quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Minhas estantes novas (que já nem são tão novas mais)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 14 comentários
Atchim!!!
Sorte sua que vírus (da gripe) não é transmito pelo computador, caso contrário, você estaria ferrado (a) também. Muita dor de cabeça, garganta, costas, nariz entupido e olhos lacrimejando me fazem companhia neste momento. Não está na moda compartilhar tudo? Quem quiser, só avisar...

Como se outros aspectos da minha vida já não tivessem zicados (o casamento vai muito bem, obrigada!), ainda tenho essa.

Mas, bora parar de imitar o Seu Saraiva*, deixar de ser rabugenta e falar de coisa boa?


Parei de postar minha coluna "Perdoa-me pai, eu comprei" por dã... casei e minhas compras enormes não incomodam mais tanto meu pai (as compras ainda vão pra lá porque meu apto não tem porteiro pra receber). Daí pensei em mudar o 'pai' pra 'marido', só que o Léo além de me incentivar, compra junto (algumas vezes forçado por mim, admito)! Aí não dá pra reclamar e pedir perdão, né?! Fora que a criatividade fugiu pra bem longe deste sistema solar.

Como se não bastasse o incentivo, maridón lindo ainda me deu de presente de casório a nova casa dos meus livrinhos! E o melhor de tudo, minha estante nova tem largura dupla, então dá pra eu duplicar meus volumes. Olha o perigo!!!

Gente, vidro é lindo, tudo de bom, mas o danadinho é difícil de limpar, viu? Mas só dos meus bebês não pegarem poeira, já tá valendo. E desculpem pelos cortes na foto, mas não tem como bater uma foto decente dela toda porque não tenho ângulo que caiba tudo.

E como se não bastasse, ainda mandamos fazer uma estante pra minha atual paixão (fica com ciúmes não, amor: amor = Léo ou livros, entendam como quiser). Os DVDs...

Supernatural totalmente inclinado. Tentando ignorar isso em 3, 2... #TOC
Minha coleção começou com os DVDs de seriados, mas vai se expandir para os Blu-ray de filmes, numa meta ousada que estará incluída nas 30 coisas antes dos 30 anos** que estará aqui breve ou não. Tudo depende do tamanho da minha disposição ou preguiça.

Fotos das coisitchas de que chegam agora são postadas no meu Instagram (lucianamaras). E por falar em coisinhas novas, já comprei tanta coisa esse mês que acho que posso ter que acabar pedindo perdón pro maridón, nunca se sabe. 

Em quanto tempo vocês acham que terei que fazer outra estante de DVDs? Façam suas apostas!

Então, um beijo na bunda e até algum dia, porque ao, ao, ao o nosso forte é rimar.***
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*Seu Saraiva, porque se for Livraria Saraiva ahh... Com esta não estou benta e reclamo mesmo. Ela vende e demora um parto de trigêmeos sem anestesia pra entregar. Quanto sofrimento! 
** Ainda estou com 27 anos, mas tem metas que não dão pra cumprir de um dia pro outro, né?!
*** Água de privada, sempre presente em nossas vidas.

Aleatórios:
1 - Obrigada Márcia, pela indicação do marceneiro.
2 - Tks pelo presente, maridón!
3- Minha irmã começou um projeto novo. Ela está passando 6 meses em Portugal (mais viajando na Europa que estudando, né?!), começou a beber bastante da água de privada (não nega a raça) e a escrever sobre os passeios. Tem fotos lindassss também. Conheça AQUI.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

#125: Laços de Sangue (Richelle Mead)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 9 comentários
Informações
Título: Laços de Sangue
Autora: Richelle Mead
Editora: Seguinte
Número de páginas: 430

Comentários:
Se você está lendo este texto dia 12 de novembro, pode enumerar quantas outras resenhas deste livro já leu por aí? 

Se já leu, sabe que hoje é o aniversário da Mead. A titia criadora de uma das séries de vampiros mais bacanas que já li completa mais uma primavera e, por isso, resolveram infestar a blogosfera com resenhas da nova série dela.

E, enquanto estava em uma dúvida cruel entre ler agora ou esperar o lançamento da série toda, o ''destino'' resolveu por mim.*

Não tem spoilers de VA, ok? ;) #comosouboa
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Sydney Sage é uma alquimista. Sua função é tentar disfarçar para os humanos a existência de vampiros/dampiros/strigoi. Sua linhagem é identificada por uma tatuagem em forma de lírio na bochecha, que lhe compete algumas habilidades a mais, mas é essencialmente humana.

Depois de uma missão bem sucedida do ponto de vista vampírico (VA6) e péssima do ponto de vista dos alquimistas, Sydney tem uma oportunidade de se redimir. Ela foi convocada para fingir ser irmã de Jill Dragomir, uma princesa, de Eddie, o guardião dampiro da princesa e de Adrian, um moroi perdido na vagabundagem e no coração destruído. O objetivo da missão era esconder a princesa de seus possíveis assassinos até que as leis da corte fossem modificadas e ela pudesse voltar.

Para isso, teve que mudar para Palm Springs, na Califórnia, e se matricular na Escola Preparatória Amberwood (mesmo já tenho completado os estudos). Além disso, teria que provar que não era adoradora de vampiros, apesar de beeeem no fundo se dar bem com eles.

Como se não bastasse isso, os alunos da nova escola começam a aparecer com tatuagens estranhas, fato que merece ser investigado e que Sydney não deixará passar batido.
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Vamos combinar? É impossível comentar sobre Laços de Sangue sem citar/comparar com Academia de Vampiros. O livro é uma continuação do anterior, nos dando agora a possibilidade de acompanhar as vidas da Jill, Sydney, Eddie e Adrian, que ficaram totalmente em aberto no último volume.

A Jill era igual a chata da Lissa no início da série. Ela fazia coisas sem pensar, complicava tudo, era um porre, nem parecia aquela garota fofinha de antes, a Chave de Cadeira (piada de VA). Sydney é parecida com a Rose (tirando a parte de seduzir geral e sair dando porradas por aí), mas para o lado positivo. Ela é uma protagonista forte, determinada e humana (em todas as conotações possíveis). Eddie continua fofinho e Adrian, p#rr@ louca do jeito que a gente gosta, eu pelo menos. (Como gosto de parênteses! OMG!)

A Mead foi esperta ao criar e explorar esta nova mitologia dos alquimistas, mas ainda estou indecisa sobre o quanto isso foi genial e o quanto foi criado pra vender mais. A escrita continua simples, fluida e não excessivamente detalhada, como eu gosto, só que em alguns momentos me senti um pouco enrolada. Acho que algumas passagens renderam mais que o necessário. E além disso, ela introduziu mais um elemento místico na parada. Hora de aguardar o próximo volume e ver no que isso vai dar.

O desfecho foi bacana, mas nada que me faça desejar a continuação pra semana passada, só pra ontem. Quero muito ler, mas não teve um final tão impactante como outros livros dela já tiveram, foi só... interessante pra quem gosta de um bom pega pra capar.

E se você já leu VA mata o mistério 1 logo de cara. Mistério 2 também era previsível. Só o 3 mesmo é que foi surpresa. **

Um lado ruim: teve pouco romance. Achei o lenga-lenga da Jill meio morno (e olha que prometia um quadrado amoroso), mas quanto à Sydney, este quesito ainda promete.  

E se você espera acompanhar a vida da Rose, Lissa e Dimitri, pode tirar o cavalinho da chuva, pois eles são poucos citados neste volume.

Sinceramente? Este livro é um spin-off, mas ele não é independente da série original e não recomendo que seja lido fora de ordem. Se você não leu a série anterior vai boiar em vários aspectos (assim como boiei nos primeiros episódios de Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. já que não tinha assistido Os Vingadores e outros filmes da Marvel).

Se recomendo, claro! Depois de ler VA.


Ps: *Ganhei este exemplar da Companhia das Letras ao ser indicada pela Nanda do Viagem Literária para a ação do dia.


E como cavalo dado não se olha os dentes...

...vou deixar em off que meu livro desmontou. As páginas 37 a 60 se soltaram. Quanta sorte estou tendo! #sqn

EDITADO: Ganhei outro exemplar \o/

** SPOILERS (selecione se quiser saber):
Mistério 1: Beijada pelas sombras.
Mistério 2: Tatuagens.
Mistério 3: Vilão bônus.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

#124: Academia de vampiros (Richelle Mead)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 13 comentários
Os vampiros dominaram a literatura fantástica a partir de 2008. Foi uma enxurrada de modelos: vampiros purpurinados, tatuados, safadões. Séries intermináveis (House of Night que até hoje não acabou de ser lançada - serão 12 livros cuja história é uma tremenda enrolação), séries com finais frustrados, séries que se transformaram em filmes e uma SÉRIE QUE DEMOROU ERAS PARA SER FINALIZADA POR UMA EDITORA BRASILEIRA.

E é nessa última categoria de Academia de Vampiros (Vampire Academy) se encontra.



Não sei se reclamei mais da Agir que demorou para lançar o sexto e último volume ou da Harlequin, que lançou os dois primeiros livros da série Estudos sobre veneno impresso e o último lançou apenas em e-book. Estamos bem servidos e, a propósito, esta última publicação ainda está pendente. Bem feito pra mim que comprei os dois primeiros volumes e vou ficar com a série incompleta na estante.

Vocês já sabem que minha memória é praticamente inexistente, não é? Então, como li o primeiro volume dessa série em 2009 (quando era recém-formada da faculdade, solteira e estava mais perto dos 20 do que dos 30 – medo de pensar nisso), o que tive que fazer para finalizar corretamente a leitura? Claro que reler os três primeiros, para só então pegar a história inédita. E é por isso que fiquei tanto tempo sumida #aquelaquesempredádesculpa

O objetivo deste texto é dizer o que eu achei da série como um todo e não especificar o que aconteceu em cada exemplar. Mas também isso não é necessário, já que todo mundo (ou pelo menos uns 95% das pessoas desse ‘mundo’ literário) já está careca de saber sobre a premissa dessa série.

Já havia lido a série do Súcubo da Richelle e, por isso, alguns desfechos eu já havia previsto. Mas isso não tirou o encanto da história, o que tirou a surpresa de um assunto X foi eu ser fuxiqueira demais e ter lido uma frase de uma resenha no skoob que estragou todo o suspense (SPOILER: Já sabia quem tinha matado a rainha antes mesmo de ler no 5º livro que a rainha morria). A partir disso, concluí que não dá pra ler resenhas de livros não lidos lá, pois muita gente não respeita aquele botão de spoiler e cospe tudo que acontece e julga interessante.

Vamos aos pontos de destaque da série:

Pontos positivos:
  • O que a Richelle faz com perfeição é criar personagens fortes (apesar da Lissa ter me enchido o saco com aquela fragilidade dela uma boa parte da série). Chega de Bella neste mundo vampirístico! Melhor dizendo, chega de criar histórias com vampiros. Não aguento mais. Essa e o Como salvar um vampiro apaixonado serão as últimas leituras do gênero por um bom tempo.
  • Outra coisa que eu gosto é que ela sempre termina um capítulo em uma cena que te deixa desesperado para iniciar o próximo. Quer motivação maior para continuar a leitura do que o suspense que pode ser desvendado na página seguinte?
  • Ela conseguiu descrever bem o ambiente, sem ser detalhista demais. A Mead não precisava falar que: "tinha uma árvore, com 21365767 folhas, e na folha mais a oeste tinha uma gota de orvalho e lá estava aquele inseto, que voou por todo bosque tentando saciar sua sede, by Tolkien". Descrições assim me cansam e me fazem querer dormir no ônibus (que é onde eu leio #pobre).
  • No geral, ela fechou bem os pontos e ligou os personagens na trama principal. Só um olhar diferente no fim e uma dúvida do tipo ‘o que pode ter acontecido com aquela personagem’ restaram. Mas claro, ela tinha que deixar estes elementos para a spin-off da série (que eu já quero ler, mas estou em dúvida se espero ser toda publicada para começar).
  • Esta história teve um belo triângulo amoroso. Queria que a Rose, personagem principal, fosse bígama. Acho que nunca gostei tanto de um bêbado quanto do Adrian. Muitas pessoas ficaram p. da vida com esse desfecho, mas eu acho que tinha que ser assim mesmo apesar de eu ter ficado com o coração partido.
Pontos negativos:
  • O quarto livro. A Rose tinha uma missão, tentou concluí-la e voltou ao início sem resolver NADA. Fora ter conhecido a Sydney (personagem da nova série) e ter dado uns pegas no Dimitri, acho que este livro foi desnecessário.
  • Um crime foi esquecido. SPOILER: A Rose tirou o Victor da cadeia, o matou e ficou por isso mesmo? Foi isso produção?
  • Algumas passagens e viagens foram desnecessárias para esta história, mas senti que ela introduzia informações para a próxima série. Ex: Pra que ir na comunidade que mostra que pode existir relacionamentos entre vampiros e humanos? Pensamentos aleatórios que podem vir a ser spoilerFoi uma deixa pra Sydney? Sydney e Adrian, será
Agora eu estou órfã. É estranho ficar tanto tempo imersa em um mundo e de repente ele sumir! Mas foi proveitoso. Prefiro ser a louca que lê séries em sequências do que a desmemoriada que perde detalhes importantes no meio do caminho.

E em 2014 sai o filme. Não estou com muitas expectativas (falando isso pra ver se o filme me surpreende).


Concluindo: foi o que eu esperava. E foi muito bom.
Pela quantidade de pontos negativos e de pontos positivos, dúvidas de que recomendo? (Se é que você já não leu a série em e-book mesmo).


E um último comentário. Alguém me explica essas capas feias de TODOS os livros da autora? Se alguém resolver comprar o livro pela capa... tsc, tsc, tsc...

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

#123: O caminho para casa (Kristin Hannah)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 16 comentários

Informações
Título: O caminho para casa
Autora: Kristin Hannah
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 352

Comentários:
Descobri a fórmula secreta! 
Não do hambúrguer de siri ADORO Bob Esponja, me julguem!, mas a fórmula de não chorar ao ler um livro triste. Resposta: me desafie!

Estava conversando com a Nanda e a Caline e elas disseram que tinha um livro lindo, impossível de ler sem morrer desidratada e que eu deveria ler, que ele amoleceria meu coração de pedra. Então, aceitei o desafio! A Nanda me emprestou, preparei a caixinha de lenços e comecei a leitura de O caminho para casa.

Vou poupar todo mundo da sinopse detalhada para possibilitar maiores surpresas. Em resumo, são dois adolescentes super, ultra, mega protegidos pela mãe e uma garota que viveu pulando de lar em lar adotivo. Eles se envolvem de todas as formas possíveis: amor, amizade, ódio, raiva... E só! Não leia mais nada sobre a história, vai estragar as surpresas (exatamente o mesmo conselho que dei aos futuros leitores de Garota Exemplar).

Eu li o livro em 4 dias. Só isso já fala sobre como a história é boa e envolvente (dado o meu período atual de leituras lesmas).

Acho que meu histórico do skoob resume tudo o que eu senti e o que você pode esperar da leitura, mas se você não gosta nem de SPOILERZINHO, obrigada pela visita e vá comprar/ler este livro. Algumas coisas que citei são deduzíveis pelo epílogo, mas a grande questan você deduz pelos comentários abaixo.


Por algum motivo o blogger não me deixar postar a figura toda.
 Palavras incompletas: 41%: mesmo e foi

E como concluir? 
Basta dizer que o livro é lindo e envolvente, uma leitura intensa. Acontecem coisas que te deixam revoltada e que você só quer tacar o livro na parede (mas eu nem poderia fazer isso, porque li emprestado. Fique tranquila, Nanda!). 

Recomendo muito a leitura e como prova disso, sem muito sacrifício, em breve comprarei meu exemplar desta história. Mamys já comprou o dela! ;)

Sou dura na queda. Não chorei.

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Ps: Li este livro antes de Fiquei com o seu número, mas esqueci a resenha no rascunho (e meio incompleta).

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

#122: Fiquei com o seu número (Sophie DIVA Kinsella) e outras atualizações

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 16 comentários
"Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro..."

Djavan associa frio com livro. Eu associo frio a tv. 
Em frente à tv é possível pra cobrir até o pescoço e deixar só o rosto de fora, já pra ler... As minhas extremidades são as partes do meu corpo que congelam mais rápido, então fez frio, minhas mãos e pés viram picolés. Isso porque finalmente o inverno deu o ar da graça em BH. Está longe daquele frio do sul, mas pra mim está ótimo.

Assim, no frio, faço um menage à trois: eu, cobertor e a tv. E por isso, e por mais uma série de razões tipo... preguiça, tenho lido muito pouco.

A propósito, há algum tempo, li o último livro da Sophie Kinsella que era inédito pra mim: Fiquei com o seu número. E MELDELS! Aquela mulher bebe muita água de privada! Ela tem que ir para o BAPA* já!


Não vou me ater aos detalhes porque há muitas resenhas dele por aí, mas as situações que essa mulher cria são hilárias. Ela nos diverte pelo absurdo. Na minha humilde opinião, é um dos livros isolados dela (fora da série Becky Bloom) mais divertidos.

Só faço duas ressalvas:
1) Me conta que papel horrível foi esse que a Galera usou? Gramatura baixíssima! Dá pra ver o que foi impresso do outro lado (Tudo bem que eu só paguei R$2 no meu livro, pois usei um vale-presente que ganhei no Fechei com Ele e o livro estava R$19,90, mas isso não justifica o material bem inferior em relação aos demais livros dela lançados).
2) Custava a SK fazer um epílogo? Todos os livros dela acabam num susto. Sempre dá vontade de saber um pouco mais do desfecho (Sarah Addison Allen domina isso. Veja AQUI e AQUI).


Atualizando sobre as minhas leituras...

\o/ Finalmente a Agir criou vergonha na cara e lançou o Último Sacrifício, desfecho da série Vampire Academy que comecei a ler há 4 anos. Resultado: Estou fazendo maratona VA e, muitooo provavelmente, nem vou ler o livro do clube desse mês (A promessa). Já havia lido até o terceiro volume, mas estou relendo porque minha memória é do tamanho de um milésimo da massa de um amendoim. 

Ou seja, só virão posts aleatórios daqui pra frente, não gosto de fazer resenhas do meio de série (há apenas algumas exceções, tipo Paula Pimenta. Minha história com MVFS2 foi uma novela mexicana. Leia AQUI).

Talvez eu faça um post contando o que achei da série no geral (ou talvez não, tudo depende do meu humor =P).

E a maior novidade de todos os tempos:

Sabe a minha desejada estante, aquela que maridón prometeu de presente de casamento? Então, ela está em construção! Com porta de vidro e tudo!

E já que os DVDs de série tomaram parte do meu coração e do meu orçamento destinado ao departamento de cultura da minha vida, resolvemos fazer uma estante pra eles também.

Prometo postar fotos assim que estiverem prontos ;)

A propósito, este mês foi meu aniversário (cada vez mais próximo dos 30 #medo). Obrigada a quem lembrou e obrigada também pelos mimos que recebi. Assim que o mês terminar (e eu receber os que faltam), conto aqui. Prometo!

Beijo, beijo, beijo...  Tchau!
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*BAPA: Bebedores de Água de Privada Anônimos

quarta-feira, 31 de julho de 2013

#121: O Pessegueiro (Sarah Addison Allen)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 21 comentários

Informações:
Título: O Pessegueiro
Autora: Sarah Addison Allen
Editora: Planeta
Número de páginas: 256






Comentários:
Espere um momento para que eu possa tirar as traças daqui.
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Pronto!

Só Deus, maridón, meus pais e irmã, quem me segue no twitter, o Submarino e Saraiva sabe como estou mais num momento "OMG! Quero completar minha coleção das séries X, Y e Z" do que "Preciso desesperadamente daquele livro" exceto quando se trata de completar a coleção de VA, que preciso pra mês passado. Então, com minha empolgação com meu 'novo' hobbie falta inspiração pra escrever aqui. Talvez o meu booom literário tenha passado, não sei. Mas tenho lido livros muito bons e histórias que merecem ser comentadas. 

E este é o caso de O Pessegueiro, mais uma história encantadora escrita pela Sarah (de quem já sou amiga íntima, cof..cof...cof...).
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Willa Jackson tem 30 anos e administra uma loja de material esportivo na pequena cidade de Walls of Water. Paxton Osgood, de mesma idade, é uma elegante mulher, responsável pela restauração e transformação em pousada da mansão Blue Ridge Madam, monumento construído pelos antepassados de Willa, mas que deixou de pertencer a sua família após uma crise financeira.

A reinauguração do estabelecimento pedia um baile e Paxton estava organizando-o, junto ao Clube Social Feminino, grupo de amigas formado há 75 anos e que passava de geração para geração. As avós de Willa e Paxton eram as integrantes iniciais do clube, mas Willa não tinha mais nada a ver com aquela formação, tão pouco gostaria que comparecer ao baile.

Entretanto, ao executarem o projeto de paisagismo do jardim, foi encontrado um esqueleto sob um pessegueiro. De quem era o corpo e por que estava ali, Willa e Paxton, duas mulheres que não tinham nada em comum, fariam tudo que pudessem pra desvendar os mistérios do passado de suas avós. 

Amizades e paixões estavam por vir...
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Sarah Addison Allen se tornou o mais novo membro do seleto grupo de escritores de papel higiênico. Parabéns!

Sabe aquela leitura encantadora, fofa, refrescante, inspiradora, que se passa em uma cidade que você gostaria de pertencer? Uma história que você gostaria de viver? Em um lugar mágico, acolhedor e sempre com cheiro bom? Assim são os cenários de todos os livros que já li da autora = todos os livros dela publicados no Brasil. 

A sinopse não fala de romance, mas para os desesperados de plantão que não aguentam ficar sem aquecer o coração, podem ficar tranquilos. Existem dois romances fofos, daqueles que te fazem suspirar e que te fazem torcer para que os casais se juntem logo.

A história é simples, o desfecho previsível, mas há algo na forma como a Sarah escreve que te envolve. Sempre há um toque sobrenatural, mas não um sobrenatural de vampiros, anjos, blá, aquela coisa que todo mundo já enjoou. São toques sutis, são cheiros, ventos e barulhos. São elementos que deixam a cidade encantada.

Paxton, na minha cabeça, lembra a Lemon de Hart of Dixie. O clima da cidade é o mesmo do seriado, os eventos, as interações entre as pessoas, aquele aconchego de cidade pequena, em que todo mundo conhece todo mundo e os segredos têm que realmente ficar escondidos, senão viram escândalos, estão lá.

Ahhhh... e a Claire de Encantos do Jardim dá uma passadinha nesta história. Nada que importe e ligue os dois livros, mas pra quem amou a outra história, sabe como é bom encontrar um personagem querido um tempo depois.

Willa tem em sua loja, um balcão de café e chocolate comandado por Rachel, uma garota meio doidinha, mas que desenvolveu uma teoria interessante sobre os hábitos dos consumidores desses itens. Quem não terminou a história doida por uma xícara de café e um chocolate e um 'diagnóstico' de sua personalidade, que atire a primeira pedra!

A história é redondinha e deixou um gostinho de quero mais. 
Se recomendo? Quero mais Sarah Addison Allen no Brasil!


quarta-feira, 3 de julho de 2013

#120: Quebra de confiança (Harlan Coben)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 22 comentários

Informações:

Título: Quebra de confiança
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 272

Comentários:
"Me dá um M, me dá um Y, me dá um R, me dá um O, me dá um N!
Myron, Myron!"

Era praticamente este coro que ouvia quando a San e a Miloca começavam a falar desta série do Harlan Coben. Imaginei as duas vestidas de líder de torcida, com um pompom nas mãos. Sorry, meninas!

Eu já havia lido um livro dele, o Não Conte a Ninguém (que a propósito não tem resenha aqui, sorry²) e havia gostado. Mas já que eu PRECISAVA conhecer o Myron e, assim que surgiu uma oportunidade (livros por 10 reais no Submarino), eu o fiz.

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Myron Bolitar era um ex-jogador de basquete, ex-agente do FBI e atual empresário de atletas. 

Seu contratado mais recente, Christian Steele, era a maior promessa do futebol americano e, enquanto eles tentavam fechar o melhor contrato possível, uma bomba caiu em suas nas mãos.

Kathy Culver, a noiva de Christian desaparecida há ano e meio e dada como vítima de abuso sexual, saiu em uma revista com anúncios de disque sexo. Como tudo que estava ruim podia piorar, o pai dela havia sido morto na semana anterior no que parecia ter sido um assalto.

Abafar a história até o contrato ser fechado parecia impossível. Então, só restava a Myron, com ajuda de seu inseparável amigo Win, tentar solucionar este mistério.
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Vamos começar pela melhor parte: eu errei o(a) assassino(a) \o/ \o/
  #Dancinhadafelicidade

Não sei quanto a vocês, mas sempre que vejo um episódio de uma série policial tento adivinhar quem é o assassino e fico frustrada quando acerto (o que aconteceu na última temporada de Bones que vi, a 6ª. O assassino era sempre o primeiro entrevistado). Eu gosto da surpresa, gosto daquele detalhe que deixei escapar e que me fez errar. E isto aconteceu nesta história. Vou contar que meu sonho secreto secretíssimo era trabalhar no FBI.

Fui entupida de fatos e personagens. E o mais legal foi tentar conectá-los, tentar, porque só o Myron conseguiu fazer com que tudo se encaixasse no fim, bem no fim do livro. 

O que mais gostei no livro? Das características do personagem principal. Myron é charmoso, descolado e o melhor, sarcástico. Ele dá altas tiradas nos outros personagens. Ele arruma soluções onde parecia impossível. Ele, junto do Win, foram uma dupla fatal.

Os coadjuvantes também tem seu encanto. O Win pode ser louco, assassino, o que for. Confesso que o curti muito. A Esperanza, ex-atleta e atual assistente do Myron também tem seus mistérios. Em certo ponto, parecia que ela tinha ciúmes do protagonista, mas ao longo da história, percebi (eu acho que percebi) que era um cuidado de amigo.

E como não poderia faltar, há romance na história. E um romance sem desfecho certo, o que deu um gancho para o próximo volume (os três próximos volumes da série já publicados pela Arqueiro estão na minha lista de desejados - Jogada Mortal, Sem Deixar Rastros e O Preço da Vitória).

O que me incomodou foi a falta de explicações sobre a transição de empregos do Myron. Por que ele saiu do FBI e virou agente de atletas? Sei o motivo dele largar o basquete, mas me incomodou essa saída do FBI, mas a permanência do "visto" de licença para investigar (pelo menos não era um 007, na teoria, ao menos). 

Adoro livros assim, com casos bem construídos para intercalar entre um romance é outro. A fórmula é básica, mas se bem escrito, é um prato certo para agradar.


P.s.: Este foi meu livro do Clube das Chocólatras de junho.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

#119: No Limite da Atração (Katie McGarry)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 11 comentários
Informações:

Título: No Limite da Atração
Autora: Katie McGarry
Editora: Verus
Número de páginas: 364

Comentários:
Acho que tenho um problema com o que as pessoas pensam dos livros que leio.

"Não galera do ônibus, este livro não é uma variação de Cinquenta Tons de Cinza apesar do título sugestivo e de duas pessoas se pegando".

Sabe como é, leio em pé (busão lotado todo dia #chora) então todo mundo vê a capa do livro. Isto me incomoda. Antes não incomodava, mas agora sim. Eu tenho problemas como os personagens dessa resenha.

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Noah e Echo, além dos nomes estranhos exóticos, têm problemas. 

Ela era uma das garotas mais populares do colégio, até que algo aconteceu e transformou sua vida. O problema é que ela não se lembrava Daquele dia, só tinha as cicatrizes nos braços que a transformaram na menina bizarra da escola. Tudo o que ela queria era ser normal de novo. 

Ele, um bad boy de carteirinha, com direito a jaqueta de couro e tudo (ui!). Mas sua transformação do garoto certinho para o garoto que fuma maconha por aí e que não liga para o que pensam dele tinha uma razão. 

O que eles tinham em comum além de um grande mistério sobre o passado? A mesma fofa/doida terapeuta/psicóloga e uma atração enorme. 

Eles poderiam se unir pra alcançar seus objetivos? Echo poderia ser vista com um cara barra pesada logo quando estava voltando a ser social? Noah poderia gostar realmente de alguém? 

Você pode se deliciar com esta história? SIMMMMMMMMMM!
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A história é contada de forma alternada, ora pelo ponto de vista da Echo, ora pelo Noah e isso foi super bacana! Apesar de voltar alguns instantes para concluir, através da visão do personagem seguinte, o que aconteceu e foi relatado pelo personagem anterior (deu pra entender?), esta estratégia possibilitou com que pudesse sentir tudo o que o casal principal sentiu e foi demais!

Preparem as pedras: eu não gosto muito de livros escritos na 3ª pessoa. Pronto, falei! Acho que histórias contadas em 1ª pessoa são mais fáceis de sentir e o fato de alternar as visões deste livro possibilitou com que eu sentisse de ambos os lados (o que normalmente é o ponto fraco das histórias em 1ª pessoa).

Se você espera ver muita pegação, vá para outro livro. O que tem aqui é uma enorme tensão entre os personagens, daquele tipo desesperador que você torce, implora pra autora dar um jeito deles se pegarem logo.

Mas mais do que isso, esta é uma história de crescimento. E foi o que me conquistou nela. Nesta história o tempo passa. As coisas não pioram num dia e se resolvem no dia seguinte. Passam-se semanas. Os personagens sofrem e você sofre junto.

Gente, vou contar outra coisa. Sou bem careta e me incomodo quando os personagens vão ali no cantinho fumar maconha. Tipo, se alguma coisa ruim acontece, ele tem overdose, tudo bem, porque serviu pra mostrar o que isso é ruim. O que me incomoda é tratar isso como uma coisa natural.

E o melhor? É que é uma trilogia, mas cada livro funciona de forma independente, contando a história de outro personagem, tipo Anna e o Beijo Francês e Lola e o Garoto da Casa ao Lado. O próximo livro, Dare You To vai ser lançado em breve lá fora e já estou de olho nele. Esse livro contará a história da Beth, amiga da Noah e o próximo a história do Isaiah (também amigo dele).

O clima é pesado, alguns desfechos são previsíveis, mas é aquele tipo de livro que faz você querer mais, sabe? O tipo de livro que eu preciso ler para não cair na famosa e tão conhecida ressaca.

Se recomendo?


terça-feira, 11 de junho de 2013

50 fatos sobre mim que talvez vocês não saibam

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 23 comentários
Estou numa onda de ver vídeos de gurus de maquiagem que vocês não acreditam! Acho que o efeito maquiagem que tampou olheira de panda no meu casamento me fez ficar mais interessada nesse assunto. Acompanho alguns canais que não são necessariamente só sobre maquiagem e posso dizer que nos últimos tempos estes é um dos meus passatempos preferidos.

E como não estou muito no espírito pra resenhar (embora tenha três livros lidos sem comentários por aqui), resolvi postar uma tag que anda rolando nestes vídeos de maquiagem que mencionei.

Bora lá! 50 fatos sobre mim que talvez vocês não saibam


1- Tenho TOC! Não só o blog, TOC mesmo. Não posso ver coisas fora do padrão que fico nervosa. Na minha casa, as cadeiras e as escovas de cabelo não podem ficar desalinhadas. As coisas têm que ficar centralizadas. O Léo sofre.

2-  Sou destra, mas uso o mouse na mão esquerda.

3- Não curto bandas, curto músicas. Então nunca me pergunte qual é a minha banda favorita.

4- Já dancei na boquinha da garrafa no palco no carnaval quando era criança.

5- Ia para escola de luvas como a Maria Joaquina de Carrossel.

6- Era pra eu chamar Mariana, mas tem uma rua de cemitério com esse nome e meus pais mudaram de ideia.

7- Se eu fosse homem e minha mãe conseguisse com que eu não tivesse o mesmo nome do meu pai, me chamaria Leonardo (nome do maridón).
O aquário vazio é um vaso
e eu a descarga

8- Eu não queria casar.

9- Dei descarga no meu peixe de estimação.

10- Tenho doutorado em atrasos, mas não tenho paciência de esperar.

11- Tenho carteira há alguns anos e não dirijo nem até a esquina.

12- Todos os meus livros ficam em saquinhos por causa da poeira

13- Como dobradinha e moela. Isto assustou meus colegas de faculdade.

14- Por mim moraria em Forks. Não curto sol (a não ser quando vou à praia).

15- Não como muito chocolate, mas tenho crise de abstinência quando não tenho em casa.

16- Gosto de comer a sobremesa antes do prato principal.

17- Sou viciada em trocar sms (deletei 15 mil sms essa semana e meu celular ficou até mais rápido).

18- Nunca tinha feito nada na cozinha fora o básico (miojo, pipoca e brigadeiro) até 7 meses atrás.

19- Odeio bagunça aparente (dentro dos armários pode estar uma zona que não ligo - se não forem as minhas coisas, claro).

20- Guardo até hoje todas as cartas que recebi desde a 4ª série.

21- Tenho 14 anos de vida escritos em diário (parei ano passado porque os preparativos do casamento não permitiram).

22- Salto só quando é exxxxxtremamente necessário. Nada como um All Star sujinho.

23- Tenho uma pinta embaixo da orelha que meu avô achou que fosse carrapato.

24- Ganhei várias medalhas no festival de atletismo na escola.

25- Já temos os nomes dos filhos há muitoooos anos.

26- Adoro fofoca de celebridades.

27- Penso em acabar com o blog uma vez por mês.

28- Tenho dó de cortar meus cabelos e corto minhas unhas sem dó. Elas crescem muito rápido, enquanto eles...
Ainda voltamos pro tango

29- Não consigo jogar as coisas fora.

30- Adoro dançar.

31- Arrumo 5 casas para não ter que lavar 1 banheiro.

32- Só gosto de escutar mp3 no modo aleatório.

33- Compartilho as músicas chicletes que ficam na minha cabeça só pra ver se mais gente sofre comigo.

34- Só agora estou aprendendo a usar acessórios dourados (brinco, colar, pulseira). Acho que prata combina muito mais comigo.

35- Fico com os mesmos brincos semanas. Morro de preguiça de trocar.

36- Sou viciada em pipoca. Não posso passar perto de um cinema que fico desesperada para comer.

37- Em toda a minha vida estudantil participei de panelinhas e muita gente não gostava de mim por isso.

38- Sou muito mais esforçada que inteligente.

39- Meu dedo mindinho trava quando lixo a unha dele.

40- Adoro tirar cravos nas outras pessoas (principalmente aqueles perto da boca que doem mais #soumá).

41- Um ladrão roubou todos os presentes numa véspera de natal e assim descobri que papai noel não existia.

42- Adoro presentes surpresas e gosto ainda mais de ganhar dicas pra tentar descobrir o que é.

43- Troco o relógio do braço esquerdo para o lado direito quando vou ler.

44- Odeio telefone.

45- Tenho várias bolsas de personagens de desenho (Pucca, Betty, Snoopy, Gata Marrie) e nenhuma de couro.

46- Uma das coisas que mais odeio na vida: anestesia de dentista.

47- Adoro comida japonesa, mas não como sushi de salmão (tenho nojinho daquele peixe cru estirado no arroz).

48- Minha memória é péssima. Não lembro nem o que almocei ontem.

49- Carrego sombrinha todos os dias, inclusive naqueles de muito sol.

50- Compro livros/DVDs sem pensar, mas morro de dó de gastar dinheiro com roupas e sapatos.

E aí, sabiam de alguma dessas coisas? E quais seus segredos mais obscuros?
Acho que o meu é o 4 (e ainda tenho foto pra comprovar ).

Fato adicional: 51- Adoro tags pra preencher minhas lacunas de inspiração para escrever resenhas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Vamos falar de coisa à toa?

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 25 comentários
O TOC Livros tinha que mudar de nome.

Devido à seca total nos meses que antecederam o casamento, eu aprendi a conter as compras de livros. Tipo, quando se tem 100 para ler, pra que comprar mais 10 de uma vez? Bastava uns 3, não é?!* 

Mas a ficha só caiu mesmo, quando, um dia desses, estava lendo os "Perdoa-me pai, eu comprei"** que escrevia. Caramba! Quantos livros eu comprava! Alguns nem tenho vontade de ler (e já coloquei pra troca no Skoob). 

Então, tomei a decisão de não passar de 100 não lidos e não comprar um livro só porque ele está 9,90, a menos que eu queria realmente muito, muito lê-lo. Não quero livros que ficariam encostados e poderiam entrar para lista de 'Comprei, não li. Troco se alguém quiser".

Então, este ano, comecei o projeto 100 reais de livros/DVDs por mês, mais para controlar o volume de coisas que chegava do que pela grana mesmo, e estava dando tudo certo até que... 

... meti o pé na jaca afundando até o joelho.

Quem mandou a Saraiva fazer promoção de boxes de séries?


Comprei 3 temporadas de The O.C (a propósito, a única temporada que ainda não assisti foi a única que não comprei. Não estava em promoção), a 3ª de Fringe, 8ª de Grey's Anatomy*** e ganhei a 7ª de Grey's do maridón (de 6 meses de casados. JÁ!).

Eu e o Léo fizemos umas contas por alto e concluímos que eu tenho mais de 150 DVDs de série pra assistir,  mais do que o número de livros não lidos, mas eu não consigo parar!!! O bicho que transmite a doença da compra incansável de DVDs me picou!

Preciso desesperadamente de:
  • House: 8ª temporada
  • The Big Bang Theory: A partir da 3ª temporada
  • The Vampire Diaries: 3ª temporada
  • Bones: 7ª temporada
  • Alias: A partir da 3ª temporada
  • Glee: 2ª temporada
  • Fringe: 4ª temporada
  • Once Upon a time: 1ª temporada
  • Game of Thrones: 1 e 2ª temporada

(fora as outras que não acompanho, mas quero começar, tipo Revenge, The Mentalist e outras que a Dona Kellen faz propaganda ¬¬). Se encontrarem em promoção, me digam! E se souberem de outra série que eu tenho que ter na minha coleção, falem também!

Socorro!!! Vou ter que mudar o nome do blog para TOC box de série!

*Percebe-se que a intenção nunca foi exorcizar a minha Becky Bloom interior.
** Um dia a coluna volta, com uma ligeira adaptação "Perdoa-me marido, eu comprei" Se bem que nem preciso pedir perdão porque ele sempre contribui para minhas aquisições.
***Tuuuudo culpa da Cíntia que me apresentou a série e não faço nada quando sento em frente a tv a não ser rir/chorar com este seriado (Vou te mandar a conta das compras). Quem precisar de uma série pra se viciar, dá um pulo neste post dela.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Top Top #11: Kit lencinho

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 14 comentários
Bom dia/Boa tarde/Boa noite depende do horário que você estiver lendo o post!

Muito prazer, esta sou eu:



Ou este é meu coração (pelo menos é o que eu ouço por aí).
É muito comum falaram "Nossa, li o livro X e desidratei" e eu responder "Putz... que exagero! Meus olhos nem encheram d'água". Gente, eu sou chata e seca (aquelas que fazem propaganda negativa de si mesma).

Mas isto não acontece sempre, não é produção? E toda vez que a pedra aqui libera uma mini gotinha de lágrima eu tenho que contar porque é quase um milagre pau a pau com a multiplicação dos pães #exagero.

Então, aí vai: 

Top Top #11:
Listas de livros que precisam de um kit lencinho

A Última Música: Gente, eu quase afoguei no meu travesseiro lendo este livro.
Chorei até no filme (que não é grandes coisas, mas me fazia lembrar do livro).




A Mulher do Viajante do Tempo: Acontece uma coisa tão triste, mas tão triste que tive que fechar o livro para não matar o pessoal que estava no ônibus comigo afogado.



A culpa é das estrelas: chorei de emoção, no ônibus também, mas não estava tão nem aí e só torci para que os passageiros tivessem botes salva-vidas.




O Caçador de Pipas: Chorei litros contando a história pra minha mãe. Eu chorando e ela chorando me vendo chorar #casadeloucos



Fazendo Meu Filme 3: Como não chorar no final? Se alguém souber, me passa a receita.
É muito amor por essa série.





É... Definitivamente eu não sou muito de chorar (lendo, porque choro - como toda a minha família -  vendo Lar Doce Lar no Caldeirão do Huck ou assistindo um episódio de Grey's Anatomy (este seriado desentope o canal lacrimal de qualquer um).

E vocês? Choraram lendo o que?*

*: Minha mãe agradece as dicas, adora um livro com passagens tristes (apesar de ser meio igual a mim. Não chorou com P.S. eu te amo e Cante para eu dormir). Isto é normal ou hereditário?

quarta-feira, 8 de maio de 2013

#118: A culpa é das estrelas (John Green)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 19 comentários

Informações:
Título: A culpa é das estrelas
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 288

Comentários:
BUMMMMMMMMMMMMMM!!!
Foi o estrondo que este livro fez quando foi lançado no Brasil. Era tanta gente desesperada falando que o livro era perfeito, que era lindo, que todo mundo tinha que ler, que minha Becky interior dava piruetas atrás do sofá (tipo a Deusa melequenta interior, num nível safadístico infinitamente reduzido).

Mandei a moleca pro cantinho da disciplina (obrigada por me ensinar esta técnica Supernanny, beijo no coração) até o preço abaixar e surgir uma mega promoção. Quando apareceu, taquei o livro no carrinho, mas só agora ele brilhou e resolvi ler.   
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Vai aí a sinopse oficial retirada do skoob porque fiquei com prequiça de escrever uma:

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
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E eu chorei. E E-U C-H-O-R-E-I! Vocês leram certo!
Acho que isso é a primeira coisa a ser dita sobre o que eu achei da leitura.

É emocionante, romântico, comovente. É engraçado, inteligente, envolvente e um pouquinhoooo frustrante (final). Acho que são estes os adjetivos que usaria para descrever esta história.

John Green tem uma escrita diferenciada (baseando no único livro dele que li - grande amostragem esta minha - aceito doações). Ele é irônico, sarcástico e faz piada de assuntos sérios. É inteligente e acho que isso foi o que mais me conquistou, o modo de contar a história.

Os personagens são bem construídos e super cativantes (♥ Gus). A gente gosta até dos coadjuvantes! É um dos poucos livros que li que não tinha um vilão propriamente dito, que o “cara mal da história” era a própria vida. 

Se eu já esperava o que aconteceria antes do fim? Sim! Estava tudo indo num caminho certo demais, algo tinha que acontecer para a história ser lembrada. 

Eu acho que este meu próximo comentário pode ser spoiler, então se não gostar de saber, pule este parágrafo.
Outra coisa que me deixou um pouquinho p. da vida foi o autor ter feito com a gente, pobres leitores, o mesmo que o autor do livro preferido da Hazel. A gente imagina o que acontece, mas não sabe como/quando acontece. Tem gente que gosta disso para ficar anos e anos discutindo sobre a história, mas sou uma pessoa objetiva demais para ficar fazendo estas conjecturas. 

Só não dei 5 estrelas completas porque senti uma quebra na narrativa quaaase no final. O ritmo da história mudou um pouco e fiquei incomodada.

Mas recomendo demais!!!

+0,5

quinta-feira, 2 de maio de 2013

#117: Roubada (Lesley Pearse)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 15 comentários
Informações:
Título: Roubada
Autora: Lesley Pearse
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 376

Comentários:

Este foi meu livro do Clube das Chocólatras de abril.

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Enquanto corria pela praia com o cachorro do vizinho, David viu uma garota. Era loira, parecia bonita, mas estava com o rosto descascado, hematomas pelo corpo e quase morta. Não pensou duas vezes antes de prestar socorro.

Através do jornal, a esteticista Dale viu a foto daquela garota perdida, sem documentos e sem memória e a identificou como sua amiga Lotte, a cabelereira que trabalhou com ela em um cruzeiro há um ano. Elas eram super amigas, mas depois que uma tragédia aconteceu em um dos portos, Lotte se fechou um pouco e, após desembarcar, não manteve contato com Dale, nem com Scott (outro colega do cruzeiro). 

Juntas, elas (e mais alguns personagens secundários) tentam preencher as lacunas da memória de Lotte na tentativa de descobrir o que aconteceu neste um ano que ela ficou desaparecida.
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Ai,ai... Este livro foi uma roubada!
Não que a história seja ruim, é que faltou o tchan, sabe?! É uma leitura morna. Eu lia, lia esperando algo sensacional acontecer e nada! Acho que Garota Exemplar me deixou mal acostumada (Comentário para quem leu G.E.: Eu esperava que a Lotte fosse má também, só assim a história seria salva).

Achei algumas passagens desnecessárias e também que a escrita foi mecânica em alguns momentos. Alguns sentimentos foram exagerados, como ciúme da amiga, paixão inesperada e instantânea. Achei o final muito redondo, tudo dando certo para todo mundo, o que me incomodou. 

Pode ser que eu tenha um problema com esta temática. Li Quarto, onde uma mulher também é sequestrada e mantida refém, e também não amei (gostei da história ser contada pela perspectiva de uma criança de 5 anos, o que é bem diferente do que estou acostumada). Dizem que Identidade Roubada é muito bom, mas estou esperando meu estômago se fortalecer para lê-lo (dizem que é bem pesado, então ele tem que estar forte piada péssima).

E o grande motivo do sumiço da Lotte eu desvendei muito antes de tudo ser revelado. O que fez a leitura perder a graça (acho que eu e meio mundo desvendamos, porque era o único caminho lógico a seguir).

Mais do que o livro, achei mais interessante a pequena biografia e entrevista da autora apresentadas nas últimas páginas. Como a vida a maltratou! 

A grande vantagem foi saber que não gastei $$ com este livro, já que ganhei na bienal do Rio em 2011. #caradepau



sexta-feira, 26 de abril de 2013

#116: Penelope (Marilyn Kaye)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 6 comentários

Informações:
Título: Penelope
Autora: Marilyn Kaye
Editora: Record
Número de páginas: 240

Comentários: Esta é a terceira vez que tento escrever alguma coisa sobre este livro. Espero que saia algo.

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Penelope é uma mulher de 25 que tem nariz de porco. Seus antepassados fizeram uma coisa nada bacana e, por isso, uma maldição foi lançada. Infelizmente, Penelope acabou sendo a "premiada".

Seus pais tinham vergonha daquela anomalia e por isso criaram a garota sem qualquer contato com o mundo exterior, exceto no Halloween, quando todos usavam máscaras e aquele defeito era escondido.

Dizia a lenda que, só quando alguém de sangue nobre casasse com portadora da maldição, o feitiço poderia ser desfeito. Com esta informação, logo que a garota teve idade para casar, sua mãe começou uma busca frenética por algum candidato. Mas quem gostaria de casar com uma garota com nariz de porco?

Porém, depois de tanta frustração, Penelope resolveu que aquela era a hora de tomar as rédeas da sua vida e, nem aí para o seu nariz, foi conhecer o mundo.
----------------

Eu nunca tinha ouvido falar deste livro e muito menos sabia que era a história de um filme (com a Vandinha de A Família Addams, vulgo Christina Ricci) até que um rapaz me sugeriu a troca no skoob e topei. Tenho uns livrinhos para trocar. Interessados, clique AQUI.

Fuçando as resenhas antes de aceitar a troca, vi que definiam o livro como um conto de fadas moderno e isso é o que ele realmente é, e deve ser lido como tal. Para um livro jovem adulto, considero que faltaram muitos detalhes e descrições das cenas e personagens, mas como conto de fadas, ele cumpre bem o seu papel (com uma lição de moral bem fofinha e todos deveriam seguir). SPOILER: A lição é ame a si mesmo em primeiro lugar. FIM

Uma coisa que incomodou é que esperava mais desse “conhecer o mundo”. Eu esperava que logo nas primeiras páginas ela fosse viver, mas isso não aconteceu. Suas experiências aqui fora tiveram um volume muito menor (pagiísticamente falando) do que aquela em que ela fica na casa dos pais. Eu tive a sensação que a história poderia ter sido melhor desenvolvida.

É uma história fofa, leve e rápida, daquelas para se ler numa sentada (logo, logo faço um Top Top disso). 

Jovem adulto:
Conto de fadas:

Ps.: Me incomoda escrever Penelope sem acento, mas...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

#115: Garota Exemplar (Gillian Flynn)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 19 comentários


Informações:
Título: Garota Exemplar
Autora: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 446

Comentários: 

Após procurar e encontrar um marido, hora de destruir um casamento!

AVISO!
Para aqueles que desejam acompanhar esta história com todas as surpresas que ela oferece, sugiro uma coisa: não leiam qualquer resenha sobre ela (blogueiros, não me apedrejem!). Te autorizo a ler mais um pouco o meu texto e aviso quando tiver que parar #adoida.

Acontece que até mesmo a opinião sobre a história pode dar indícios sobre seu desenrolar. Isto aconteceu comigo e prefiro evitar xingamentos futuros. Até mesmo a sinopse oficial te induz ao que aconteceu.

Assim, separei a resenha em duas partes. O que você precisa e o que você não precisa saber. Vai do seu gosto por spoiler.

O que você precisa saber:
Que Amy desapareceu da casa que dividia com o marido no dia em que completavam cinco anos de casamento.

É um livro que daria um ótimo filme de suspense. Os capítulos são alternados, ora contando a versão do Nick (marido), ora com passagens do diário da Amy.

Nada mais, vai por mim! 
Deixe um comentário aqui (obrigada!) e vá ler/comprar/desejar/pegar emprestado o livro.
------------------
O que você não precisa saber (do próximo parágrafo ao final):
Amy era uma mulher linda, inteligente, espirituosa, legal e filha de autores de best seller. Ela se casou com um jornalista charmoso e simpático, Nick Dunne. Após perderem seus empregos e a mãe de Nick adoecer, eles mudaram para o interior.

Até que, no dia do quinto aniversário de casamento, Amy desapareceu. A casa estava revirada e tinha indícios de que um ato violento tinha ocorrido. Contando pequenas mentiras, Nick se vê preso à história, se enrolando cada vez mais. Ele mostrava apatia por tudo que acontecia e isso não passou despercebido aos policiais e repórteres que acompanhavam o caso. 

Enquanto isso acompanhamos Amy relatando aqueles anos de casamento, como tudo havia sido maravilhoso no início e como a história começava a desandar, mesmo com todos os seus esforços.

Onde está a verdade? Descubra lendo o livro ou alguma resenha cheia de spoilers.

Momento para recapitulação: 
Lembre-se que avisei que se você deseja surpresas não deve ler nem mesmo a opinião sobre o livro, correto?

Então, Amy é o tipo de personagem que mais gosto nas novelas! Ela é a Paola Bracho, a Raquel, a Taís! Ela é a manipuladora, é a garota que quer tudo perfeito, a garota exemplar que não está nem aí se precisa mentir, inventar, armar e matar. E ela quer punir quem precisa.

Gente, eu tenho coração de pedra, não tenho? Isto é porque eu não gosto das boazinhas, santinhas e certinhas, eu gosto das vilãs, eu gosto das maldades! São elas que deixam o livro/filme/novela legal. Se tudo der certo o tempo inteiro, pra que contar a história? Acho que isso gostei tanto do livro. Se o Nick tivesse matado, ou se outra coisa tivesse acontecido que não uma história armada pela própria Amy, eu jogaria o livro na parede. Sério!

Ao contrário de muita gente, eu não odiei o Nick. Ele só era um banana que estava em um casamento que não podia/conseguia sair. 

Este é um livro diferente porque te confunde, te surpreende e você fica ávido por mais. Quem é o certo, quem é o errado (se é que tem como definir)? Quando você acha que as coisas vão se resolver, vem uma bomba! Quando você acha que os sangue nos olhos acabaram, aí vem mais. 

E o final? E o final??? Digno de Bia Falcão!!!
Estou muito noveleira hoje.

Moral da história:
Mega spoiler: Mulheres traídas, façam de Garota Exemplar um manual!*


Sem mais, super recomendo! (Isto qualquer isso pode saber também.)



* Cuidado, Léo!

sexta-feira, 22 de março de 2013

#114: Procura-se um marido (Carina Rissi)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 29 comentários

Informações:
Título: Procura-se um marido
Autor: Carina Rissi
Editora: Verus
Número de páginas: 474

Comentários:
Juro que, enquanto lia este livro no ônibus, minha vontade era gritar: "GENTE, NÃO É AUTOAJUDA, OK?!" Como não podia, ficava esfregando minha aliança por aí. (Cenas dos próximos capítulos: a pessoa aqui começa a ler Garota Exemplar, com os dizeres na contracapa "Casamento mata". Acho que as pessoas do ônibus vão ficar um pouco confusas).

Encontro um marido todo dia e foi ele quem me deu o livro, tks amore!. (O problema era se chamasse: Procura-se outro marido  - piada copiada).

--------------
Alicia era rica, mimada e aprontava todas, à la Paris Hilton. Seus pais morreram em um atentado quando ela tinha 5 anos e Alicia foi morar com o avô, o senhor Narciso. Ele tinha pulso firme e era justo com seus funcionários no conglomerado de empresas que tinha, mas era bastante permissivo com sua neta.

Tudo ia bem (tirando as prisões mundo afora da garota), até que seu avô morreu e deixou um testamento com uma cláusula peculiar: para Alicia ter direito a sua herança, teria que permanecer casada por um ano. Além disso, ela teria um tutor, o senhor Clóvis, advogado e amigo do avô.

A vida de Alicia se transformou, mas ela podia contar sempre com a ajuda da Mari, sua amiga de infância. Após planos e planos, ela encontrou uma solução! Ia alugar um marido por ano. Ela só não sabia as consequências que aquele arranjo traria e todas as surpresas que seu avô lhe reservava. 

--------------
Como diria a Lilian,  este é um livro inlargável. 

A história é clichê. Casamentos por conveniência são retratados por aí a torto e a direito, mas para a história colar, pegar, depende muito de quem conta. E a Carina é (pra mim, pelo menos) a Sophie Kinsella brasileira. Assim como em Perdida, seus personagens passam por situações bizarras, como aquelas que a SK cria e que tanto adoro. Não gargalhei tanto como no primeiro livro, mas me apeguei aos personagens tanto quanto no outro. Gente, eu li em casa! E todo mundo sabe que só faço isso quando estou curtindo muito a leitura.

Eu torcia pelos personagens, desconfiava de alguns e MORRIA de raiva quando a Alicia escondia as coisas ao invés de falar a verdade. Mas se tudo fosse facilmente resolvido, não haveria história, correto?

Alicia tinha medo de borboletas. Acho que ela tinha era medo da transformação que ocorria com aquelas lagartas pavorosas. Mas no fundo, ela era uma lagarta em processo de evolução. E ela se transformou em uma bela borboleta no final, sem perder suas características e maluquices que tanto curti.

Leitura leve, divertida, com um toque de mistério (que matei fácil), um marido piriguetável e super fofo! Dúvidas de que recomendo?

Acho que fui resgatada da ressaca literária \o/



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