ela estava comendo era um sorvete ou crepe (sou boa para reconhecer apenas rostos =P)

Finalmente era a nossa hora! Fomos pegar os autógrafos burlando o sistema para conseguir o da Cíntia que estava comprando nossos livros da nossa musa das compras, com os descontos progressivos que estavam rolando na Galera. A Emily é uma graça! Sei lá como, eu até conversei com ela.

Emily Giffin
Autógrafo na mão, andando igual burro de carga cheia de livros, fomos embora. Sério, não sentia meus pés, estava cansada por só ter dormido 3 horas durante a noite, mas se pudesse, faria tudo de novo. O lugar é aquilo tudo mesmo que todo mundo fala e onde mais você pode conhecer aquelas pessoas desesperadas por livros tanto quanto você?

Começando de cima: 
3 que ganhei
4 que comprei
1 para ler
4 que levei para autografar.




Após 20 milhões de horas (foi o que pareceu tamanho era meu cansaço) chegamos ao hoStel e lembramos de uma coisa: o cadeado. Puxa, tentamos a estratégia dos filmes com 2 grampos abertos, mas nada. Isto é uma furada!!! Eu bem achando que ela teria que se vestir de lençol após o banho, quando o cara do hoStel deforma o zíper, para o cadeado sair por baixo. Estragou o zíper, mas deu certo! Nunca mais acredito nas estratégias dos filmes!

E não foi só isso!
No domingo fomos ao Cristo e à praia de Copacabana. Na segunda fomos à Igreja da Candelária, à Confeitaria (que eu insisto em chamar de cefeteria, cafeteria, qualquer coisa que meus dedos malucos digitem, menos o nome certo) Colombo – onde se engorda só de olhar  – e a praia da Barra (onde não vi nenhum famoso de verdade #choro). Depois de meio século esperando, a Nanda e a Laila chegaram lá com uma turma. Fomos embora, eu com o biquíni molhado no ônibus com ar-condicionado, resultado: gripei!

Então, tirando tudo que foi ruim, foi ótimo!
Bora repetir a dose? 

Turismo no Rio. Dias 4 e 5 de setembro (Clique para ampliar)
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