quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Explorando: Parte I (Portugal)

Postado por Luciana Mara às 16:55:00
Uma das coisas que eu mais gosto de fazer NA VIDA é planejar viagens. Ficar louca caçando hotel, transporte, passeios e descontos é uma grande paixão.


Classifico as nossas viagens em: exploração e relaxamento. De acordo com a categoria, traço todo o resto. Se for relaxamento, significa que quero ficar jogada no hotel, aproveitar tudo que o lugar oferece, então, neste caso, a hospedagem precisa ser top (quem disse que essa palavra está ultrapassada? Eu gosto!). Se é exploração, o hotel tem que ter um quarto dormível e um banheiro limpinho (porque pegar uma micose na viagem não dá, né? Eca!).

E em 2014 completei mais uma das minhas metas antes dos 30 que talvez tenha que mudar para antes de sair dos 30, dado a lerdeza com que estou executando os itens, viajamos para Portugal/Espanha/França/Itália. Escolhemos viajar no outono (outubro/novembro) por causa da temperatura amena e não ser alta temporada (=economia).

Em Portugal, chegamos em Lisboa e alugamos um carro (no aeroporto mesmo) e fomos pra Pombal, uma cidade do interior, onde minha sogra nasceu. Que estrada! Parecia um tapete! Passamos o dia lá e depois voltamos para Lisboa. Encontramos o hotel e demos a cagada de ficar um tempo descansando antes de entregar o carro. Resultado: Ficamos um tempão procurando um posto de gasolina pra encher o tanque, entregamos o carro e quando voltamos pro hotel não tinha lugar nenhum aberto pra comer. Tinha um Burger King quase ao lado do hotel, mas fechou 2 minutos, 2 MINUTOS depois que chegamos. Conclusão: jantamos um pacote de biscoito que sobrou do café da manhã do avião (guardem os lanchinhos que sobram meus amigos, vocês nunca sabem quando eles podem ser o seu jantar, rs).
Caminho para Pombal
Fomos no dia 2 da viagem para Sintra. Que cidade maravilhosa! Conhecemos o Palácio Nacional de Sintra, Quinta da Regaleira, Palácio da Pena e Castelo dos Mouros. Comprei os ingressos, exceto o da Quinta AQUI. Meus preferidos foram a Quinta da Regaleira que é uma mansão com um parque cheia de passagens secretas e o Castelo dos Mouros que tem uma vista sensacional. Andei tanto, tanto, tanto que no dia 2 já não tinha mais pé. Daqui pra frente foi administrar a dor. 
Quinta, Palácio Nacional, Palácio da Pena e Castelos dos Mouros
No terceiro dia fomos explorar Lisboa. Visitamos a Praça do Comércio, Praça Dom Pedro IV, Estação de Rossio, Mosteiro dos Jerônimos que parece Hogwarts albina, Padrão dos Descobrimentos, Torre de Belém, comemos os famosos pastéis de Belém, direto da fábrica, fomos ao Chiado e tomamos um sorvete na Gelados Santini, uma sorveteria famosa por lá. Andamos muito, muito. Dá pra se virar muito bem com mapas e com internet no celular (não fechei nenhum pacote, só wifi das lojas mesmo. Lembra né? Viagem exploratória = econômica). Ainda deu pra dar um pulinho no shopping e conhecer a Primark (sonho de todo turista com orçamento apertado).

Praça do comércio, Mosteiro, Padrão dos Descobrimentos, Fábrica de pastel de Belém e Torre de Belém
Conseguimos cumprir direitinho o cronograma. Que orgulho! E próxima parada, Madrid.

Resumindo: 
O que esperava: Que todo mundo dançasse o vira na rua (igual todo mundo acha que a gente samba e dança semi-nua por aí). 

O que encontrei: Pontos turísticos super conservados e uma loja do sonho (Primark).

O que me surpreendeu: A limpeza da cidade. Lisboa lembra o Rio, mas totalmente limpo (não vi um papel de bala no chão) e com muitooo mais segurança. Lá andei com a câmera no pescoço sem me preocupar se ficaria sem câmera (e consequentemente sem pescoço) até o final do dia. 

Curiosidade: Tomar café sentado e em pé na padaria faz diferença. Em pé é mais barato.

Uma conclusão: Seria fácil morar lá. 

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