segunda-feira, 30 de abril de 2012

‘Perdoa-me pai, eu me atarefei’ – Abril (2012)

Postado por Luciana Mara às 16:32:00 34 comentários

Casamento em apuros

A história é sempre a mesma.
Você não namora, então perguntam quando você vai arrumar um namorado. Você namora, perguntam quando vai noivar. Você noiva, perguntam quando vai casar. Você casa, daí as pessoas vêm buzinar no seu ouvido querendo saber quando bebês catarrentos vão nascer.

Por enquanto, estou na fase do quando vou casar (aos desinformados, isso ocorrerá daqui 6 meses e alguns dias). Assim que as pessoas descobrem que estou noiva, sou bombardeada de perguntas sobre os preparativos e histórias sobre este dia tão importante. Sabe aquela dúvida: será que caso ou compro uma bicicleta? Então, a dona desta história*, pensando neste dia, deve ter tido vontade de pedalar por aí.

“Finalmente meu grande dia havia chegado. Após 6 anos de términos e voltas, eu me casaria. Planejei tudo nos mínimos detalhes, mas o Santo dos Casamentos Meticulosamente Perfeitos estava de folga. Não acendo mais velas para ele.

Tudo começou após a ida na piscina no meu dia da noiva, em um dos melhores hotéis da cidade. Lá estava eu, tomando meu banho de sol, preparando aquela marquinha surpresa para meu em brevíssimo marido, quando fiquei sabendo que estava na hora da minha relaxante massagem. Era só vestir o roupão, atravessar o saguão do hotel e subir. Mas onde estava meu roupão? Levaram meu roupão! Você pode pensar que era simples resolver isto, que bastava eu ligar do celular para a recepção do hotel, já que não havia nenhum funcionário perto da piscina, mas eu tinha deixado o celular no quarto! Assim, só me restou a pior alternativa: atravessar o lobby de biquíni. Pelo menos o biquíni era novo.

E a hora da massagem havia chegado, mas a massagista não! Desde este momento eu deveria suspeitar que havia algo estranho neste dia. Era o dia do Murphy, não do meu casamento!

Massagem feita, banho tomado, era o momento de começar a maquiagem. Eu esperei, esperei, esperei. Esperei um pouco mais e nada. E quando liguei para o pessoal que organiza o dia da noiva, eles me pediram para esperar. O maquiador e cabeleireiro estavam arrumando outras duas noivas. Dois profissionais para três noivas! E quem dançou nessa? Eu!

Quando eles deram o ar da graça, foram maquiar a minha mãe, que teoricamente, seria o trabalho mais rápido. Quando eles terminaram, eu a olhei. Neste momento pensei que ela faria um ótimo par com o Gasparzinho, o fantasminha camarada. Minha mãe estava com o rosto totalmente branco! Enquanto ficava em choque, os ‘profissionais’(destaque para as aspas) foram correndo atender as outras noivas, sem me maquiar. Meu horário estava apertado, casava às 21h. A igreja que eu escolhi não aceitava atrasos. Você casava na hora, ou não casava. Então, eu mesma maquiei a minha mãe E me maquiei. Mas e o cabelo?

Eram 20:40 quando os ‘profissionais’ chegaram para, no mínimo, darem um jeito no meu cabelo. Pelo menos o penteado estava bonito, estava mesmo até que... a tiara quebrou. Meu arranjo de cabelo quebrou! Respirei fundo, tentei fazer com que todos os remédios homeopáticos que eu tomei fizessem efeito. Ok, eles encaixariam a tiara da melhor forma possível. 

Era só colocar a cauda do vestido e sair. Isso, se tivessem conseguido colocar a cauda. Ela não encaixava no vestido. Ninguém conseguia colocá-la! E os minutos passando. Eu só tinha uma saída: ir sem a cauda mesmo.

Pelo menos tive tempo de colocar alguma coisa velha, alguma coisa nova, alguma coisa emprestada e alguma coisa azul (something old, something new, something borrowed,  something blue**) como manda a tradição.

Presentes da Vida (Something Blue)

Desci e mandei o motorista pisar fundo. Tinha um moço bonitão, lá no altar da igreja me esperando.

Respirei fundo, tentei esquecer tudo de ruim que tinha acontecido e entrei na igreja. A sensação foi ótima. Me emocionei, mas não chorei (obrigada homeopatas!). Não via nada, nem ninguém. Mas ouvi, ou melhor não ouvi. Meu solista mirim não estava lá. Grudei o sorriso no rosto e perguntei no altar ao, em minutos, meu marido o que havia acontecido. Ele me contou entre os dentes que o garoto tinha perdido a voz. 

Do que me lembro, foi uma cerimônia muito bonita. Após o fim, fui cumprimentar todos os convidados na porta. Nisto, o cerimonial ficou encarregado de distribuir as lembrancinhas. E adivinhem o que aconteceu? Eles esqueceram de distribuir! Então, ainda hoje, em todo lugar que vou, distribuo balas de coração. Aceita?

Passado todo o estresse, seria o momento de curtir o maridão naquele mesmo hotel, aproveitar nossa noite de núpcias. Só que bebi tanto para extravasar, que apaguei! Dormi igual uma pedra.

Ok, ok... Teríamos muito tempo para tirar o atrasado, principalmente em nossa lua de mel, que teria início no outro dia. Se o avião não tivesse atrasado, e se eu não tivesse entrado em choque após presenciar um senhor tendo hemorragia no saguão do aeroporto. Tinha uma piscina de sangue no saguão! Meu marido me despertou, me acalmou e fomos ao país de destino. Chegando lá, ficamos esperando o receptivo. E esperamos, esperamos, esperamos e nada! Eles esqueceram da gente! Fomos assaltados pelo taxista que rodou, rodou e rodou e cobrou um absurdo em uma corrida que seria inicialmente de 10 minutos.

Pronto! A zica passou, correto? Não! Fomos jantar e o garçom achou que o troco fosse gorjeta e não dos devolveu o dinheiro. 

Finalizei, acho que vou só! Tirando tudo que foi ruim, foi muito bom.”

Só? Imaginem meus olhos quando ouvi esta história? Então, agora vocês entendem porque estou louca com todos os preparativos para minimizar os problemas, correto?

E sabe todo este universo que existe de diferentes blogs de livros? Existe a mesma diversidade de blogs sobre casamento! E é momentaneamente neste universo que me encontro. São tantos detalhes, que chamo carinhosamente de frescurites, que estou até esquecendo das compras de livros, meu dinheiro estar sendo todo desviado para as contas do casório é só um mero detalhe

Pelo menos esta história foi muito útil. Dela já tirei lições de qual cerimonial e dia da noiva não contratar. Só não sei se a antiga noiva vai gostar muito de saber que, no fim, aproveitei os erros do casamento dela para melhorar o meu.
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*Sim, todos os desastres são reais. Agora só foram contados por mim com uma ou outra modificação porque a ouvi há vários meses.  
** Presentes da Vida (Something Blue, título original) ganhei em uma gincana no Mundo de Papel.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Blogosfera Antiplágio

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 3 comentários
Quem aqui sabe o quanto eu preciso estar inspirada para escrever?
Quem aqui sabe o quanto eu tenho que pensar para criar tiradas engraçadas, contar coisas nas entrelinhas, criar frases de dupla interpretação que só os mais atentos percebem?
Eu gasto o meu precioso tempo! 

E, por isto, resolvi participar desta postagem coletiva:


Então é assim: você pega aquele seu livro bacana da estante. Abre, começa a ler. Presta atenção em todos os detalhes, cola post-its, faz anotações. Pensa em como aquela frase vai fazer o maior efeito na sua resenha. "Poxa, acho que os leitores vão gostar disso". Às vezes, você embarca na história. De outras, deixa até mesmo o seu prazer de lado para pensar em como vai apresentar sua opinião aos leitores do seu blog.
Aí você, incauto blogueiro, termina a leitura. Pega seu livro, seu caderninho de anotações, seu arquivo com notas, o que seja; e vai para a frente do computador. Passa umas boas duas horas pensando em como irá traduzir em palavras o que sentiu durante a leitura. Se não usa a sinopse oficial do livro, gasta mais duas horas escrevendo uma sinopse personalizada, tomando aquele cuidado especial para não colocar nenhum spoiler.

Então vem a fase de revisão. Você lê, relê. Muda frases de lugar, ajusta conceitos. Reformula ideias. Talvez apague tudo e recomece. Afinal, você é um blogueiro responsável. Quer que seu texto saia o melhor possível, que os leitores puxem lencinhos e se emocionem com você, ou que leiam e riam porque você também riu lendo aquele livro.

E você procura imagens. Capas de várias edições pelo mundo. Imagens em gif que traduzam seu surto ao ler aquela história. Trilhas sonoras que acompanharam sua leitura. Imagens que ilustrem o quanto você foi afetado pelo que o autor te contou naquelas páginas.

Quem sabe você não seja tão perfeccionista e só escreva seu texto, tomando o cuidado de ver se não tem nenhum errinho. Tudo bem. Deu trabalho do mesmo jeito escrever as coisas da melhor maneira que você sabia.

Tudo isso te custou tempo. Aquele espaço entre seus dois empregos. Suas horas de folga que podiam ser empregadas em outras formas de lazer. Minutos e mais minutos madrugada adentro, em que você poderia estar dormindo. O drama pode parecer exagerado, mas muitos blogueiros deixam o lazer e o sono de lado pra manter o blog!

Mas você ama ler. E ama seu blog. Ama escrever e ama o que faz  e é por isso que você está ali, persistente. Criando seu próprio conteúdo.

...Tudo isso para vir um babaca chupinhador e roubar seu trabalho suado de horas em alguns poucos segundos, postando aquilo que você deu o sangue pra criar como se fosse dele. SEM CRÉDITOS. Enganando a todos: aos leitores, que nem sempre sabem do que o kibador é capaz; às editoras e autores que inadvertidamente fecham parcerias com tais blogs... e a ele(a) mesmo(a), que anda por aí achando que ninguém percebe a grande e robusta mentira que é.


PLÁGIO É CRIME. É ANTIÉTICO. RESPEITE O TRABALHO DE QUEM CRIOU O CONTEÚDO. QUER MANTER UM BLOG? ESCREVA VOCÊ MESMO!

(Ou fique na sua, que é melhor pra todo mundo. E mais respeitoso também.)

Esse post é parte de uma postagem coletiva contra o plágio na blogosfera. Acesse o site "Blogosfera Antiplágio", saiba mais sobre o assunto e veja quem mais apoia essa causa.

terça-feira, 24 de abril de 2012

#99: Karma Club (Jessica Brody)

Postado por Luciana Mara às 08:29:00 18 comentários
Informações:
Título: Karma Club
Autora: Jessica Brody
Editora: Novo Século
Número de páginas: 264

Comentários:
Karma Club (título que gostaria muito de saber por que não foi traduzido como 'Clube do Carma', se no livro é assim que as suas integrantes o chamam) é meu livro de abril do Clube das Chocólatras

E já adianto: tive um déjà vu após iniciar a leitura.

Quem já leu ou conhece a história de Lonely Hearts Club vai me entender bem.
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Madison Kasparkova, ou simplesmente Maddy, era uma adolescente comum. Tinha 16 anos, cursava o ensino médio e namorava um garoto perfeito (bonito, presidente da turma, gente boa) há quase dois anos. Tudo ia muito bem até que Maddy o inscreveu no concurso "Conheça o meu namorado". Assim, Mason Brooks, mesmo a contragosto, apareceu na revista Garota Moderna e se tornou O garoto popular do colégio.

Além de dar um upgrade no status do namorado, Maddy e as amigas inseparáveis Angie e Jade, tencionaram receber o passaporte de entrada livre para as festas do loft do Spencer Cooper, onde só entravam os mais populares e descolados, onde sempre estava Heather Campbell, A garota popular do colégio.    

E o que acontece quando A garota popular encontra O garoto popular? Isto mesmo! Eles formam um casal! Enquanto Maddy se esbaldava de tanto dançar com Jade na tão famosa festa do loft, apesar de aparentar ser politicamente correto, Mason foi conhecer mais 'profundamente' Heather. E foi assim que Maddy os flagrou: dando o maior amasso.

Não é de estranhar que a garota ficou triste, transtornada e decepcionada. Ela tinha o namoro perfeito! Agora Maddy se juntava ao clube das desiludidas de Angie e Jade, que já haviam sido trocadas/sacaneadas pelos ex-namorados. 

Um tempo se passou e nada parecia acontecer ao novo casal Mason e Heather. Maddy esperava que o universo fosse capaz de balancear tudo que acontecera com ela, de desequilibrar a vida dos  pombinhos. 

Então, ela e as amigas resolveram agir. Elas fizeram um pacto, o Clube do Carma, em que elas mesmas se encarregariam de fazer o que o Carma deveria ter feito: arrumar a bagunça do universo, ou seja, estragar a vida daqueles que a sacanearam. Elas prometeram manter o clube em segredo, não deixar que ninguém interferisse nos seus planos e NÃO namorar ninguém até a formatura.

Mas o universo não cobraria de volta tudo de ruim que elas estavam fazendo? E como NÃO namorar se um cara fofo aparece na sua frente? Descubra estas e outras perguntas em Karma Club!
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Eu gostei do livro. Achei a leitura rápida e divertida, mas em vários pontos, um tanto clichê (principalmente o final, se pensarmos no conceito do Carma). Algumas 'vinganças' foram bem boladas, outras pareciam vindas de um filme de Sessão da Tarde. A propósito, este livro é um típico filme de Sessão da Tarde. 

O livro é fino, as letras são grandes e a leitura flui bem. Este livro entra no rol dos 'lidos numa sentada' (título para um próximo Top Top, quem sabe).

A autora escreve de um jeito leve e engraçado. Tanto pela forma de contar a história, como a história em si, lembraram muito Lonely Hearts Club. O fato de se unir contra os garotos, prometer não namorar até a formatura (SPOILER: não cumprir a promessa e mentir por causa dela), faz com que as histórias sejam quase irmãs (Opa! Outro título para a coluna \o/). 

Sabe uma coisa que faz o livro ganhar pontos comigo? Ter títulos engraçados/misteriosos a cada capítulo. Eles sempre me intrigam e me motivam a tentar descobrir a história antecipadamente, e acabam por acelerar a leitura. Karma Club tem isso, e eu simplesmente adoro. 

Eu não consigo não comparar as histórias. Mas entre as duas, prefiro LHC possivelmente por tê-lo lido primeiro. Talvez Karma Club tivesse sido tão lido e divulgado como o primeiro se ele fosse da Intrínseca (momento: eu causando intriga entre as editoras).

Segue o book trailer do livro. Acho que nunca vi um book trailer com tanto SPOILER. Então, só assista se você não se importar com isso ou se não tencionar ler o livro.



De qualquer forma, pela diversão, recomendo!
+0,6

Ps.: Mais um livro que cita O Morro dos Ventos Uivantes. ¬¬

domingo, 15 de abril de 2012

#98: Encantos do Jardim (Sarah Addison Allen)

Postado por Luciana Mara às 18:44:00 23 comentários


Informações:
Título: Encantos do Jardim
Autora: Sarah Addison Allen
Editora: Rocco
Número de páginas: 238

Comentários:
De uns tempos para cá, venho pensando e tentando ler algo novo. Não novo no sentido de lançamentos, mas algo novo no sentido de não ter infestado a blogosfera. Na maioria das vezes é muito difícil.

Então me deparei com Encantos do Jardim no Colecionadores de Histórias. A proposta me encantou, mas quando vi que era Rocco, dei uma brochada básica. Porém, não é que ele estava por um preço super bacana na Americanas? Não hesitei e comprei na hora. Não me arrependi em momento algum.
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Desde décadas atrás, a família Waverley intrigava os habitantes da cidade de Bascom. Como toda cidade do interior, seus residentes se conheciam bem e as fofocas corriam soltas. 

Claire Waverley era ainda uma criança quando sua mãe engravidou novamente. Depois do nascimento de Sydney e de um tempo de sossego, a mulher resolveu sumir no mundo de novo, deixando a criação das crianças a cargo da avó das pequenas. 

E foi com aquela avó que Claire aprendeu uma profissão e tudo que a encantava. Ela amava a terra. Privando Sydney daquele conhecimento, Claire aprendeu a cultivar as flores comestíveis, flores que tinham o poder de curar, revelar e transformar. Apesar da desconfiança, a população recorria a elas sempre que tinha problemas a resolver. Elas não eram feiticeiras, apesar de parecerem. Aquelas flores eram incorporadas às receitas e cumpriam sempre o propósito especificado. Mas o mais requisitado, porém proibido, eram as maçãs da árvore do quintal. Diziam que elas revelavam o maior acontecimento na vida de quem a mordesse.

Esta família esquisita ainda tinha a presença constante de Evanelle, uma idosa super carismática que tinha o dom de dar as pessoas presentes que, em algum momento, elas precisariam.

Anos se passaram, e agora Claire vivia sozinha. Sydney assim que pôde, seguiu os passos da mãe e caiu no mundo. Claire fez do cultivo daquelas plantas a sua vida, mas seu coração estava fechado para amor. Até que alguém apareceu para tentar quebrar esta barreira e sua irmã voltou, com Bay, sua filha e vários segredos. 

Como esta família estranha se ajustou descubra em Encantos do Jardim
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Para ser direta: eu AMEI o livro. A leitura flui bem, é gostosa e rápida. E é aí que entra o único ponto negativo, a meu ver. O livro poderia ter mais umas 100 páginas. Gostaria de mais detalhes, mais acontecimentos e mais histórias porque aquela família me encantou e eu não queria abandoná-la. 

Como não se encantar com uma velhinha que lhe dá aquilo que você precisa, mesmo que no momento inicial nem mesmo ela saiba por quê? Eu queria muito encontrar uma Evanelle por aí.

A Claire desabrochando para o amor também foi especial. Eu torcia e vibrava e ficava com vontade de bater um martelo na cabeça dela até fazê-la enxergar o que ela não via.

As partes da Sydney me davam agonia, pois eu sabia que alguma hora o passado viria à tona. 

Há outros coadjuvantes e histórias paralelas, mas me atrelei à história e vida das Waverley, que são o charme da história. As irmãs, inicialmente, até pelo porte físico, lembravam as protagonistas do filme Da Magia à Sedução (1998 - ADORO este filme!), mas como bem disse a Miloca, a história não tem nada a ver. Porém, na minha cabeça a Claire é a Sandra Bullock e Sydney é a Nicole Kidman, pronto acabou.

Assim que terminei a leitura fui procurar mais livros da autora para minha coleção. Porém, me decepcionei quando vi que apenas este livro havia sido publicado no Brasil. Penso seriamente em importar alguns de Portugal (sugestões de lojas?).

Eu queria uma receita especial das Waverley, eu queria comer uma maçã encantada. Acho que um livro é bom quando você tem vontade de viver a história e se delicia com cada descoberta. E foi assim que me senti lendo a história das Waverley.


Recomendo: sim ou com certeza?


terça-feira, 10 de abril de 2012

AVISO: Problemas de manutenção

Postado por Luciana Mara às 09:17:00 33 comentários Links para esta postagem

















E o que estas imagens têm em comum?
O meu status este mês!

Estou COMPLETAMENTE enrolada nas minhas leituras.

Mas ao contrário do que possa parecer, o problema é que estou lendo muito e atacando várias frentes ao mesmo tempo. Acho que acabei me embolando!


Li Nudez Mortal e emendei com a leitura de Glória, Eternidade e Êxtase (que, por ser uma receita de bolo, já disse que não vou resenhar). A leitura deste último ainda está em andamento.



Comecei a minha sessão releitura com Jogos Vorazes para assistir ao filme. Agora estou relendo Em Chamas (que também não vou resenhar porque gosto de passar as minhas primeiras impressões, e não as segundas. Como não o fiz quando o li, também não farei agora).


E A Guerra dos Tronos! Eu não resisti, li os primeiros capítulos, vi os três primeiros episódios do seriado com o Léo no feriado e viciei. Até eu terminar a leitura daquele tilojo será um parto!




Isto sem contar que quero dar uma folheada na minha série brazuca preferida antes do lançamento do último volume. Finalmente vou saber o que aconteceu com o Leo e a Fani!!! Que eu consiga ir ao lançamento de Fazendo meu Filme 4, amém!

Então, me perdoem, mas este mês o movimento vai ser mais fraco, ainda mais do que de costume.

E vocês? O que estão lendo?
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