segunda-feira, 17 de outubro de 2011

#81: Todo Garoto Tem (Meg Cabot)

Postado por Luciana Mara às 12:31:00

Informações:
Título: Todo Garoto Tem
Autora: Meg Cabot
Editora: Record
Número de páginas: 380

Comentários: Com Todo Garoto Tem termino minha segunda overdose de Meg Cabot. 
Este é o último livro da série 'boys', composta por O Garoto da Casa do Lado e Garoto Encontra Garota.

Esta resenha NÃO contém spoilers. Apesar de ser uma série, as histórias são independentes. Porém, recomendo a leitura na ordem.
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Holly e Mark estão prestes a dar um grande passo no relacionamento: decidiram se casar. Mas apesar dos dois serem maiores de idade e vacinados, são de religiões diferentes e, por isto, as famílias não aprovam o casamento. Assim, a única alternativa encontrada foi fugir para concretizarem a união. O destino escolhido foi uma vila no interior da Itália (inveja vermelha, preta ou qualquer cor que ela possa ser, que não branca).

A tiracolo, o casal levou a madrinha/dama de honra/melhor amiga da noiva e extrovertida cartunista Jane Harris (que trabalhava no mesmo jornal que Melissa - Vol 1 e Kate -Vol 2) e o padrinho/amigo do noivo Cal Langdon, um jornalista internacional renomado e mulherengo

Já na sala de embarque, antes mesmo de saberem que teriam que passar a semana juntos, Jane e Cal já se odiavam. Aquela era a primeira viagem internacional de Jane e ela estava empolgadíssima e surtada, ao contrário de Cal que, acostumado a viajar pelo mundo em busca de notícias (e guerras), sente que a viagem é uma perda de tempo, que o casamento em si é uma perda de tempo (lição baseada em eventos passados). Após descobrir isto, a conclusão de Jane foi que Cal não acreditava no amor e ela estava disposta a provar o contrário (ela tinha como evidências o amor dos noivos, melhor deixar claro).

Mas um empecilho surge no caminho do altar e só Jane e Cal poderiam ajudá-los. Qual era o empecilho? Será que Cal aceitaria participar do plano de Jane para corrigir este problema? Será que ele veria por meio de Holly e Mark que o amor ainda existe? E Jane e Cal? Será que eles se odiariam para sempre? 

Descubra as respostas e se divirta em Todo Garoto Tem.
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A história é leve, divertida e rápida. O estilo da Meg Máquina Cabot é inconfundível. 

Assim, apesar de ter gostado da história, acho que ela poderia ter sido contada de forma diferente, sem precisar de ser por trocas de e-mails, diário de viagem da Jane (que inicialmente era presente de casamento, mas que começou a ter tantos comentários sobre Cal - e suas supostas partes avantajadas - que ela achou melhor não entregá-lo) e textos no palmtop do Cal. Nos livros anteriores isto fazia todo sentido, uma vez que as histórias se passavam no ambiente de trabalho dos protagonistas (e-mail era a forma de se comunicar sem criar alardes, sem chamar atenção do chefe). Em um ambiente de férias, não vejo a necessidade disso. Talvez a Meg tenha só continuado a escrever do jeito que começou. Sei que está não é uma crítica tão séria, mas me incomodou.

As críticas feitas em relação aos títulos ainda permanecem (veja AQUI). Garotos? Refletindo mais um pouco, acho que os títulos também afastam os rapazes deste tipo de livro. 

Os casais principais são fofos, mas os coadjuvantes da história não têm a mesma força que os dos livros anteriores. 

Um ponto positivo é que finalmente os assuntos dos e-mails são os mesmos. Assim é mais fácil ver quem respondeu a quem e a qual assunto estava dando continuidade.

E sou do contra! Todo muito fala que este é o livro mais fofo da série, mas eu achei o mais fraco. Acho que já estava inserida no universo do jornal e senti falta daqueles personagens (e vou explicar, tirei décimos do 2º livro em relação ao 1º devido à similaridade dos personagens principais e não pelas histórias acontecerem em um mesmo ambiente).

Parece que só falei mal, não é? Mas o livro é bacana! Para quem gosta de um romance no estilo sessão da tarde, recomendo!


22 comentários:

Cíntia Mara de Castro Ribeiro disse...

Doida pra ler logo! O fato de você não gostar tanto só me deixou com mais vontade ainda. Só sei que a Stacy deve ter feito muito falta, kkkk.

Bjs

Hérida Ruyz disse...

pela-mor-de-deus! Dois posts seguidos da Meg?! Overdose total. kkk
já disse que os livros juvenis da Meg não são minha praia, mas li os adultos que ela escreve sob o nome de Patricia Cabot e adorei. Esses eu leio com certeza! Já leu os romances dela Lu?

Luciana Mara disse...

E vai ler só daqui uns meses mesmo?

Eu até pensei em colocar a mesmíssima frase na resenha, mas as pessoas não iam entender que era a Stacy. Senti mesmo falta dela.

Bjins

Luciana Mara disse...

Dois nada, foram três! Gosto de ler séries em sequência, então li os três da série garotos =P

Eu já li Aprendendo a Seduzir. Eu adorei!!!
Quais mais vc recomenda?

Cíntia Mara de Castro Ribeiro disse...

Conferindo minha lista mutante de possíveis próximas leituras... Final do mês, rs.

Felipe Fagundes disse...

Eu achei justamente o contrário!
Concordo com todos os fatos que você citou só que os avaliei de forma diferente.
Pra começar, fiz tudo errado, comecei pelo final kkkkkk
E foi esse livro que me deu vontade de conhecer o resto da série, sem saber nada de jornal, outros personagens e tal.

O que mais gostei foi o diário da Jane Harris e de como ela era doida.  Fiquei meio decepcionado quando peguei o 1º livro da série e vi que era só em emails porque o que eu mais tinha gostado era o diário e as notas fiscais.

Com certeza, o fato da mulher escrever no diário O TEMPO TODO era absurdo (até quando estavam no carro!). Pior ainda quando ela escrevia em tempo real, e o Cal: "O quê você tanto escreve aí? Pare de escrever e olhe pra mim!". Era absurdo mas eu achei hilário :P

Sobre o título, acho que se fosse "Homem" ficaria ainda pior, na minha opinião. Acho que eu não leria um livro chamado "Todo Homem Tem". Se bem que esse 3º tem uma capa tão unissex que eu li numa boa.

PS: A propósito, foi o que eu mais gostei - acho que a ordem que eu li influenciou. O outro ficou parecendo um pouco mais do mesmo.

Luciana Mara disse...

Talvez a ordem de leitura possa mesmo influenciar nossa preferência. 

Eu tb fiquei com vontade de mandar a Jane parar de escrever no diário enquanto tava com o Cal. Ela era doida mesmo...

Não queria que tivesse necessariamente "homem" na capa, mas muito menos "garoto" . Nada tira da minha cabeça de garoto é só para livro juvenil.

Bjins

Hérida Ruyz disse...

Eu tbm gostei de A Rosa do Inverno. É um romance histórico bem gostoso de ler.

kellenbaesso disse...

Ainda quero ler. Mas olha, precisava ganhar na mega e ficar sem fazer nada na vida para conseguir ler tudo, hein? haha
Apesar de ser livro de leitura leve e rápida, acho que essa similaridade cansa muito. Sem falar que nos dois únicos livros que li dela, ela repetia muitas coisas, o que me irritou um pouco.
Agora ler os três seguidos deve dar um senso de crítica bem maior, está tudo fresquinho.
Um dia eu leio, não custa sonhar.
Beijoca

Letícia Iauch disse...

Ei Lu! 

Bom, acho que os livros da Meg são sempre clichês e mamão-com-açucar né? Mas ela escreve tão bem, prende o leitor, e nos faz rir tanto *-*
Este terceiro livro foi o que menos me empolgou. Acho que eu também ia sentir falta dos antigos personagens e do ambiente que já estava como marca registrada da série :/
Mas como é Meg Cabot (*-*) e a história parece ser super agradável, eu daria uma chance ao livro (:

Bjoos'
Lets

Vanessa disse...

Sabe, eu não tenho vontade de ler esse livro .-. Sério, já vi várias pessoas falando super bem, mas eu simplesmente não sinto vontade. Um romance estilo sessão da tarde UASHUAHSUA Falando nisso, faz tempo que eu não vejo sessão da tarde, meeeeldels D: Enfim q Ótima resenha (:

Beijos, Vanessa.This Adorable Thing

Elisa Braga disse...

Tb não acho esse o melhor. O primeiro pra mim é insuperável. Genial! Realmente senti falta do clima do jornal, mas acho esse mais legal que o segundo. Não suporto aquela discussão kit Mec dele e acho que tem palavrões desnecessários. Mas Todo Garoto Tem realmente é uma gracinha tb com aquele menino que era fã do WonderCat. Só não tem aquele ar de novidade do primeiro.

Mas vc sabe q a história do casal q foi casar na Itália é baseada em fatos reais, né? Ah, e tem a história de que a Meg estava queria colocar esse título num livro há muuuiito tempo. (Mais detalhes, procura pela tag da escritora lá Inútil).

Bjs
Lisa

Cíntia Mara de Castro Ribeiro disse...

Duvido que essa Jane seja pior que a Kate. A mulher faz diário em cardápio de restaurante!

Cacá SS disse...

Oi Lu, pessoa do contra! hahaha
Eu gostei mais desse, achei divertido, engraçado, fofo... e pra mim, o Cal é o melhor dos 3 "garotos" ;D
Também li como você, os três seguidos, e ainda assim gostei da forma como ele foi escrito. 
Beijos

nandaassisbh disse...

Ei Lu,

Eu ainda não li nenhum ne, mas sempre vejo o pessoal falar mais deste nas resenhas rsrs.
Ainda quero ler a trilogia, mas tbm acho estranho os títulos dos livros. Espero gostar desta narrativa via email, diário etc.

bjos

Caline disse...

Oi Lu que overdose de Meg ein garota!!!! Esse livro assim como os dois outros livros que voce resenhou parecem ser muito legais, mas essa forma de escrever usando troca de e-mails nao me agradou muito. De todosos livros da Meg que eu ja li sobre por aí, esse sao os que menos me animam.

Beijos
Caline
Mundo de Papel

Mirelli Lohaine disse...

Oiiie
Ainda não tive a oportunidade de ler nenhum dos livros da série. Gosto muito da Meg, mas nem todos os livros chamam a minha atenção, acho que esse é um deles!
Beijos
^^

Fernanda Correa ♥ disse...

É, gosto não se discute. :) Vc achou o mais fraquinho, mas sem dúvida esse é o meu preferidoooo! *-* Acho que até mesmo por ter a Itália no meio, que eu amo de paixão! ;) Super me identifiquei com a cena do banheiro-buraco-no-chão (lembra?), pq me deparei com alguns desses qdo estive na Italia, haha...

bjs!

Luciana Mara disse...

Lembro da cena sim! 
Dá nojinho só de pensar...

Bjins

Cíntia Mara de Castro Ribeiro disse...

Terminei o último Garoto \o/

Achei fofo! 4 estrelinhas. Os coadjuvantes são apagadinhos mesmo, e é totalmente sem noção a Jane fazer um diário daqueles e um cara durão como o Cal escrever diarinho no Palmtop. Maaaas, achei a história bem melhor que os outros, mais desenvolvida.

Lembro que o Felipe comentou naquela resenha/e-mail de O Garoto da Casa ao Lado que não conseguia imaginar a história como um filme, porque não acontece nada e há poucas descrições. Aqui isso foi mais bem trabalhado, com a Jane descrevendo Le Marche, o Cal falando da tatuagem dela etc. Adoraria se virasse filme.

Luciana Mara disse...

Eu também achei fofo, mas acho que meu julgamento pode ter sido diferente por ler a série em sequência e me sentir abandonada dos personagens dos dois primeiros livros.

Eu sempre tenho medo de livros que viram filmes, mas é claro que assistiria a esse.

Cíntia Mara de Castro Ribeiro disse...

É, faz sentido. Bem que ela podia ter inserido um parentesco aí também. A irmã louca do Cal, por exemplo, poderia ser amiga da irmã louca da Stacie hahaha. Ou o namorado loser da Jane poderia ser da mesma banda que o namorado loser da Kate. Como essa série tem personagens parecidos, não? haha

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