sexta-feira, 17 de maio de 2013

Vamos falar de coisa à toa?

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 25 comentários
O TOC Livros tinha que mudar de nome.

Devido à seca total nos meses que antecederam o casamento, eu aprendi a conter as compras de livros. Tipo, quando se tem 100 para ler, pra que comprar mais 10 de uma vez? Bastava uns 3, não é?!* 

Mas a ficha só caiu mesmo, quando, um dia desses, estava lendo os "Perdoa-me pai, eu comprei"** que escrevia. Caramba! Quantos livros eu comprava! Alguns nem tenho vontade de ler (e já coloquei pra troca no Skoob). 

Então, tomei a decisão de não passar de 100 não lidos e não comprar um livro só porque ele está 9,90, a menos que eu queria realmente muito, muito lê-lo. Não quero livros que ficariam encostados e poderiam entrar para lista de 'Comprei, não li. Troco se alguém quiser".

Então, este ano, comecei o projeto 100 reais de livros/DVDs por mês, mais para controlar o volume de coisas que chegava do que pela grana mesmo, e estava dando tudo certo até que... 

... meti o pé na jaca afundando até o joelho.

Quem mandou a Saraiva fazer promoção de boxes de séries?


Comprei 3 temporadas de The O.C (a propósito, a única temporada que ainda não assisti foi a única que não comprei. Não estava em promoção), a 3ª de Fringe, 8ª de Grey's Anatomy*** e ganhei a 7ª de Grey's do maridón (de 6 meses de casados. JÁ!).

Eu e o Léo fizemos umas contas por alto e concluímos que eu tenho mais de 150 DVDs de série pra assistir,  mais do que o número de livros não lidos, mas eu não consigo parar!!! O bicho que transmite a doença da compra incansável de DVDs me picou!

Preciso desesperadamente de:
  • House: 8ª temporada
  • The Big Bang Theory: A partir da 3ª temporada
  • The Vampire Diaries: 3ª temporada
  • Bones: 7ª temporada
  • Alias: A partir da 3ª temporada
  • Glee: 2ª temporada
  • Fringe: 4ª temporada
  • Once Upon a time: 1ª temporada
  • Game of Thrones: 1 e 2ª temporada

(fora as outras que não acompanho, mas quero começar, tipo Revenge, The Mentalist e outras que a Dona Kellen faz propaganda ¬¬). Se encontrarem em promoção, me digam! E se souberem de outra série que eu tenho que ter na minha coleção, falem também!

Socorro!!! Vou ter que mudar o nome do blog para TOC box de série!

*Percebe-se que a intenção nunca foi exorcizar a minha Becky Bloom interior.
** Um dia a coluna volta, com uma ligeira adaptação "Perdoa-me marido, eu comprei" Se bem que nem preciso pedir perdão porque ele sempre contribui para minhas aquisições.
***Tuuuudo culpa da Cíntia que me apresentou a série e não faço nada quando sento em frente a tv a não ser rir/chorar com este seriado (Vou te mandar a conta das compras). Quem precisar de uma série pra se viciar, dá um pulo neste post dela.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Top Top #11: Kit lencinho

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 14 comentários
Bom dia/Boa tarde/Boa noite depende do horário que você estiver lendo o post!

Muito prazer, esta sou eu:



Ou este é meu coração (pelo menos é o que eu ouço por aí).
É muito comum falaram "Nossa, li o livro X e desidratei" e eu responder "Putz... que exagero! Meus olhos nem encheram d'água". Gente, eu sou chata e seca (aquelas que fazem propaganda negativa de si mesma).

Mas isto não acontece sempre, não é produção? E toda vez que a pedra aqui libera uma mini gotinha de lágrima eu tenho que contar porque é quase um milagre pau a pau com a multiplicação dos pães #exagero.

Então, aí vai: 

Top Top #11:
Listas de livros que precisam de um kit lencinho

A Última Música: Gente, eu quase afoguei no meu travesseiro lendo este livro.
Chorei até no filme (que não é grandes coisas, mas me fazia lembrar do livro).




A Mulher do Viajante do Tempo: Acontece uma coisa tão triste, mas tão triste que tive que fechar o livro para não matar o pessoal que estava no ônibus comigo afogado.



A culpa é das estrelas: chorei de emoção, no ônibus também, mas não estava tão nem aí e só torci para que os passageiros tivessem botes salva-vidas.




O Caçador de Pipas: Chorei litros contando a história pra minha mãe. Eu chorando e ela chorando me vendo chorar #casadeloucos



Fazendo Meu Filme 3: Como não chorar no final? Se alguém souber, me passa a receita.
É muito amor por essa série.





É... Definitivamente eu não sou muito de chorar (lendo, porque choro - como toda a minha família -  vendo Lar Doce Lar no Caldeirão do Huck ou assistindo um episódio de Grey's Anatomy (este seriado desentope o canal lacrimal de qualquer um).

E vocês? Choraram lendo o que?*

*: Minha mãe agradece as dicas, adora um livro com passagens tristes (apesar de ser meio igual a mim. Não chorou com P.S. eu te amo e Cante para eu dormir). Isto é normal ou hereditário?

quarta-feira, 8 de maio de 2013

#118: A culpa é das estrelas (John Green)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 19 comentários

Informações:
Título: A culpa é das estrelas
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 288

Comentários:
BUMMMMMMMMMMMMMM!!!
Foi o estrondo que este livro fez quando foi lançado no Brasil. Era tanta gente desesperada falando que o livro era perfeito, que era lindo, que todo mundo tinha que ler, que minha Becky interior dava piruetas atrás do sofá (tipo a Deusa melequenta interior, num nível safadístico infinitamente reduzido).

Mandei a moleca pro cantinho da disciplina (obrigada por me ensinar esta técnica Supernanny, beijo no coração) até o preço abaixar e surgir uma mega promoção. Quando apareceu, taquei o livro no carrinho, mas só agora ele brilhou e resolvi ler.   
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Vai aí a sinopse oficial retirada do skoob porque fiquei com prequiça de escrever uma:

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
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E eu chorei. E E-U C-H-O-R-E-I! Vocês leram certo!
Acho que isso é a primeira coisa a ser dita sobre o que eu achei da leitura.

É emocionante, romântico, comovente. É engraçado, inteligente, envolvente e um pouquinhoooo frustrante (final). Acho que são estes os adjetivos que usaria para descrever esta história.

John Green tem uma escrita diferenciada (baseando no único livro dele que li - grande amostragem esta minha - aceito doações). Ele é irônico, sarcástico e faz piada de assuntos sérios. É inteligente e acho que isso foi o que mais me conquistou, o modo de contar a história.

Os personagens são bem construídos e super cativantes (♥ Gus). A gente gosta até dos coadjuvantes! É um dos poucos livros que li que não tinha um vilão propriamente dito, que o “cara mal da história” era a própria vida. 

Se eu já esperava o que aconteceria antes do fim? Sim! Estava tudo indo num caminho certo demais, algo tinha que acontecer para a história ser lembrada. 

Eu acho que este meu próximo comentário pode ser spoiler, então se não gostar de saber, pule este parágrafo.
Outra coisa que me deixou um pouquinho p. da vida foi o autor ter feito com a gente, pobres leitores, o mesmo que o autor do livro preferido da Hazel. A gente imagina o que acontece, mas não sabe como/quando acontece. Tem gente que gosta disso para ficar anos e anos discutindo sobre a história, mas sou uma pessoa objetiva demais para ficar fazendo estas conjecturas. 

Só não dei 5 estrelas completas porque senti uma quebra na narrativa quaaase no final. O ritmo da história mudou um pouco e fiquei incomodada.

Mas recomendo demais!!!

+0,5

quinta-feira, 2 de maio de 2013

#117: Roubada (Lesley Pearse)

Postado por Luciana Mara às 07:00:00 15 comentários
Informações:
Título: Roubada
Autora: Lesley Pearse
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 376

Comentários:

Este foi meu livro do Clube das Chocólatras de abril.

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Enquanto corria pela praia com o cachorro do vizinho, David viu uma garota. Era loira, parecia bonita, mas estava com o rosto descascado, hematomas pelo corpo e quase morta. Não pensou duas vezes antes de prestar socorro.

Através do jornal, a esteticista Dale viu a foto daquela garota perdida, sem documentos e sem memória e a identificou como sua amiga Lotte, a cabelereira que trabalhou com ela em um cruzeiro há um ano. Elas eram super amigas, mas depois que uma tragédia aconteceu em um dos portos, Lotte se fechou um pouco e, após desembarcar, não manteve contato com Dale, nem com Scott (outro colega do cruzeiro). 

Juntas, elas (e mais alguns personagens secundários) tentam preencher as lacunas da memória de Lotte na tentativa de descobrir o que aconteceu neste um ano que ela ficou desaparecida.
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Ai,ai... Este livro foi uma roubada!
Não que a história seja ruim, é que faltou o tchan, sabe?! É uma leitura morna. Eu lia, lia esperando algo sensacional acontecer e nada! Acho que Garota Exemplar me deixou mal acostumada (Comentário para quem leu G.E.: Eu esperava que a Lotte fosse má também, só assim a história seria salva).

Achei algumas passagens desnecessárias e também que a escrita foi mecânica em alguns momentos. Alguns sentimentos foram exagerados, como ciúme da amiga, paixão inesperada e instantânea. Achei o final muito redondo, tudo dando certo para todo mundo, o que me incomodou. 

Pode ser que eu tenha um problema com esta temática. Li Quarto, onde uma mulher também é sequestrada e mantida refém, e também não amei (gostei da história ser contada pela perspectiva de uma criança de 5 anos, o que é bem diferente do que estou acostumada). Dizem que Identidade Roubada é muito bom, mas estou esperando meu estômago se fortalecer para lê-lo (dizem que é bem pesado, então ele tem que estar forte piada péssima).

E o grande motivo do sumiço da Lotte eu desvendei muito antes de tudo ser revelado. O que fez a leitura perder a graça (acho que eu e meio mundo desvendamos, porque era o único caminho lógico a seguir).

Mais do que o livro, achei mais interessante a pequena biografia e entrevista da autora apresentadas nas últimas páginas. Como a vida a maltratou! 

A grande vantagem foi saber que não gastei $$ com este livro, já que ganhei na bienal do Rio em 2011. #caradepau



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